Etiquetas personalizadas: Como utilizar na sua estratégia de marketing?

Etiquetas personalizadas: Como utilizar na sua estratégia de marketing?

Etiquetas personalizadas são essenciais para alavancar o seu negócio, sendo uma das estratégias mais utilizadas no marketing.

Isso porque com as etiquetas e demais estratégias de marketing, conseguimos aumentar a divulgação de um produto ou serviço, promover uma marca, gerar autoridade e atrair novos clientes, além de identificar nossos produtos.

Nesse sentido, as vantagens competitivas das empresas não se limitam só ao desenvolvimento do produto, mas também na apresentação, embalagem, rótulo e, é claro, a personalização de etiquetas e adesivos.

Vale ressaltar que a embalagem por si só não garante a atratividade do produto. Por isso, precisamos nos atentar aos outros aspectos também.

Pensando nisso resolvemos trazer este post sobre etiquetas personalizadas para você:

As vantagens de utilizar etiquetas personalizadas

As etiquetas personalizadas, em especial as adesivas, são ótimas para divulgar o seu produto e, além disso, elas podem fornecer informações relevantes.

Em produtos alimentícios, por exemplo, elas podem conter informações sobre a validade do produto, composição, presença de gorduras, lactose, glúten e outras substâncias que podem causar alergias.

As etiquetas adesivas personalizadas precisam ter:

– Uma ótima aderência nas superfícies;

– Boa resistência e alta durabilidade;

– Capacidade de suportar variados tipos de temperatura;

 

Modelos e cores de etiqueta personalizada

Modelos atraentes e uma boa escolha da cor da sua etiqueta podem influenciar no resultado da sua estratégia.

Trouxemos aqui alguns modelos e suas características para te auxiliar na hora da confecção da etiqueta:

Etiquetas foscas

Além de serem ótimas para fundos e não espelharem a luz, são muito boas para o resultado de fotos e filmagens.

 

Etiquetas eletrostáticas

São de fácil aplicação e manuseio. Não mancham e não criam bolha.

 

Etiquetas metalizadas

Chamam a atenção e causam um belo impacto visual.

 

Cores das etiquetas

A escolha da cor é um elemento importante e precisa ser analisada juntamente com a escolha do modelo de etiqueta.

 

Por exemplo, tons pastel não são indicados em etiquetas transparentes, mas sim para aquelas em vinil, por promoverem um maior destaque.

Já para os modelos metalizados, a dica é usar apenas as informações básicas, sem exceder. Assim o resultado pode ser otimizado.

Como fazer etiquetas personalizadas

As etiquetas personalizadas adesivas podem ser feitas em uma gráfica especializada.

Para que o serviço seja realizado, é preciso repassar à gráfica as informações que precisam ser dispostas na etiqueta, além do logotipo e da identidade visual, que deve orientar a escolha das cores.

O número de identificação do produto e o código de barras também devem estar contidos na etiqueta e são de extrema importância.

Com isso, é possível rastrear a mercadoria, verificando se o produto já chegou ao seu devido destino.

Essas são as nossas dicas a respeito das etiquetas personalizadas.

Você sabia que a BST! pode te ajudar na confecção das etiquetas?

Vamos trocar uma ideia, entre em contato conosco!

E se você quiser saber mais sobre etiquetas, leia este artigo.

Um abraço e até o próximo artigo!

5 tipos de merchandising no ponto de venda para você aplicar no seu negócio

5 tipos de merchandising no ponto de venda para você aplicar no seu negócio

Merchandising no ponto de venda é a união de ações, estratégias, materiais promocionais e técnicas com o objetivo principal de dar maior visibilidade e expor as informações dos produtos e serviços oferecidos pela empresa.

Além disso, o merchandising auxilia na aproximação entre o cliente e o que está sendo ofertado, despertando mais que apenas a vontade de comprar.

Sendo assim, entender o processo de merchandising para ponto de vendas irá abrir um leque de oportunidades para você, além de aumentar as vendas, é claro.

Trouxemos neste post 5 tipos de merchandising para você aplicar agora mesmo no seu ponto de venda.

Confira:

#1 – Marketing Sensorial

Marketing sensorial é a exploração dos 5 sentidos (visão, audição, olfato, tato e paladar) como parte da estratégia de vendas, diferenciação e posicionamento.

Esta estratégia é capaz de trabalhar no consumidor todo o seu potencial mental. Assim, a mensagem do marketing é passada de forma mais clara e natural.

Sentir o cheiro do cafezinho ou apenas testar o áudio do aparelho não basta: o ideal é que todos os sentidos sejam trabalhados em conjunto. Isso faz o consumidor ter experiências únicas.

É claro que nem todas as empresas possuem produtos onde é possível explorar os 5 sentidos, mas é fundamental que você tente extrair o máximo de cada um para que o consumidor crie familiaridade com o seu produto.

– Aromatização;

– Degustação;

– Embalagens diferentes;

– Cores chamativas;

– Entrega de brindes;

– Faixas;

– Adesivos;

– Placas;

– Tipos de sons;

– Produtos exclusivos;

– Embalagens com edições limitadas

Essas são algumas ideias de marketing sensorial que você pode aplicar na sua estratégia.

#2 – Amostras grátis

A distribuição de amostras grátis é uma poderosa estratégia para aproximar o cliente da sua marca de uma maneira não invasiva. Sem contar que ativa no consumidor o gatilho mental da reciprocidade.

Independente do segmento da empresa, o “grátis” sempre irá atrair clientes potenciais. Pesquisas comprovam que os brasileiros preferem que terceiros decidam quais marcas ou produtos eles devem consumir – e isso muitas vezes acontece através de comunicação e estratégias de marketing.

Levando em consideração a reciprocidade, quando fazemos algo para alguém de forma honesta e autêntica, a pessoa que recebe o favor sente como se estivesse em dívida com a gente, tendo que retribuir o favor.

No meio comercial, o consumidor que recebe uma amostra grátis tende a querer comprar seu produto uma vez que consumiu apenas a amostra grátis, pois isto é visto como um “favor” que a marca fez por ele..

Neste caso, a compra é vista como retribuição do favor.

#3 – Vitrinismo

Quando você está caminhando por um shopping ou por uma rua cheia de lojas, você provavelmente se atrai por vitrines bem feitas, não é mesmo?

Pois bem, além de serem uma estratégia de merchandising para pontos de venda, o vitrinismo é uma ótima forma de se destacar da concorrência.

Para que esta estratégia atinja o seu objetivo de atrair o cliente potencial, não basta apenas escolher itens aleatórios para expor na sua vitrine. Cores, iluminação, sons, perfumes e a escolha dos itens influenciam para que a ação seja efetiva.

Para que você entenda um pouco mais sobre este assunto, sugerimos que acesse este nosso post “você sabe o que é vitrinismo?” onde há mais informações.

#4 – Comunicação Visual

Além de materiais tradicionais para o merchandising no ponto de venda, como adesivos, faixas, totens e wobbler, temos a oportunidade de recriar o que já existe e inovar.

Que tal mesclar as tendências da comunicação e do mundo digital para criar materiais que se destaquem?

Hoje em dia o digital está muito presente na comunicação e você pode tirar proveito disso na comunicação visual do seu PDV.

Uma ideia seria fazer o uso de painéis de led, o chamado “digital signage”, para compor a sua comunicação visual interna.

Além de promover o seu produto e divulgar as ofertas, isso pode entreter os consumidores que estão circulando na loja.

# 5 – Aproveite as sazonalidades

E o quinto tipo de merchandising que sugerimos é atrelar sua marca  celebrações e sazonalidade  em que ela está inserida: datas comemorativas (como Natal, Páscoa, Dia das Crianças, Dia dos Pais, Dia das Mães, Dia dos Namorados), festas locais da cidade, tradições, hábitos regionais e outras características que podem ser aproveitadas.

Criar estratégias para este tipo de merchandising pode ser considerada uma ação assertiva, pois acaba mostrando que sua marca faz parte da comunidade em que ela está inserida e cria conexão com o público.

Estes foram os 5 tipos de merchandising para ponto de vendas que preparamos para você. Esperamos que você tenha gostado das dicas e aplique as estratégias o quanto antes.

Você tem dúvidas, contribuições ou ideias de conteúdo? Deixe aqui nos comentários para gente!

E se gostou do tema de hoje, acesse este link Como usar displays no ponto de venda para saber mais sobre ponto de venda.

Abraço e até o próximo!

 

Manual de marca: O que é e qual a importância dele para seu negócio

Manual de marca: O que é e qual a importância dele para seu negócio

O manual de marca é um documento imprescindível e que deve ser seguido de forma rigorosa por qualquer profissional que tiver contato com a identidade visual de uma marca.

Uma identidade visual padronizada, que se adapte em diferentes formatos e que tenha sua aplicação respeitada em diferentes layouts é essencial para que uma marca seja reconhecida e sustentada por bastante tempo.

Um manual de marca contém vários elementos que precisam ser aplicados de forma padronizada quando uma publicidade está sendo veiculada com a imagem da empresa, tanto online quanto offline.

Elementos como tipografia, cores, tamanhos, logotipo e muitos outros detalhes irão definir se a aplicação está sendo feita de maneira correta.

Para que você entenda a real importância de um manual de marca, escrevemos este post explicando o que é e porque ele é tão importante.

Acompanhe a leitura e saiba mais!

O que é o Manual de marca?

O manual de marca é um guia que reúne todas as recomendações, especificações e normas técnicas a respeito do uso dos elementos visuais da empresa. Ele orienta o uso tanto para campanhas de marketing quanto ao branding.

Normalmente este documento é desenvolvido pelo profissional ou agência que ficou responsável por criar a identidade visual da empresa. Isso porque após a criação do logotipo e outros elementos relacionados à marca, é de vital importância que seja especificado formatos, tamanhos, cores, fontes, restrições.

Estas informações irão auxiliar na preservação das propriedades visuais da marca, gerando reconhecimento para a ela.

O que está incluso em um manual de marca?

Vale ressaltar que não existe uma regra geral do que precisa estar incluso em um manual de marca. Cada empresa cria o seu de acordo com suas especificações e exigências.

Entretanto, existem algumas informações que sempre estão presentes na maioria dos materiais. São elas:

  • Variações do logotipo     
  • Paleta de cores
  • Regras de posicionamento e comunicação
  • Elementos gráficos          
  • Missão, visão e valores da empresa
  • Descrições da marca
  • Restrições gerais

Com estas informações, qualquer profissional conseguirá utilizar os elementos visuais da empresa, mantendo e preservando o padrão atual.

Por que o manual de marca é importante para seu negócio?

Caso você faça uma campanha de marketing, o manual de marca precisa estar presente desde o brainstorming até a execução.

Separamos 05 motivos para você não esquecer do Manual de Marca na hora de executar uma campanha de marketing:

#01 – Respeitar a identidade visual da marca

Tudo o que foi proposto na identidade visual da marca precisa estar padronizado e ser respeitado. Não seguir esta padronização pode prejudicar o posicionamento da marca no mercado.

O público costuma reconhecer a marca por meio dos elementos visuais presentes nos meios de comunicação e nas embalagens. Sem um padrão visual, fica difícil se acostumar com as imagens.

#02 – Manter a padronização mesmo em campanhas pontuais

Existem campanhas de marketing que necessitam de diferentes abordagens, como é o caso do dia da Páscoa ou Dia dos Namorados. Embora existam as sazonalidades, é fundamental que a identidade visual se mantenha padronizada para que o público entenda que aquela campanha em questão é da sua empresa.

Afinal de contas, as campanhas mudam, mas a sua marca não.

#03 – Assegurar que você continue conversando com sua persona

Assim como em qualquer estratégia de marketing, a persona da sua marca foi levada em consideração durante a  criação da identidade visual. Logo, é preciso manter o diálogo com a sua audiência por meio dos elementos gráficos, visuais e sonoros independente da campanha, formato de anúncio ou veículo de comunicação. Você precisa se conectar com a sua persona em todos os pontos de contato. Por isso, certifique-se de que a identidade da empresa foi utilizada da forma adequada.

#04 – Garantir que terceiros tenham as informações necessárias a respeito da marca

Imagine que a sua empresa precisasse terceirizar parte ou até mesmo todas as atividades de marketing.  Sem um manual de marca para garantir uma eficiente gestão de branding, você teria um grande problema, não é mesmo?

As boas práticas de marketing orientam as empresas a compartilhar o manual de marca com todos os profissionais que irão produzir algum tipo peça gráfica ou audiovisual que leve a marca da empresa. Desta forma, ficará claro desde o início do trabalho o que pode e o que não pode ser feito com relação a sua logomarca.

#05 – Evitar erros e retrabalhos

E por fim, mas não menos importante, apresentamos o que acontece quando esquecemos do manual de marca. Na prática, ninguém quer fazer retrabalhos, não é mesmo?  Isso custa tempo e, principalmente, dinheiro. Finalizar um trabalho de marketing e perceber que não seguiu o padrão da identidade da marca é o pior dos mundos.

Como não deixar que isto aconteça? Seguindo as orientações acima!

Se você deseja ter um excelente posicionamento de mercado e uma marca reconhecida pelo seu público, você precisa elaborar uma identidade visual alinhada à sua proposta de valor. E for fim, você deverá cuidar da marca para que ela nunca perca a integridade.

E para fixar ainda mais seus conhecimentos, te recomendamos este post:

Saiba o que é um logotipo e porque a sua empresa precisa dele

Ficou com alguma dúvida ou precisa de ajuda? Entre em contato com a gente, será um prazer te ajudar!

Abraço e até a próxima!

Identidade visual: entenda o que é e qual a importância dela para o seu negócio

Identidade visual: entenda o que é e qual a importância dela para o seu negócio

Todos nós temos características próprias, seja o nosso próprio nome, família, valores, conceitos e até manias. Tudo isso pode ser notado pelas pessoas ao nosso redor e pela sociedade em geral.

As características de uma marca são semelhantes às nossas. Todas têm um nome, uma cultura, valores e missão. Mas seria possível uma marca transmitir suas características para sociedade?

Pois bem, com uma identidade visual, isso é possível.

Identidade visual é o conjunto de símbolos, cores, formas e fontes criados para traduzir todo o conceito da sua empresa.

Ela precisa ser prioridade em qualquer estratégia de marketing, afinal de contas, o processo de “encantamento” do seu potencial cliente acaba se tornando muito mais fácil.

Vamos te explicar melhor a seguir. Fique conosco:

O que é identidade visual?

É todo o conjunto gráfico que personifica a empresa. Ela é capaz de refletir quais são os valores da marca e até como ela vê e quer ser vista pela sociedade em geral.

Para ilustrar melhor, vamos usar um exemplo: imagine que você tem um amigo que está sempre de camiseta azul, independente da situação. Automaticamente, sempre que você vê alguém de azul, acaba lembrando desse amigo.

Ou quem sabe você tem uma irmã que sempre fala sobre rock. Neste caso, sempre que você ouvir rock ou alguém falando de rock, vai lembrar dela, pois ela sempre fala sobre isso.

É assim que funciona a identidade visual para as empresas. É algo que te diferencia das demais, que faz você ser lembrado mesmo sem estar lá.

É por isso que é preciso de um esforço para que ela seja diferenciada positivamente, até porque ela é responsável principalmente por atrair o cliente.

A atração é a ponte entre a sua marca e o cliente. Isso acontece no momento em que algo chama a atenção e, em seguida, transmite segurança e conforto para que o cliente entenda que a marca irá atender os seus anseios.

E qual a importância da identidade visual para o seu negócio?

Uma identidade visual bem arquitetada e planejada é essencial para definir de forma rápida quem é a empresa. Em outras palavras, você bate o olho e já sabe qual é a marca.

O que vem em sua cabeça quando você imagina um fundo azul e uma letra F branca? Provavelmente você lembrou do Facebook.

Ou aquela marca que é representada por um M nas cores vermelho e amarelo? Aposto que você lembrou do McDonald’s.

Uma identidade visual bem elaborada tem esse impacto: transparece a missão e o valor da marca e é reconhecível em qualquer lugar.

Os elementos da identidade da sua marca precisam estar presentes na vida do seu público. Assim, com o tempo, você vai ganhando um espaço mental no cérebro dos consumidores, facilitando e transformando o processo de decisão de compra favorável à sua marca.

Da mesma forma que quando você pensa em hambúrguer, você lembra do McDonald’s, o consumidor precisa pensar no seu nicho e lembrar da sua marca.

A identidade visual precisa gerar confiança, conexão e engajamento.

Agora que você já sabe o que é identidade visual e qual a importância dela para o seu negócio, que tal planejar qual será o conjunto de elementos que fará parte da identidade da sua marca?

Se ficou com alguma dúvida, deixe aqui nos comentários ou entre em contato conosco, será um prazer bater um papo com você.

Forte abraço e até o próximo post!

Fotografia gastronômica: como fazer fotos de comida mais bonitas?

Fotografia gastronômica: como fazer fotos de comida mais bonitas?

Restaurantes e empresas da indústria alimentícia compartilham os benefícios obtidos com a fotografia gastronômica. Para além desse fator comercial, relacionado com a divulgação, apresentação e venda desses produtos, existe ainda a possibilidade de tratar as fotos de comidas como um hobby – mas este não é o foco deste artigo.

Fazer fotos de comida, como todo tipo de fotografia, exige treino e um olhar profissional para obter os melhores resultados e ainda aprimorar cores, brilho, apresentação da textura e o que mais for necessário para um bom resultado final.

Nos tópicos a seguir, conheça mais sobre os usos dessas fotos e quais são suas opções ao trabalhar com esse elemento.

Usos da fotografia gastronômica

Como já mencionado, os principais usos desse tipo de fotografia são voltados para apresentação de pratos, ingredientes ou produtos, tendo utilidade para fabricantes, restaurantes, docerias, mercados e outras empresas da área. Essas fotos podem ser utilizadas em canais e formatos mais específicos, por exemplo:

• Em peças de divulgação para redes sociais;
• Nas embalagens personalizadas;
• Na diagramação de cardápios;
• Em materiais gráficos como banners e folhetos;
• Para criar peças decorativas originais para seu restaurante (quadro ou pôster);
• Para atualizar site e preencher perfil do endereço no Google.

Entre outras possíveis utilidades. Apresentar seus produtos de uma forma mais bonita vai agregar valor, dando mais destaque e atraindo consumidores. O ponto seguinte é a consideração sobre o que é melhor: produzir as fotos com os seus próprios produtos ou utilizar um banco de imagens.

Fotos de comida: produzir ou comprar arquivo?

Idealmente, é sempre muito mais interessante fazer suas fotos originais do que utilizar as imagens de banco, sejam elas pagas ou gratuitas. O ponto é que essa produção para realizar as fotos pode representar um investimento alto, tanto na comida como nos equipamentos e tempo de trabalho de um fotógrafo profissional.

Uma vantagem é que os smartphones já contam com ótimas câmeras, que podem ser configuradas para garantir um bom tamanho e qualidade das suas fotos. Com a ajuda de um tripé para aumentar seu apoio e de uma boa iluminação, é possível obter fotos da comida, principalmente no dia a dia de restaurantes, doceiros e afins.

O trabalho do fotógrafo é a melhor saída para os produtos in natura e ingredientes, já que um bom profissional – que pode até ser especializado neste mercado – vai ter o olhar crítico para conseguir vários ângulos e efeitos mantendo a qualidade, também de acordo com o uso desejado.

Tratamento da fotografia gastronômica

Seja ao optar pela fotografia original e profissional ou pelo banco de imagens, é importante dar o tratamento adequado à suas fotos. Não basta simplesmente ter uma foto e inseri-la nos formatos desejados. É necessário editar cada imagem para aprimorar sua aparência e fazer a aplicação adequada para seus materiais gráficos, a exemplo das embalagens para alimentos.

Independentemente da origem da foto – cuidando sempre para não plagiar ou utilizar fotos com direitos reservados – é necessário passá-la também por um designer gráfico. Esse profissional vai dar o melhor destino a esse elemento dentro dos objetivos desejados, seja em diagramação, produção de peças de divulgação, organização do site e afins.

Aproveite, agora que você conhecer as utilidades da fotografia gastronômica, e veja também como fazer um catálogo de produtos atrativo a partir das suas fotos.

A importância da comunicação visual para restaurantes

A importância da comunicação visual para restaurantes

Quem tem um restaurante ganha, de brinde, muitas preocupações para se ocupar durante o funcionamento deste empreendimento. Para além do cardápio, abastecimento e atendimento nos horários de almoço e jantar, é necessário pensar também na apresentação do endereço e seus pratos. É para isso que a comunicação visual para restaurantes serve.

Se comunicar é importante por muitos fatores, conforme descreveremos a seguir. Os elementos visuais, partindo da criação de uma identidade visual, são necessários para que seu restaurante seja encontrado, conhecido e então alcance cada vez mais mercado.

A identidade visual e toda comunicação do restaurante deve estar alinhada ao seu conceito, seja ligado a uma culinária específica, ao público-alvo, ao tipo de refeição ou qualquer outro elemento significativo ou que simbolize o tipo de restaurante.

Neste artigo, vamos falar mais sobre a importância da comunicação visual para restaurantes e destacar as peças essenciais para seu negócio, dando exemplos de aplicação da identidade visual. Boa leitura!

Por que investir em comunicação visual?

Se você parar para pensar em um bom restaurante, certamente vai se lembrar de sua marca, a fachada do local, as cores dele e outras ideias que são criadas propositalmente pelo restaurante justamente como uma identidade, com a função de se fixar na mente do público e se destacar no mercado.

A comunicação visual se utiliza da marca e de outros elementos gráficos, em diferentes formatos, para alcançar o público e passar uma mensagem. Seu restaurante precisa de uma identidade visual (nome, logotipo, cores) para conquistar clientes, se apresentar à vizinhança e ao mercado e ainda trabalhar sua marca, caso queira abrir mais unidades.

Existem peças e materiais gráficos de comunicação visual indispensáveis para esse tipo de negócio. Confira abaixo.

Elementos de comunicação visual para restaurantes:

• Fachada convidativa

Se a entrada do seu restaurante não tiver nenhuma indicação de que ele existe ali, seu público vai ter dificuldade de achá-lo. A fachada do restaurante é comunicação visual, afinal ali deve aparecer a identidade e também um convite, entre outras informações, para que o público seja atraído. Dependendo do tamanho disponível em sua fachada, existem mais possibilidades de personalização e criação de banners, letreiro, vitrine, iluminação e outros elementos para tornar o ambiente ainda mais convidativo.

• Cardápio legível e atrativo

É no cardápio que os clientes vão conhecer mais sobre o restaurante. Esse material deve ser simples, legível e ainda assim bonito e criativo. Não exagere em cores, fotos ou grandes blocos de texto. Aplique a identidade visual e invista também em bons materiais para imprimir o cardápio personalizado.

• Decoração e itens personalizados

A comunicação do restaurante também é feita através da decoração, podendo ser temática junto à culinária ou mais conceitual, e também na personalização de itens e peças como talheres, louças, guardanapos, porta-copos, embalagens descartáveis e para viagem, etc. O uniforme de garçons também pode trazer a identidade visual do restaurante, sempre pensando em aumentar a divulgação e fixação da sua marca.

A comunicação visual de restaurantes é importante para atrair e fidelizar o público, sendo aplicada no local, nas redes e canais de comunicação e até mesmo para o delivery. Veja também algumas ideias para criar embalagens para marmitex.

Criar slogan: exemplos e os 4 elementos para passar sua mensagem

Criar slogan: exemplos e os 4 elementos para passar sua mensagem

O que faz uma marca ser forte no mercado? Não estamos falando necessariamente de capital, mas sim da imagem. O poder de alcance e reconhecimento do grande público depende da capacidade de comunicação das empresas.

Essencial para que uma marca se torne conhecida aos consumidores, o slogan faz parte desses elementos e deve ser considerado como parte do planejamento de uma marca.

O que é um slogan e como criar o seu

Velho conhecido da publicidade, o slogan é uma pequena frase que tem como objetivo tornar a marca de uma empresa ou produto reconhecida através da rápida memorização do público.

Você já deve ter visto e ouvido vários por aí, no rádio, na TV, em revistas e jornais. Para os brasileiros, então, o que não faltam são exemplos. Mas o que o “Bombril, 1001 utilidades”, “Skol, a cerveja que desce redondo” e “Itaú, Feito para você” têm em comum?

Além de breves, são extremamente impactantes, possuem uma capacidade de fixação impressionante na nossa memória e são altamente persuasivos.

Não existe fórmula mágica, mas para te ajudar na tarefa, temos 4 elementos básicos para criar um slogan criativo e impactante. Confira!

1º elemento: Exclusivo

Não, não adianta copiar! Um slogan deve ser único, afinal, ele faz parte da marca registrada da sua empresa sendo apresentado, em alguns casos, junto ao logotipo, como no caso da “Nike – Just do it” e “Johnnie Walker – Keep Walking”.

A essência da marca é representada nesses elementos, e todos slogans conhecidos e que são facilmente identificáveis foram planejados de acordo com os valores da empresa e pensados para transmitir uma mensagem direta.

2º elemento: Viciante

Uma das principais características de um slogan é a sua capacidade de ser viciante. Aquela frase que “gruda” na cabeça de tanto ser repetida ao público em diferentes canais. Para isso, é possível utilizar jogos de palavras, jingles e até mesmo uma dose de humor para criar empatia e conexão com o público.

“Abra a boca, é Royal” marca de gelatina Royal e “Atchim? Respirin” do medicamento antigripal são exemplos de slogans que não fogem à memória e utilizam esses recursos para se tornarem viciantes.

3º elemento: Objetivo

O slogan precisa ser direto ao ponto para que o texto cause impacto e caiba em poucas palavras, ditas em um comercial ou impressas em uma embalagem. Essa questão deve entrar em pauta ao criar um slogan, e o ritmo e rima podem ser estratégias utilizadas com bom senso para um resultado impactante e positivo.

4º elemento: Marca implícita

Um dos grandes desafios para criar um slogan perfeito é conseguir fazer com que as qualidades da marca estejam presentes e ainda descrevê-las em poucas palavras. É um exercício que exige criatividade e um conhecimento aprofundado sobre a história e posicionamento da marca, que inclui o público-alvo e as estratégias de comunicação.

Contratar especialistas para criar o slogan da sua empresa é uma boa decisão. Preparamos um artigo com 4 passos para contratar uma agência de comunicação e te ajudar nessa tarefa.

Logotipo vs. Isotipo: conheça e saiba as diferenças na identidade visual

Logotipo vs. Isotipo: conheça e saiba as diferenças na identidade visual

No momento de criar uma identidade visual para sua empresa – ou seja, criar uma representação visual de sua marca – é muito importante considerar quais serão os elementos gráficos e ilustrativos que darão a “cara” da companhia, sempre devidamente alinhados com o público-alvo.

Sua marca pode ser representada com um logotipo ou um isotipo, entre outras opções de simbologia e versões. Mas você, por acaso, sabe as diferenças entre logotipo e isotipo? Neste artigo, vamos explicar os diferenciais de cada um, também trazendo exemplos já conceituados no mercado.

Por fim, falaremos também sobre algumas dicas e itens para avaliação ao fazer a identidade visual de sua empresa. Conheça esses dois elementos agora!

O que é logotipo?

O primeiro ponto que devemos tratar aqui é que a conhecida “logomarca” é uma expressão errada. Ela é redundante já que “logo” já significa marca, especificamente marca em palavras. Logotipo é o nome generalista que utilizamos para falar das representações gráficas de marcas.

Mais especificamente, logotipo é a combinação das expressões palavra + letra. Isso significa que um logotipo é uma marca inteira composta apenas por lettering, geralmente o nome da própria empresa. Essas letras podem ser estilizadas ou seguirem uma tipografia comum.

Exemplos de logotipos são as marcas Zara, Canon, Google, Disney e Sony. Pode ser o caso de uma marca existir em versões logotipo e isotipo, sendo um imagotipo. Falaremos disso mais à frente.

E o isotipo?

Uma marca com um isotipo é representada com apenas um símbolo ou imagem. Trabalhar com esse tipo de marca é um pouco mais complicado, afinal o nome da empresa e todos seus valores e significados devem estar expressos em um símbolo de leitura fácil e reprodução simples. Um exemplo é a Apple, cuja marca é apenas o desenho de uma maçã mordida.

Outros exemplos de marcas em isotipo são Renault, Shell e Mitsubishi. Apesar de serem símbolos bem conhecidos, essas marcas também podem utilizar o texto para facilitar sua apresentação e leitura, principalmente aos públicos e mercados mais distantes.

O que é um imagotipo?

Já o imagotipo é a soma do símbolo e imagem ao texto. Um exemplo bem fácil de entender o imagotipo é a marca Nike. Ela é composta pelo texto “Nike” e pelo símbolo de check. Tanto o texto como o símbolo, mesmo separados, funcionam como marca.

Nem sempre o manual de identidade visual da empresa vai permitir a utilização separada de símbolos e lettering. Outros exemplos são Lacoste (com o símbolo do crocodilo), Toyota, Carrefour, Puma, etc.

Logotipo vs. isotipo: qual vai funcionar para sua marca?

Os dois têm utilidade, cabe pesar o que é importante para o seu negócio. Quando já se tem algum reconhecimento sobre a marca e um bom trabalho de branding, o isotipo é melhor utilizado. Já o logotipo é mais fácil de ser executado e lembrado, sendo interessante para quem ainda vai lançar sua marca. Vale observar também como são as marcas e logos dos concorrentes, que provavelmente já têm alguma aderência entre o público-alvo.

Se tiver dúvidas sobre escolher entre logotipo ou isotipo, consulte um designer para alinhar todas as necessidades de sua marca e projeto. Aproveite para conferir as 5 etapas necessárias para criar seu logo.

Quais os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca?

Quais os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca?

A identidade visual da marca é criada com base no perfil do negócio. Ela traduz a missão e os valores da empresa.

Fundamental para o comunicação da marca e conexão com o consumidor, o design de marca faz parte das estratégias de branding e, os conceitos que a identidade visual transmite ao mercado fortalecem os vínculos com o público-alvo, ou seja, estabelece uma identificação entre a marca e os clientes conquistados e fidelizados.

Alguns fatores evolutivos exigem alterações nessa identidade como ampliação do mercado, lançamento de novos produtos e serviços, concorrência e mudança do perfil do consumidor, por exemplo.

O redesign de marca é uma estratégia para recriar a identidade e adequar a novos públicos, porém mudanças bruscas na identidade visual podem ter um impacto negativo à imagem da empresa, fora os custos que a organização terá para posicioná-la no mercado e no imaginário do público-alvo.

Entenda um pouco mais sobre o que é e como fazer redesign de uma marca.

O que é redesign?

A tradução direta seria o redesenho, seja de produtos, processos e outros elementos já existentes na empresa. Na prática, podemos definir o redesign corporativo como a necessidade de transformação da identidade visual através de seus elementos gráficos e aplicações para apresentação ao mercado no geral.

É fundamental entender o design de forma estratégica e que acompanha a evolução e expansão de uma empresa e sua forma de se comunicar com o mercado em geral. O foco aqui é pensar novas estratégias para criar a conexão entre o produto ou serviço oferecido, sem necessariamente abandonar o histórico e tradição da empresa, já que existem.

Grandes corporações como McDonald’s, Rede Globo, Microsoft, Google, Itaú e Nestlé de tempos em tempos fazem alterações, por vezes imperceptíveis num lance de olhar, mas que refletem mudanças de maior ou menor impacto nos rumos e pretensões dos negócios e podem ser pautados por questões internas como união com outras empresas ou externas como percepção de um novo comportamento do consumidor.

Nesse sentido, podemos diferenciar por dois tipos de redesign:

Redesign Parcial, que leva em consideração mudanças pontuais na identidade visual. Trata-se de uma prática comum no mercado, como a atualização de elementos em logotipos e cores, sem alterá-los completamente. É uma estratégia mais comum para empresas que desejam modernizar sua imagem. Até mesmo as novas tecnologias e tendências influenciam nesse processo.

Redesign Total é aplicado em situações onde a marca reconhece e deseja refletir um novo posicionamento, alterando todos os elementos gráficos e propondo novas cores. Geralmente, a reformulação completa da identidade visual surge quando existe uma mudança na gestão de marca da empresa.

Qual a diferença entre redesign e rebranding?

Construir uma nova identidade para uma marca ou modernizar a imagem de forma pontual, não é uma tarefa simples e deve ser executada com base em um planejamento que atenda às necessidades da empresa e como será a receptividade do mercado.

Em alguns casos, a mudança do posicionamento se faz necessária como em momentos de crises da imagem, expansão dos negócios, novas estruturas organizacionais, queda em vendas e etc. Com a era digital, a experiência do consumidor com a marca através das redes sociais tem influenciado cada vez mais na decisão de reestruturação e reformulação da imagem.

A mudança de postura é reflexo de uma nova cultura interna e o rebranding é uma estratégia de marketing e relacionamento em busca do diferencial competitivo, reconhecendo os pontos fortes e fracos da empresa, analisando o comportamento e adequando a comunicação do mercado. Neste último ponto, a comunicação visual e todos os seus elementos fazem parte dessa nova postura.

Ou seja, o redesign, ao trabalhar novas interpretações e propostas para a identidade visual, faz parte das ações da renovação de gestão de marca, sem depender, necessariamente de uma mudança de posicionamento para ser realizado.

Porque fazer redesign de uma marca?

Muito além da questão estética, o redesign influencia na percepção do consumidor e na decisão de compra. Antes de decidir pela mudança de identidade visual, independente de qual alteração seja realizada, é preciso se fazer alguns questionamentos.

“A cara da minha marca é ultrapassada?”, “O perfil do meu cliente mudou?”, “Quais canais de comunicação eu utilizo para falar com meu público?”, “Os produtos dos meus concorrentes chamam mais atenção que os meus”. Se a resposta for SIM para todos esses casos, existem indícios mais que suficientes para repensar, dentre outros pontos, a identidade visual da sua empresa.

Além dessa avaliação interna, vale à pena consultar diretamente o mercado, fazer pesquisa direta com consumidores para entender como eles enxergam o seu produto ou serviço e qual a influência da marca.
Para o lançamento de uma nova linha de produtos ou reformulação dos já existentes, é necessário repensar formatos e aplicações da marca, formatos e tem no redesign um suporte importante para manter a identidade sem deixar de impactar o mercado com a novidade.

Marcas de pequeno e médio porte possuem mais vantagens para apresentar uma nova identidade visual, já que essa mudança acontece de forma mais rápida, diferente de grandes corporações com maior abrangência e um processo de rebranding complexo.

Dicas para fazer redesign da sua marca

Então, por onde começar? identificado os motivos e a solução para repensar o design da sua marca, em busca do fortalecimento e reconhecimento no mercado, é importante observar alguns pontos que vão interferir diretamente no resultado final de todas as aplicações da identidade visual.

1. Evite mudanças bruscas

O redesign da marca deve ser feito após um estudo aprofundado sobre o impacto que a reformulação terá sobre os negócios. Mudanças bruscas na identidade visual podem levar o mercado a pensar que se trata de uma nova empresa.

O elo entre a marca e o público-alvo pode quebrar, com o risco de o cliente passar a considerar outras marcas. Portanto, um dos cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca é evitar as mudanças bruscas.

A transformação da identidade visual precisa estar em sintonia com a imagem que a marca deseja transmitir ao mercado, porém, essa imagem deve ser verdadeira. Não é possível transmitir credibilidade, inovação ou outros conceitos, somente com a identidade visual.

2. Reformule e recicle

A identidade visual de sua empresa não precisa ser eterna. O redesign pode revitalizá-la, sim, e deve ser feito para acompanhar a evolução da própria marca. Mas as mudanças não devem ser radicais, caso contrário, o mercado terá dificuldade para relacionar a nova identidade visual a sua marca.

Ao avaliar os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca, especialistas em identidade visual procuram fazer uma reformulação perceptível, mas não drástica, para não deixar os clientes em dúvida se estão realmente levando para casa a marca original. Ao invés de alterar a cor, característica de algumas marcas, são alteradas as tonalidades e detalhes do logotipo.

Pequenos detalhes, ao contrário do que parece, fazem muita diferença, sem romper totalmente com a identidade visual construída ao longo do tempo. Vemos esse exemplo em marcas como a Adidas, que alterou seu logotipo com formas curvas para barras de ângulos retos, dando uma cara mais “agressiva” à marca esportiva, mas o nome e a tipografia em branco ainda continuam presente.

3. Não se baseie em tendências

Um dos cuidados a tomar na hora de fazer o redesign de uma marca é não seguir tendências. Nada de ir atrás de “modinha” quando o assunto é a identidade visual da empresa.

A marca carrega a história, a missão e os valores da empresa, portanto, não deve ser volátil, mudar o tempo todo, seguindo tendências passageiras. Pense em marcas que estão há décadas, no mercado.

As transformações da identidade visual dessas companhias, na maioria dos casos, foram bem sutis, acompanharam a evolução da própria marca. O consumidor não fica em dúvida sobre a marca que está adquirindo porque as alterações da identidade visual não a descaracterizaram.

Nesse ponto, também vale ressaltar a importância em não copiar a concorrência. Inspirações são sempre bem vindas, mas não devem se confundir com plágio. É muito negativo para imagem da marca, além de ser crime, utilizar elementos, cores, imagens e tipografia de outras empresas. Além do mais, essa atitude vai na contramão da diferenciação de mercado. Criatividade e inovação também fazem parte desse processo e podem ser mais fáceis quando existe a ajuda de um profissional.

4. Procure ajuda profissional

Tanto a construção da identidade visual como o redesign da marca devem ser realizados por especialistas no assunto. O cuidado aqui está na escolha de profissionais que tenham conhecimento sobre quais alterações são ou não necessárias. Esse é um trabalho que deve ser pensado e formulado por profissionais qualificados e experientes.

O design, como explicamos, traduz a história, missão e valores de uma empresa. Também estabelece uma ligação emocional, credibilidade e confiança com os clientes. O planejamento é essencial ao redesign de uma marca. Como você pode ter percebido até aqui, marca e design são inseparáveis. O design revela os conceitos da marca.

Por isso, antes de pensar na reformulação da identidade visual, é necessário compreender as mudanças da própria marca e o auxílio de profissionais ajuda a compreender quais transformações da marca justificam as alterações na identidade visual e não o contrário. Mas toda modificação deve estar fundamentada no planejamento de marketing estratégico.

Contar com uma agência de design com experiência em redesign pode contribuir significativamente para o projeto de forma mais completa pois contam com profissionais multidisciplinares de diversas áreas da comunicação e marketing.

Como e onde aplicar redesign?

O projeto de redesign inclui também como serão aplicadas as alterações e reformulações em diferentes elementos e peças gráficas. Pode ser necessário criar um novo manual de identidade visual para reestruturações mais complexas ou casos onde apenas os modelos de embalagem terão o formato alterado. Conheça algumas das aplicações do redesign.

Logotipo

Talvez essa seja a mudança mais perceptível, afinal, o redesign de logotipo causa grande impacto no mercado. Alterar o formato e ícones ou mesmo inserir ou retirar o nome da marca do logo refletem uma reinvenção, se feitos de forma total.

O mais comum é que apenas pequenas modificações sejam feitas para não gerar confusão pelos consumidores. Além disso, com a mudança do logo, é necessário alterar todas as outras peças gráficas on e off line da marca, mas esse processo pode ser feito aos poucos. Conheça 4 sinais para avaliar se o seu logotipo precisa de redesign.

Materiais gráficos

Com a alteração do logotipo, é necessário que as peças gráficas sejam alteradas. Elas também podem ser redesenhadas e adequadas pontualmente, o que ajuda a dar uma cara nova para a marca e criar um relacionamento mais próximo com o consumidor.

Sejam itens de papelaria presentes em escritório, materiais promocionais para pdv, brindes ou mesmo cartões de visita, adesivos para vitrines, catálogos de produtos e outros materiais gráficos devem ser repensados para comunicar a imagem da empresa de acordo com seu posicionamento.

Embalagens

Ao escolher colocar um produto no ponto de venda, é importante que a sua embalagem se destaque e, para isso, é necessário que ela esteja alinhada à identidade visual da sua empresa. Essa experiência faz parte da decisão de compra do consumidor e deve ser revista periodicamente.

Ao longo do tempo, é importante que as embalagens também evoluam e o redesign de embalagens pode ser necessário ao longo tempo de existência de uma marca, seja pelo uso de novos materiais para fabricação, alteração de dimensões para adequar ao armazenamento e transporte, lançamento de novas linhas ou mesmo edições comemorativas e ações promocionais.

Redesign de Embalagem: Case de sucesso

Com mais de 100 anos de mercado a marca Café do Centro passou por uma revitalização de logotipo e renovação de embalagens de uma linha especial para cada região do Brasil.

A BST! Design foi a responsável pelo redesign da marca que recebeu prêmio de melhor embalagem, resultado de sua experiência de mais de 15 anos em projetos de design de embalagem. Conheça mais sobre esse case.

Deseja saber mais sobre os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca? Tire suas dúvidas com um especialista da BST Design.

Como tornar sua marca de café conhecida para consumidores

Como tornar sua marca de café conhecida para consumidores

Uma marca de café deve refletir muito além da qualidade do produto para conquistar consumidores. Ela deve ser capaz de transmitir todo o valor agregado do seu produto e os objetivos da empresa no mercado nacional ou internacional, de cafés especiais ou tradicionais.

Realizar o desejo de ter a melhor marca de café e ser reconhecida como tal, necessita da admiração de consumidores. É preciso que sua marca se conecte com o potencial cliente e esteja preparada para se comunicar com ele.

Veja como algumas estratégias, quando colocadas em prática, podem tornar sua marca de café conhecida para consumidores.

Atente-se aos certificados

É fundamental para uma marca de café conquistar as certificações que conferem selos de qualidade e procedência. Isso auxilia no reconhecimento e confiança do consumidor, refletindo os benefícios das certificações para marcas de café.

Além das melhorias na produção, conquistar os selos e certificados permite que a marca tenha uma importante ferramenta para branding no mercado, uma vez que estarão impressos nas embalagens e em contato direto com o consumidor.

Selos de pureza, qualidade e sustentabilidade emitidos pelo Programas de Certificação da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), além de outras certificações como Fair Trade Brasil, por exemplo, tem grande impacto na percepção do consumidor e do seu mercado

Conquiste pelo visual

A identidade visual de uma marca é responsável por transmitir os valores de uma empresa, seu produto e todos os conceitos da sua marca, através de elementos gráficos como cores, logo, tipografia e etc.

Ter uma identidade visual bem estruturada, ajuda a conquistar a credibilidade no mercado e se posicionar como um forte concorrente, independente do nicho. No mercado do café, essa identidade é responsável por apresentar características como a produção tradicional ou artesanal, o foco em sustentabilidade, categorias do café, linhas de produtos e etc.

Inove em suas ações em marketing

Estratégias de marketing para vender café incluem promover os produto diante seu mercado de forma com que a sua marca se torne reconhecida e consumida. Para isso, é necessário pensar além do posicionamento do seu produto no ponto de venda, em diferentes canais de comunicação.

Pensando na era do marketing digital, redes sociais e blogs servem como uma porta de entrada para seus potenciais consumidores. Conteúdos informativos como curiosidades sobre tipos de grãos, diferentes formas de preparo e outros tipos de materiais que possam agregar valor a sua marca e ao mesmo tempo atrair a atenção desses consumidores.

Crie a melhor embalagem

Além da função básica de proteção e transporte do produto, a embalagem de café merece destaque pois trata-se de uma ferramenta de comunicação fundamental na estratégia de reconhecimento e fixação da marca.

A embalagem de um produto promove a conexão entre a marca e o consumidor, pois além das informações técnicas, ela exerce influência sobre a decisão de compra. Embalagens para café, assim como outros tipos de alimentos, precisam ser adequadas para proteção e conservação do produto e também para garantir visibilidade e transmitir credibilidade ao mercado.

Em dúvida sobre qual escolher? Conheça os principais tipos de embalagens para café.