Comunicação interna e endomarketing: Quais são as diferenças e como alinhar as duas estratégias?

Comunicação interna e endomarketing: Quais são as diferenças e como alinhar as duas estratégias?

É comum que os termos comunicação interna e endomarketing sejam confundidos e interpretados como sinônimos, mas vamos te mostrar que na prática não é bem assim.

Apesar de as duas estratégias terem o mesmo público alvo (o interno), seus objetivos e suas práticas são distintos.

Identificar essas diferenças e peculiaridades será fundamental para que você tenha resultados eficientes.

Um resumo rápido de comunicação interna e endomarketing seria:

Comunicação interna: processos e estratégias de informação

Endomarketing: incentivo, motivação e engajamento dos colaboradores

Mas vamos explicar de uma forma mais detalhada as diferenças entre cada uma delas a seguir.

Acompanhe:

Comunicação interna

Geralmente feita por profissionais de Relações Públicas, Jornalismo ou Comunicação Social, as estratégias de comunicação interna envolvem todas as formas de diálogo entre a empresa e os colaboradores.

Informações institucionais, metas, resultados, ações da empresa, entre outras atividades, são sempre divulgados de maneira clara para que todos entendam através de diferentes canais e ferramentas:

– Newsletter;

– Jornais e revistas impressos;

– Intranet;

– Murais;

Relacionado: 7 ferramentas para melhorar a sua comunicação interna

Endomarketing

 

O endomarketing já está mais voltado a ações que incentivem o engajamento, interação e motivação entre a empresa e o colaborador, para que ele tenha mais “amor à camisa” e se sinta motivado, tornando-se mais produtivo.

Como o endomarketing está mais voltado à cultura organizacional, exige mais planejamento que a comunicação interna.

Neste caso, o ideal é que a empresa disponha de uma pessoa responsável por pensar, planejar e executar estas ações que têm o objetivo de motivar e engajar a equipe interna da empresa.

 

O que a comunicação interna e o endomarketing têm em comum?

O ponto em comum entre comunicação interna e endomarketing é em buscar a lucratividade da empresa. O endomarketing possui esse objetivo a longo prazo, já a comunicação interna de forma imediata.

Se você quiser saber como combinar a comunicação interna e o endomarketing, preparamos este post para você:

Como combinar comunicação interna e endomarketing.

Um abraço e até o próximo post!

7 ferramentas para melhorar a comunicação corporativa interna

7 ferramentas para melhorar a comunicação corporativa interna

Talvez você já tenha ouvido a frase: “Se você não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve”, não é mesmo? Ela é dita pelo Gato em Alice no País das Maravilhas. Isso é o que acontece quando uma empresa acaba deixando de lado a comunicação corporativa interna. Ela é como se fosse um GPS, que irá guiar os seus colaboradores em relação ao rumo que a empresa quer tomar.

Ou seja, é o compartilhamento de informações e estratégias no ambiente corporativo.

E para facilitar essa comunicação, existem diversas ferramentas que podem te auxiliar e ser extremamente úteis. Separamos para este post 7 delas, acompanhe:

1 – E-mail corporativo

Podendo ser formal ou informal, o e-mail serve para enviar desde mensagens rápidas até assuntos mais sérios. Sem contar que é uma das ferramentas mais práticas e possui um baixo custo de implantação.

Apesar de todas as suas vantagens, o e-mail não é indicado como única ferramenta de comunicação corporativa interna, devido a sua pluralidade de informações que podem acabar se perdendo no caminho.

2 – Intranet

Esta é uma espécie de internet corporativa, uma rede interna que acaba facilitando a troca de informações entre todos os setores da empresa.

Ela é ideal para ser usada como complemento a outras ferramentas, divulgando novidades, comunicados e informações.

Um ponto fraco é a necessidade de atualização quase que diária.

3 – Integração de colaboradores

Esta é uma forma eficaz de utilizar a comunicação para reduzir ruídos entre setores da empresa, além deixar toda equipe alinhada com os objetivos e estratégias.

A integração de colaboradores permite que todos se conheçam entre si e, principalmente, conheçam a empresa onde estão. Isso contribui para que cada um entenda o seu próprio papel e o de seus colegas de trabalho.

4 – Manual do colaborador

Este funciona como um guia de boas-vindas ao colaborador, e é recomendado que seja entregue no primeiro dia de trabalho.

Neste manual, podem estar incluídas as normas internas e regras da empresa, além de todos os benefícios que o colaborador tem direito. É possível também incluir a história da empresa e seus fundadores.

Procure usar uma linguagem amigável, para não assustar seu novo colaborador.

5 – Jornais e/ou revistas impressos

Ainda é muito comum que indústrias e empresas utilizem jornais ou revistas impressos como forma de comunicação corporativa interna.

Nesta ferramenta, o ideal é incluir informações de interesse geral, como curiosidades, matérias, utilidades e novidades. Evite incluir informações que tenham prazo de validade.

6 – Rede Social Corporativa

Este tipo de ferramenta se encaixa muito bem se sua equipe for mais jovem e mais adepta à tecnologia.

Permitindo a contribuição de todos e favorecendo a interatividade de todos os setores, a rede social corporativa possui baixo custo de implementação.

Por ser uma plataforma na nuvem, todos podem participar.

7 – Mural Impresso

Também conhecidos como “jornais de parede”, os murais impressos são aqueles quadros que ficam nos locais mais movimentados da empesa. Neles são fixados comunicados que são atualizados com frequência.

Geralmente estes comunicados são divulgados em formato de textos e imagens. O ideal é que estas notícias e avisos sejam consideradas importantes, até porque entende-se que todos os colaboradores irão visualizá-lo.

Vale lembrar que, em todas estas peças, é fundamental que a identidade da empresa esteja presente, de forma coerente e bem representada. Para isso, é sempre bom ter uma conversa com o designer responsável pela sua criação.

Esperamos que este post tenha feito sentido para você em relação à comunicação corporativa interna. Recomendamos que você estude e analise quais dessas ferramentas mais se encaixariam na sua realidade, já que agora selecionamos esta lista para você.

Ficou com alguma dúvida? Vamos bater um papo!

Deixe aqui nos comentários quais dessas ferramentas você já conhecia ou a sua empresa já utiliza.

Um abraço e até o próximo post!

Comunicação interna: quais veículos trabalhar?

Comunicação interna: quais veículos trabalhar?

Não é preciso ser nenhum especialista de RH para reconhecer a importância da comunicação interna, aquela feita dentro da empresa visando alinhar as políticas, conquistas e novidades, e ainda integrar as equipes.

A comunicação interna é parte da comunicação corporativa. A última também engloba o endomarketing e as estratégias de publicidade de uma empresa, mas aqui o foco é no público interno: funcionários, gerências, direção e até fornecedores ou parceiros externos.

As ações de comunicação interna partem do RH ou de um setor específico de marketing, por exemplo. Esses profissionais devem alinhar as mensagens que a empresa quer ou precisa passar e entregá-las ao público, utilizando um canal físico ou digital.

Sabendo de tudo isso, confira 5 ideias de veículos de comunicação interna para incluir em uma estratégia.

Jornal mural

Os jornais em forma de mural são abrangentes, práticos e econômicos: mesmo com poucas tiragens, já consegue atingir um grande público. O mural pode ser diagramado em uma ou duas folhas grandes que serão afixadas em painéis dentro da empresa.

Um cuidado com o jornal mural é a diagramação. Por ser uma peça grande, pode conter uma grande quantidade de informações – entre textos e imagens – mas a legibilidade não pode ser ignorada.

Comunicados

São mais impessoais e focados em avisos pontuais. Ao contrário do mural e dos próximos exemplos de veículos, não cria um relacionamento – mas é eficiente principalmente para distribuir informações oficiais rapidamente.

Podem ter forma impressa ou digital. Em ambas, o segredo também é apostar na diagramação. O impresso pode, inclusive, ser distribuído no papel de carta personalizado da empresa.

Revista

Apesar de serem mais caras e complexas quanto a produção, são boas opções para empresas grandes e com grande número de fornecedores e parceiros. Além da diagramação, a revista precisa de conteúdo, trabalho de um jornalista.

É interessante seguir um padrão em todas edições, entre colunas e editorias. Pela qualidade do material, também exige boas ilustrações ou fotografias.

Intranet

Canal 100% digital, a intranet é o canal de comunicação interna usando um endereço web de acesso restrito. É interessante para empresas com um número relevante de funcionários ou setores.

Pode conter uma aba de notícias onde o RH ou setor de comunicação publica notas, comunicados, vídeos e outros conteúdos. Também tem o benefício de concentrar toda a política da empresa – como missão, visão e valores – em um único endereço.

Dependendo do investimento, pode incluir o upload e compartilhamento de arquivos ou áreas de mensagens diretas entre funcionários ou setores. Outro formato possível para esse veículo é o de rede social corporativa, que engloba funções semelhantes..

Newsletter

Inspirada no comunicado, a newsletter é um e-mail enviado periodicamente com notícias, avisos e outros materiais relevantes para a comunicação interna.

A newsletter é comumente usada para divulgação ou promoção junto ao público externo, mas é versátil e funciona também internamente como newsletter corporativa.

Um benefício desse veículo é a agilidade de produção e divulgação, que também tem baixo custo. Já um ponto negativo para avaliação é que nem todos funcionários irão abrir a mensagem.

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Agência vs profissional de design: quem contratar?

Agência vs profissional de design: quem contratar?

O design está presente no dia a dia dos empreendimentos de todos os tipos e de diversas maneiras, oferecendo soluções para criar uma identidade visual para sua empresa, fazer um novo cartão de visitas pessoal, reformular a embalagem de um produto.

Algumas pessoas cometem o erro de copiar modelos prontos na internet ou pedir ao sobrinho para fazer “uma arte”. No entanto, quando surgem essas necessidades, a ajuda de profissionais é essencial para prevenir que o amadorismo e o plágio não façam parte do seu projeto e prejudiquem a imagem do seu negócio.

Nesse sentido, agência de design ou designer freelancers podem garantir a segurança na entrega e a qualidade do serviço de design. Mas existem alguns aspectos que devem ser avaliados na hora de escolher quem contratar.

Descubra como funciona o trabalho de cada um e avalie qual será o melhor para o seu projeto de design.

Investimento e custo benefício

O preço é um dos principais fatores avaliados por clientes na hora de contratar um profissional de design. Mas, antes de avaliar o investimento, é preciso entender o valor de uma criação de design para uma empresa.

A força de uma marca vai depender de como ela é vista no mercado. A estrutura de profissionais em uma agência de design garante o planejamento e execução de um projeto de forma estratégica e multidisciplinar em um mesmo ambiente, levando em consideração fatores como o posicionamento de mercado e construção de um conceito.

Por outro lado, o designer freelancer, concentra-se, geralmente, apenas na execução de um projeto gráfico e o atendimento pode não ser focado às suas necessidades.

Nesse sentido, deve-se avaliar o custo benefício não apenas pelo orçamento disponível, mas também pela complexidade e objetivos do projeto.

Experiência e portfólio

A experiência profissional é outro ponto a ser avaliado por quem tem dúvida em escolher entre uma agência de design ou um freelancer de design. O que acontece, em alguns casos, é que existem pessoas que se autodenominam “profissional de design”, mas tem o conhecimento restrito a operar programas de edição de imagem.

O portfólio de projetos de design é uma forma de confirmar a experiência do profissional ou agência. Ele contém uma seleção dos principais trabalhos realizados e é possível visualizar resultados obtidos em trabalhos para outros clientes.

Qualidade do projeto e prazo de entrega

Ao contratar profissionais de design, este é o foco principal durante todo o processo de criação, desde o briefing até a entrega final. Além do valor estético, a qualidade do projeto está ligada diretamente o planejamento, relacionando cronograma, expectativas e comparações com a concorrência.

Para garantir a eficiência no prazo de entrega, muitas vezes, alguns “profissionais” acabam optando por caminhos que prejudicam a originalidade e a qualidade final. A estrutura de uma agência de design dispõe de mais pessoas e, com isso, maior repertório criativo e capacidade de atendimento e entrega, ainda que lide com diferentes clientes, se comparada a um profissional liberal.

Por isso, durante a escolha entre uma agência ou freelancer, é preciso avaliar a capacidade de lidar com esses aspectos, pensando sempre na personalização do serviço, para garantir que os objetivos da sua ação de comunicação sejam alcançados, atingindo o público alvo e conquistando a confiança no mercado.

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Diagramação: 4 pontos de destaque em materiais gráficos

Diagramação: 4 pontos de destaque em materiais gráficos

Materiais gráficos aparecem em diferentes formatos nas estratégias de comunicação: revistas, murais, folheteria, peças de divulgação como banners e adesivos, etc. Todos tem um ponto em comum: a diagramação.

Diagramar começa com a elaboração de um layout ou grid especificando como as informações estarão dispostas no material impresso, separando blocos de texto e especificando proporções de imagens e outros elementos.

Essa organização das informações em uma página deve seguir uma hierarquia: o que é mais importante tem um maior destaque, em tamanho, arte ou uso de cores. Devemos seguir uma hierarquia visual, ou um sentido de leitura, que vai nos dar a sequência de importância desejada na leitura.

É necessário planejar bem a diagramação de materiais gráficos já que eles são um investimento da empresa em comunicação.

Conheça 4 pontos para priorizar nos materiais gráficos.

Texto

Mesmo que cada tipo de material gráfico tenha uma função diferente, eles raramente dispensam a presença do texto. O segredo na diagramação dessas peças é, como comentado, a hierarquização de informações.

O texto será disposto conforme sua função: é um título? Deve estar maior e em uma posição de destaque. São informações complementares? Use uma tipografia de fácil leitura e ainda discreta. Também considere subtítulos, legendas e outros formatos de texto.

Tipografia, aliás, é o tipo de fonte usada para um texto (ex.: Arial, Calibri, Times New Roman, etc). Dependendo da finalidade da peça, o designer ou diagramador pode brincar com a combinação de diferentes fontes e cores.

Pense sempre na melhor forma de atrair a atenção de um leitor e também garantir a legibilidade do material.

Ilustrações

Na forma de desenhos (manuais ou digitais), as ilustrações são muito usadas em revistas, murais de comunicação interna, banners e peças como cartão de visita e papel de carta.

Nem sempre terão tanta relevância quanto o texto, mas ajudam na atração do olhar e a prender a atenção do leitor. Podem ser informativas e complementares ao texto, como acontece no uso de infográficos e transmitem o estilo da marca..

Fotos

Atrativas e autoexplicativas, as fotos não só “puxam” o olhar como também instigam – basta pensar em como um folheto de pizzaria é muito mais interessante e convidativo ao usar belas imagens de seus produtos.

Fotos também são muito usadas em materiais gráficos institucionais, como as revistas e os banners de comunicação interna. É importante garantir a qualidade das imagens e aplicá-las em boas proporções, assim tudo fica mais nítido e a leitura flui melhor.

Quando conveniente, faça legendas para as fotos. Ou então, solte a criatividade: combine fotos e ilustrações em colagens, cuidando para entregar um material legível e agradável.

Box e outros elementos

Box ou caixa, como você deve imaginar, são blocos de textos a parte, delimitados por uma moldura. Não necessariamente tem formato quadrado ou retangular, e ainda podem ser usados para apresentar gráficos e outros dados.

Olho, na diagramação, é um texto destacado dentro de “aspas”, em fonte ou cor diferenciada. Quase sempre é uma citação de alguma opinião. Eles têm a função de dar um respiro entre grandes blocos de texto.

Um fio é uma linha que separa informações que, por algum motivo, poderiam se misturar e confundir a leitura.

Estes e outros elementos são interessantes não só para a leitura, mas também na questão do design por dar um espaço para aplicação de cor.

Lembre sempre de confiar esse trabalho a um designer ou profissional de comunicação qualificado, pois todos esses pontos devem ter bom gosto e acrescentar algo ao material – não adianta jogar de tudo em uma peça!

Como comentado aqui, a diagramação é de extrema importância para os veículo de comunicação interna. Saiba como trabalhar com eles em sua estratégia.

O que é plano de comunicação e como fazer?

O que é plano de comunicação e como fazer?

Para entender o que é plano de comunicação, primeiro é preciso entender por que as empresas precisam usar a comunicação. Todas empresas têm um plano de negócios, que inclui um objetivo e metas. O plano de comunicação segue essa mesma estrutura, sendo um planejamento de todos os itens de comunicação para atender algum objetivo.

Os objetivos de comunicação são variados, entre a necessidade de criar anúncios ou reforçar a marca em diferentes mídias, e o plano pode ser atualizado a cada ano ou semestre. Veja nos próximos tópico o que é plano de comunicação, como definir os objetivos e como aplicá-lo em sua empresa.

Objetivos de comunicação

São eles que vão definir as melhores estratégias do plano de comunicação e as tarefas para alcançá-lo. Alguns possíveis objetivos de comunicação para empresas são:

Conquistar mais clientes: seja por estar entrando em novos mercados ou por necessidade de vender mais, a conquista de clientes é um possível objetivo, e que exige ações de divulgação e atração;

Destacar da concorrência: objetivo importante em setores com muitos concorrentes, quando é importante se destacar pela qualidade, inovação, etc;

Educar o mercado: objetivo que usa a divulgação e produção de conteúdo educativo para fortalecer a empresa entre parceiros, concorrentes e consumidores;

Apresentar novidades: ponto importante que exige comunicação rápida e por diversas mídias, saindo a frente da concorrência na apresentação de novos produtos.

Como fazer um plano de comunicação?

A partir do objetivo principal podem ser definidas as metas. Os profissionais de comunicação fazem parte do plano de comunicação, e devem estar envolvidos desde o primeiro momento desse planejamento, sejam jornalistas, publicitários, RPs, especialistas em marketing ou comunicação interna, etc.

Um bom plano deve cobrir os problemas de comunicação levantados previamente: a empresa já tem uma identidade visual? Tem peças de comunicação visual? Tem site? Tem perfil nas redes sociais? Precisa fazer anúncios? Tem verba para fazer anúncios? Todos precisam ser analisados neste momento de planejamento, encontrando formas acessíveis de cumprir ou contornar cada ponto.

O próximo passo, então, é definir quais itens, entre as ferramentas de comunicação, a empresa poderá trabalhar: assessoria de imprensa, comunicação interna, endomarketing, design, atendimento ao cliente, publicidade, social media, marketing digital, etc. Cada modelo de negócio vai ter necessidades específicas, dependendo também de seu tamanho e seu público.

Por fim, é essencial definir um orçamento para todas estas ações e um prazo para implantação e análise de resultados delas.

Ferramentas de comunicação

Como falado no tópico anterior, as ferramentas dentro do plano vão variar com as necessidades de cada empresa. É importante dedicar profissionais específicos em cada item, nem que seja de forma terceirizada.

Abaixo, a descrição de quatro grandes pontos para consideração no plano de comunicação, lembrando que não é necessário se prender a eles e que o mercado constantemente agrega novidades para a comunicação.

Identidade visual: essencial quando a marca ainda não tem logo ou precisa passar por um redesign, garante que a empresa tenha uma imagem definida e possa ser facilmente reconhecida.

Assessoria de imprensa: apesar de trabalhosa, essa estratégia garante bons resultados entre o mercado e os consumidores por “dar” o valor da imprensa ao produto ou empresa;

Marketing digital: importante para empresas com público usuário da internet, engloba redes sociais, marketing de busca, anúncios personalizados e outros pontos que ajudam a atrair clientes e fechar vendas online;

Comunicação interna: item importante para empresas com um número significante de funcionários, alinhando valores e novidades entre todos setores da companhia.

Agora que você sabe o que é plano de comunicação, saiba também quais são os melhores materiais de comunicação para sua empresa.

5 tipos de mockup para comunicação de identidade visual

5 tipos de mockup para comunicação de identidade visual

Quando falamos em mockup é importante lembrar que existem dois tipos principais: o mockup físico, que é a representação de um produto, construído em menor escala, para sugerir como ficará o resultado final, e o mockup digital. Um mockup digital é uma representação em imagem, normalmente produzida em um software de criação e edição, de algum produto ou material de comunicação.

O mockup na identidade visual tem a função de oferecer uma pré visualização das peças antes de sua produção.

Alguns tipos de mockup já podem ser elaborados para apresentação no Manual de Identidade Visual, servindo como padrão para os materiais gráficos essenciais.

Conheça agora 5 tipos de mockup para identidade visual e como você pode incluí-los em sua estratégia.

Cartão de visitas

O cartão de visitas é um material gráfico indispensável para qualquer empresa ou profissional. Eles são elaborados pelo designer, sempre aplicando a identidade visual, e representados no manual da marca em uma imagem simples (só suas duas faces) ou mais produzida, com suas duas faces aplicadas em uma foto específica para mockup.

Fazer a representação do cartão de visitas é uma etapa importante para observação e correção de possíveis erros, prevenindo gastos por erros na impressão e desperdício de material, já que podem ser encomendados em grandes quantidades.

O mockup de um cartão de visitas deve deixar bem especificado qual será o material e a proporção da peça, suas cores e se terá recortes ou aplicação de verniz.

Embalagens

É possível criar tipos de mockup de diferentes embalagens, considerando a rotulagem, o material e o formato final do produto. Fazer essa representação visual digitalmente pode ser complexo, mas é um ponto necessário e que nem se compara aos gastos da produção de uma peça.

Também deve considerar o material final e a aplicação de informações obrigatórias, o que acontece com os alimentos, por exemplo. Além do mockup, é possível fazer um protótipo da embalagem, uma versão “rascunho” para teste de cores, legibilidade, funcionalidade e outros pontos. Para uma embalagem, geralmente se faz um mockup digital ainda na fase de estudo e aprovação. Quando aprovado o conceito da embalagem, se desenvolve o seu protótipo, que normalmente é produzido com os materiais mais parecidos com os que serão usados na produção final. O mockup digital é, em geral, desenvolvido pelo designer que, estando o mockup aprovado pelo cliente, envolve a produção para desenvolver o protótipo.

Brindes

Se a empresa vai trabalhar com brindes para distribuição interna ou para clientes, seu design também pode ser previsto a partir de um mockup. O manual pode trazer representações de aplicação da identidade em bolsas, camisetas, chaveiros, canetas, calendários, adesivos, etc.

Papelaria

Itens de papelaria, também referidos como folheteria, são os materiais de uso interno e externo como envelopes, papel timbrado, etiquetas, folders, cadernos e até catálogos de uma companhia.

Algumas empresas não tem necessidade de produzir todos esses materiais gráficos, principalmente aquelas menores ou mais centradas no digital, mas eles são interessantes pela personalização e pelo profissionalismo passado.

Os mockups, nesse caso, servem para visualização da aplicação da marca e também como guia para as gráficas sobre como o produto deve ser entregue.

Site e peças digitais

O mockup também pode ser feito como representação ou visualização de meios digitais antes de seu lançamento definitivo, a exemplo de páginas de sites, blogs, peças de anúncios, posts em redes sociais, aplicativos e outros tantos mais.

Especificamente nessa situação, considerando o design de sites ou aplicativos, o mockup pode ser posterior ao wireframe: um rascunho dos itens dispostos na página sem grande fidelidade as imagens. Nesse caso, considerando o que deve ser definido no manual de marca, o mockup é mais eficaz.

Sabendo como fazer uso do mockup para identidade visual, não deixe de se aprofundar sobre a aplicação da marca em brindes corporativos.

O que é mockup?

O que é mockup?

A grande maioria das estratégias de comunicação, sejam internas ou externas, vão precisar de peças de design. Para entregar esses materiais, entra a figura do designer, que pode aplicar a identidade visual e outros itens em peças gráficas ou digitais.

O que acontece, muitas vezes, é que os demais profissionais de comunicação não conseguem visualizar o que será feito ou projetado no design. Felizmente, existem formas virtuais que facilitam essa pré visualização.

O próprio designer deve se atentar a essa necessidade de conhecer um projeto antes de sua execução. Para isso, é necessário entender o que é mockup.

Entenda agora qual é a função do mockup e sua importância nas estratégias de comunicação.

O que é mockup?

Um mockup é a representação digital de uma peça de papelaria, um produto ou outro item, normalmente em tamanho natural ou em escala maior. Muitas vezes, mockups de aplicação de uma marca já estão inseridos no Manual de Identidade Visual.

Os mockups são produzidos no Photoshop ou outro programa de edição de imagens, sempre com o objetivo de apresentar a “cara” final de um material: cartão de visitas, embalagens, uniforme, material de papelaria ou site.

Essas representações digitais normalmente servem de guia para que o designer ou outro representante da comunicação consigam aprovação para encomendar ou lançar uma peça. Também servem de referência para gráficas ou fábricas que produzirão o item.

Mockup também se refere a uma representação física, também chamada de protótipo. Podem ser construídos cenários, imóveis em menor escala e produtos em maior escala para facilitar na criação de peças de comunicação (principalmente com a fotografia) e a visualização dos clientes.

Ao fazer uma representação de um site ou aplicativo, o mockup também pode ser utilizado, mas é posterior a outro “rascunho”: o wireframe. Confira no próximo tópico as diferenças (ou semelhanças) entre mockup, wireframe e outros termos.

Diferença entre mockup, maquete, wireframe e protótipo

O mockup, quando físico, é a mesma coisa que a maquete. Porém, maquete é um termo mais comumente usado na arquitetura.

Fazer a maquete de um projeto arquitetônico, por exemplo, exige um cuidado especial com as escalas, os materiais usados e em fazer as representações mais fiéis possíveis. A resistência é outro ponto importante, já que, provavelmente, esta maquete passará um bom tempo em exposição.

Já um wireframe é o rascunho inicial de um site ou outra plataforma digital. Ele tem baixa fidelidade ao design, disponibilizando um esqueleto (ou grid) da página final, sem o uso de fotos ou imagens manipuladas.

Os protótipos são mais avançados, conseguem simular o produto final e até algumas de suas funcionalidades, servindo para os primeiros testes.

Quando criar um mockup?

Elaborar um mockup é super importante para evitar gastos e erros de produção em materiais gráficos. Eles são necessários antes da encomenda ou execução das peças, recebendo a aprovação do responsável pela estratégia de comunicação.

Os mockups podem ser definidos desde o Manual de Identidade ou serem criados conforme a necessidade da marca, atendendo diferentes setores de uma empresa.

Agora que você sabe o que é mockup, conheça 5 tipos para serem incluídos no projeto de identidade visual.

Quando usar press kits na estratégia de comunicação?

Quando usar press kits na estratégia de comunicação?

Os kits para imprensa, ou press kits, são materiais essenciais para uma estratégia de comunicação e divulgação de novidades no mercado de forma orgânica, ou seja, sem ter necessariamente investimento em anúncios.

Um de seus objetivos principais é conquistar, através de um gancho noticioso, o público alvo de publicações como resenhas, reportagens, entrevista e postagens em veículos de imprensa ou em redes sociais.

Se você precisa lançar um novo produto, divulgar a abertura de uma exposição ou apresentar uma nova proposta de aplicativo, já pensou em como vai utilizar corretamente um press kit no seu plano de comunicação?

Descubra quando e como usar um press kit para ter sucesso na sua estratégia. Vamos lá:

Lançamento de produtos

O sucesso de um produto está muito ligado ao quanto ele é conhecido pelos consumidores e como a sua marca chegará até eles. Pensar em um press kit como parte da estratégia de comunicação para lançamento de um produto é pensar em como você quer passar os valores da sua marca.

Além do envio de materiais impressos, como catálogos, e dos releases com as informações técnicas e conceitos envolvidos na produção, é interessante enviar amostras e utilizar embalagens que chamem a atenção de quem vai receber seu press kit. A criatividade e o cuidado envolvidos devem se destacar na produção do seu material e não o valor financeiro do produto.

Divulgação de nova marca

Assim como no lançamento de um novo produto, a divulgação de uma nova marca ou o reposicionamento dela deve ser anunciado através de uma estratégia de comunicação bem elaborada.

Todas as atenções se voltam para o anúncio de uma nova marca ou reformulação de um logotipo, exemplo de redes sociais como Instagram e Facebook que de tempos em tempos anunciam reformulações ou, em menor frequência, bancos, lojas de departamento ou alimentação como o Starbucks e a Coca Cola.

Essas empresas desenvolvem estratégias que incluem contato direto com veículos de imprensa especializados através de materiais explicativos sobre as mudanças.

Estréias artísticas

Desenvolver uma estratégia de comunicação para atrair o público de veículos de arte, cultura e entretenimento é uma tarefa que exige esforço, já que são novos lançamentos todos os dias e a concorrência é alta.

Além de segmentar o público alvo e escolher para quais veículos encaminhar o press kit, ele deve ser muito bem elaborado com materiais que valorizem o projeto. Qualidade de fotos, catálogos e linguagem devem ser condizentes com o tipo de publicação.

Uma banda, por exemplo, deve encaminhar seu produto, ou seja, o álbum que está lançando, além de um release com informações e contatos.

Dica extra: Como fazer um press kit perfeito

A dúvida recorrente para quem quer criar um press kit é sobre quais materiais ele deve conter e pra quem ele deve ser enviado.

Como você deve ter percebido até aqui, em cada situação é necessário entender quem é o público e o tipo de veículo para o qual ele será encaminhado, para não falhar na estratégia de comunicação. De nada adianta focar em revistas, sites ou redes sociais de alcance nacional se o seu lançamento é restrito a uma determinada cidade.

A qualidade do material sendo encaminhado, como já mencionamos, é fundamental, seja ele para mídia impressa ou digital. O design dos materiais gráficos vai contar muito na aceitação do seu press kit. Ele deve seguir a identidade visual, cores, formas e propostas da sua marca.

Conheça no nosso próximo texto os 4 materiais gráficos para um press kit de sucesso.

Press kit ou Mídia kit? Conheça e entenda a diferença

Press kit ou Mídia kit? Conheça e entenda a diferença

Seja para anunciar um novo produto, lançar uma marca, divulgar um serviço ou promover um evento ou reposicionamento da empresa, uma boa estratégia de comunicação é essencial, como você bem sabe.

Existem diversos tipos de materiais de divulgação que podem ser produzidos e que potencializam o poder de atingir o público desejado, seja ele cliente, patrocinador ou anunciante. Press kits e Mídia kits são exemplos comumente utilizados por quem quer conquistar e comercializar espaço nas mídias, respectivamente.

Mas você sabe a diferença entre um mídia kit e um press kit e quando produzir cada um?

O que é um mídia kit?

Estatísticas de alcance, engajamento, audiência, informações sobre o conceito, temática, público alvo e premiações são essenciais para conquistar a confiança do cliente ou anunciante.

O mídia kit é um material de divulgação produzido justamente para apresentar a relevância de um veículo de comunicação impresso ou de mídia digital e o alcance de público que ele tem. É através dele que são comprovados o histórico e apresenta valores e informações sobre custos para anunciantes.

Um mídia kit tem a função de monetizar, por exemplo, páginas nas redes sociais como Facebook e Instagram, pois documenta a influência virtual naquela mídia. O objetivo é fechar parcerias, publieditoriais, banners de anúncios e postagens em texto, vídeo e imagens que sejam relevantes para o público do anunciante, de acordo com a temática e estratégia de divulgação.

Qual a diferença entre um mídia kit e um press kit?

Por serem termos bem semelhantes, mídia kit e press kit podem ser confundidos, mas ambos tem funções específicas e contam com a produção de materiais diferentes para divulgação.

Como explicamos no tópico anterior, um mídia kit funciona como um portfólio ou currículo de um veículo de comunicação, seja ele impresso ou virtual, e tem a função de captar pessoas, nesse caso anunciantes, para sua publicação em um blog, rede social, jornal, revista, canal no youtube e etc.

O press kit, ou kit para imprensa, como abordamos em outro post aqui no blog, é utilizado como forma de conquistar o espaço na mídia de forma orgânica, para atrair a atenção do público sem, necessariamente, anunciar neste espaço. O foco de um press kit é a divulgação de um conteúdo e que ele seja relevante para a publicação em um veículo ou rede social.

Design e Branding: o segredo para um bom midia kit

Um bom midia kit precisa necessariamente ter uma boa apresentação visual e uma estratégia de branding do espaço na mídia que está vendendo, afinal, o cliente quer saber do potencial de alcance e engajamento para seu anúncio e se o investimento naquela publicação trará resultados.

O design gráfico entra como elemento chave neste caso, pois auxilia na organização dos elementos visuais e do conteúdo, tudo isso, seguindo a identidade visual da empresa de mídia.

Portanto, o foco do mídia kit, seja ele impresso ou digital, é atrair anunciantes para seu espaço de veiculação de conteúdo, diferente dos press kits que é feito por qualquer tipo de empresa para divulgar seu produto ou serviço na mídia de forma orgânica.

E aí, quer aprender quando usar press kits na estratégia de comunicação? Veja mais no nosso texto!