Criar slogan: exemplos e os 4 elementos para passar sua mensagem

Criar slogan: exemplos e os 4 elementos para passar sua mensagem

O que faz uma marca ser forte no mercado? Não estamos falando necessariamente de capital, mas sim da imagem. O poder de alcance e reconhecimento do grande público depende da capacidade de comunicação das empresas.

Essencial para que uma marca se torne conhecida aos consumidores, o slogan faz parte desses elementos e deve ser considerado como parte do planejamento de uma marca.

O que é um slogan e como criar o seu

Velho conhecido da publicidade, o slogan é uma pequena frase que tem como objetivo tornar a marca de uma empresa ou produto reconhecida através da rápida memorização do público.

Você já deve ter visto e ouvido vários por aí, no rádio, na TV, em revistas e jornais. Para os brasileiros, então, o que não faltam são exemplos. Mas o que o “Bombril, 1001 utilidades”, “Skol, a cerveja que desce redondo” e “Itaú, Feito para você” têm em comum?

Além de breves, são extremamente impactantes, possuem uma capacidade de fixação impressionante na nossa memória e são altamente persuasivos.

Não existe fórmula mágica, mas para te ajudar na tarefa, temos 4 elementos básicos para criar um slogan criativo e impactante. Confira!

1º elemento: Exclusivo

Não, não adianta copiar! Um slogan deve ser único, afinal, ele faz parte da marca registrada da sua empresa sendo apresentado, em alguns casos, junto ao logotipo, como no caso da “Nike – Just do it” e “Johnnie Walker – Keep Walking”.

A essência da marca é representada nesses elementos, e todos slogans conhecidos e que são facilmente identificáveis foram planejados de acordo com os valores da empresa e pensados para transmitir uma mensagem direta.

2º elemento: Viciante

Uma das principais características de um slogan é a sua capacidade de ser viciante. Aquela frase que “gruda” na cabeça de tanto ser repetida ao público em diferentes canais. Para isso, é possível utilizar jogos de palavras, jingles e até mesmo uma dose de humor para criar empatia e conexão com o público.

“Abra a boca, é Royal” marca de gelatina Royal e “Atchim? Respirin” do medicamento antigripal são exemplos de slogans que não fogem à memória e utilizam esses recursos para se tornarem viciantes.

3º elemento: Objetivo

O slogan precisa ser direto ao ponto para que o texto cause impacto e caiba em poucas palavras, ditas em um comercial ou impressas em uma embalagem. Essa questão deve entrar em pauta ao criar um slogan, e o ritmo e rima podem ser estratégias utilizadas com bom senso para um resultado impactante e positivo.

4º elemento: Marca implícita

Um dos grandes desafios para criar um slogan perfeito é conseguir fazer com que as qualidades da marca estejam presentes e ainda descrevê-las em poucas palavras. É um exercício que exige criatividade e um conhecimento aprofundado sobre a história e posicionamento da marca, que inclui o público-alvo e as estratégias de comunicação.

Contratar especialistas para criar o slogan da sua empresa é uma boa decisão. Preparamos um artigo com 4 passos para contratar uma agência de comunicação e te ajudar nessa tarefa.

Quais os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca?

Quais os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca?

A identidade visual da marca é criada com base no perfil do negócio. Ela traduz a missão e os valores da empresa.

Fundamental para o comunicação da marca e conexão com o consumidor, o design de marca faz parte das estratégias de branding e, os conceitos que a identidade visual transmite ao mercado fortalecem os vínculos com o público-alvo, ou seja, estabelece uma identificação entre a marca e os clientes conquistados e fidelizados.

Alguns fatores evolutivos exigem alterações nessa identidade como ampliação do mercado, lançamento de novos produtos e serviços, concorrência e mudança do perfil do consumidor, por exemplo.

O redesign de marca é uma estratégia para recriar a identidade e adequar a novos públicos, porém mudanças bruscas na identidade visual podem ter um impacto negativo à imagem da empresa, fora os custos que a organização terá para posicioná-la no mercado e no imaginário do público-alvo.

Entenda um pouco mais sobre o que é e como fazer redesign de uma marca.

O que é redesign?

A tradução direta seria o redesenho, seja de produtos, processos e outros elementos já existentes na empresa. Na prática, podemos definir o redesign corporativo como a necessidade de transformação da identidade visual através de seus elementos gráficos e aplicações para apresentação ao mercado no geral.

É fundamental entender o design de forma estratégica e que acompanha a evolução e expansão de uma empresa e sua forma de se comunicar com o mercado em geral. O foco aqui é pensar novas estratégias para criar a conexão entre o produto ou serviço oferecido, sem necessariamente abandonar o histórico e tradição da empresa, já que existem.

Grandes corporações como McDonald’s, Rede Globo, Microsoft, Google, Itaú e Nestlé de tempos em tempos fazem alterações, por vezes imperceptíveis num lance de olhar, mas que refletem mudanças de maior ou menor impacto nos rumos e pretensões dos negócios e podem ser pautados por questões internas como união com outras empresas ou externas como percepção de um novo comportamento do consumidor.

Nesse sentido, podemos diferenciar por dois tipos de redesign:

Redesign Parcial, que leva em consideração mudanças pontuais na identidade visual. Trata-se de uma prática comum no mercado, como a atualização de elementos em logotipos e cores, sem alterá-los completamente. É uma estratégia mais comum para empresas que desejam modernizar sua imagem. Até mesmo as novas tecnologias e tendências influenciam nesse processo.

Redesign Total é aplicado em situações onde a marca reconhece e deseja refletir um novo posicionamento, alterando todos os elementos gráficos e propondo novas cores. Geralmente, a reformulação completa da identidade visual surge quando existe uma mudança na gestão de marca da empresa.

Qual a diferença entre redesign e rebranding?

Construir uma nova identidade para uma marca ou modernizar a imagem de forma pontual, não é uma tarefa simples e deve ser executada com base em um planejamento que atenda às necessidades da empresa e como será a receptividade do mercado.

Em alguns casos, a mudança do posicionamento se faz necessária como em momentos de crises da imagem, expansão dos negócios, novas estruturas organizacionais, queda em vendas e etc. Com a era digital, a experiência do consumidor com a marca através das redes sociais tem influenciado cada vez mais na decisão de reestruturação e reformulação da imagem.

A mudança de postura é reflexo de uma nova cultura interna e o rebranding é uma estratégia de marketing e relacionamento em busca do diferencial competitivo, reconhecendo os pontos fortes e fracos da empresa, analisando o comportamento e adequando a comunicação do mercado. Neste último ponto, a comunicação visual e todos os seus elementos fazem parte dessa nova postura.

Ou seja, o redesign, ao trabalhar novas interpretações e propostas para a identidade visual, faz parte das ações da renovação de gestão de marca, sem depender, necessariamente de uma mudança de posicionamento para ser realizado.

Porque fazer redesign de uma marca?

Muito além da questão estética, o redesign influencia na percepção do consumidor e na decisão de compra. Antes de decidir pela mudança de identidade visual, independente de qual alteração seja realizada, é preciso se fazer alguns questionamentos.

“A cara da minha marca é ultrapassada?”, “O perfil do meu cliente mudou?”, “Quais canais de comunicação eu utilizo para falar com meu público?”, “Os produtos dos meus concorrentes chamam mais atenção que os meus”. Se a resposta for SIM para todos esses casos, existem indícios mais que suficientes para repensar, dentre outros pontos, a identidade visual da sua empresa.

Além dessa avaliação interna, vale à pena consultar diretamente o mercado, fazer pesquisa direta com consumidores para entender como eles enxergam o seu produto ou serviço e qual a influência da marca.
Para o lançamento de uma nova linha de produtos ou reformulação dos já existentes, é necessário repensar formatos e aplicações da marca, formatos e tem no redesign um suporte importante para manter a identidade sem deixar de impactar o mercado com a novidade.

Marcas de pequeno e médio porte possuem mais vantagens para apresentar uma nova identidade visual, já que essa mudança acontece de forma mais rápida, diferente de grandes corporações com maior abrangência e um processo de rebranding complexo.

Dicas para fazer redesign da sua marca

Então, por onde começar? identificado os motivos e a solução para repensar o design da sua marca, em busca do fortalecimento e reconhecimento no mercado, é importante observar alguns pontos que vão interferir diretamente no resultado final de todas as aplicações da identidade visual.

1. Evite mudanças bruscas

O redesign da marca deve ser feito após um estudo aprofundado sobre o impacto que a reformulação terá sobre os negócios. Mudanças bruscas na identidade visual podem levar o mercado a pensar que se trata de uma nova empresa.

O elo entre a marca e o público-alvo pode quebrar, com o risco de o cliente passar a considerar outras marcas. Portanto, um dos cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca é evitar as mudanças bruscas.

A transformação da identidade visual precisa estar em sintonia com a imagem que a marca deseja transmitir ao mercado, porém, essa imagem deve ser verdadeira. Não é possível transmitir credibilidade, inovação ou outros conceitos, somente com a identidade visual.

2. Reformule e recicle

A identidade visual de sua empresa não precisa ser eterna. O redesign pode revitalizá-la, sim, e deve ser feito para acompanhar a evolução da própria marca. Mas as mudanças não devem ser radicais, caso contrário, o mercado terá dificuldade para relacionar a nova identidade visual a sua marca.

Ao avaliar os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca, especialistas em identidade visual procuram fazer uma reformulação perceptível, mas não drástica, para não deixar os clientes em dúvida se estão realmente levando para casa a marca original. Ao invés de alterar a cor, característica de algumas marcas, são alteradas as tonalidades e detalhes do logotipo.

Pequenos detalhes, ao contrário do que parece, fazem muita diferença, sem romper totalmente com a identidade visual construída ao longo do tempo. Vemos esse exemplo em marcas como a Adidas, que alterou seu logotipo com formas curvas para barras de ângulos retos, dando uma cara mais “agressiva” à marca esportiva, mas o nome e a tipografia em branco ainda continuam presente.

3. Não se baseie em tendências

Um dos cuidados a tomar na hora de fazer o redesign de uma marca é não seguir tendências. Nada de ir atrás de “modinha” quando o assunto é a identidade visual da empresa.

A marca carrega a história, a missão e os valores da empresa, portanto, não deve ser volátil, mudar o tempo todo, seguindo tendências passageiras. Pense em marcas que estão há décadas, no mercado.

As transformações da identidade visual dessas companhias, na maioria dos casos, foram bem sutis, acompanharam a evolução da própria marca. O consumidor não fica em dúvida sobre a marca que está adquirindo porque as alterações da identidade visual não a descaracterizaram.

Nesse ponto, também vale ressaltar a importância em não copiar a concorrência. Inspirações são sempre bem vindas, mas não devem se confundir com plágio. É muito negativo para imagem da marca, além de ser crime, utilizar elementos, cores, imagens e tipografia de outras empresas. Além do mais, essa atitude vai na contramão da diferenciação de mercado. Criatividade e inovação também fazem parte desse processo e podem ser mais fáceis quando existe a ajuda de um profissional.

4. Procure ajuda profissional

Tanto a construção da identidade visual como o redesign da marca devem ser realizados por especialistas no assunto. O cuidado aqui está na escolha de profissionais que tenham conhecimento sobre quais alterações são ou não necessárias. Esse é um trabalho que deve ser pensado e formulado por profissionais qualificados e experientes.

O design, como explicamos, traduz a história, missão e valores de uma empresa. Também estabelece uma ligação emocional, credibilidade e confiança com os clientes. O planejamento é essencial ao redesign de uma marca. Como você pode ter percebido até aqui, marca e design são inseparáveis. O design revela os conceitos da marca.

Por isso, antes de pensar na reformulação da identidade visual, é necessário compreender as mudanças da própria marca e o auxílio de profissionais ajuda a compreender quais transformações da marca justificam as alterações na identidade visual e não o contrário. Mas toda modificação deve estar fundamentada no planejamento de marketing estratégico.

Contar com uma agência de design com experiência em redesign pode contribuir significativamente para o projeto de forma mais completa pois contam com profissionais multidisciplinares de diversas áreas da comunicação e marketing.

Como e onde aplicar redesign?

O projeto de redesign inclui também como serão aplicadas as alterações e reformulações em diferentes elementos e peças gráficas. Pode ser necessário criar um novo manual de identidade visual para reestruturações mais complexas ou casos onde apenas os modelos de embalagem terão o formato alterado. Conheça algumas das aplicações do redesign.

Logotipo

Talvez essa seja a mudança mais perceptível, afinal, o redesign de logotipo causa grande impacto no mercado. Alterar o formato e ícones ou mesmo inserir ou retirar o nome da marca do logo refletem uma reinvenção, se feitos de forma total.

O mais comum é que apenas pequenas modificações sejam feitas para não gerar confusão pelos consumidores. Além disso, com a mudança do logo, é necessário alterar todas as outras peças gráficas on e off line da marca, mas esse processo pode ser feito aos poucos. Conheça 4 sinais para avaliar se o seu logotipo precisa de redesign.

Materiais gráficos

Com a alteração do logotipo, é necessário que as peças gráficas sejam alteradas. Elas também podem ser redesenhadas e adequadas pontualmente, o que ajuda a dar uma cara nova para a marca e criar um relacionamento mais próximo com o consumidor.

Sejam itens de papelaria presentes em escritório, materiais promocionais para pdv, brindes ou mesmo cartões de visita, adesivos para vitrines, catálogos de produtos e outros materiais gráficos devem ser repensados para comunicar a imagem da empresa de acordo com seu posicionamento.

Embalagens

Ao escolher colocar um produto no ponto de venda, é importante que a sua embalagem se destaque e, para isso, é necessário que ela esteja alinhada à identidade visual da sua empresa. Essa experiência faz parte da decisão de compra do consumidor e deve ser revista periodicamente.

Ao longo do tempo, é importante que as embalagens também evoluam e o redesign de embalagens pode ser necessário ao longo tempo de existência de uma marca, seja pelo uso de novos materiais para fabricação, alteração de dimensões para adequar ao armazenamento e transporte, lançamento de novas linhas ou mesmo edições comemorativas e ações promocionais.

Redesign de Embalagem: Case de sucesso

Com mais de 100 anos de mercado a marca Café do Centro passou por uma revitalização de logotipo e renovação de embalagens de uma linha especial para cada região do Brasil.

A BST! Design foi a responsável pelo redesign da marca que recebeu prêmio de melhor embalagem, resultado de sua experiência de mais de 15 anos em projetos de design de embalagem. Conheça mais sobre esse case.

Deseja saber mais sobre os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca? Tire suas dúvidas com um especialista da BST Design.

Design thinking no design de embalagens: como usar essa ideia?

Design thinking no design de embalagens: como usar essa ideia?

Quem trabalha com desenvolvimento de projetos e estratégias, já deve ter se deparado com o conceito de design thinking. Um trabalho, por exemplo, de identidade visual e comunicação é um projeto que envolve tanto a empresa quanto uma equipe de profissionais de diferentes especialidades para entregar as necessidades do negócio. Se esta necessidade é por um design de embalagem, o projeto pode muito bem utilizar o design thinking.

Neste artigo, vamos apresentar essa metodologia e algumas ideias de aplicação nos trabalhos voltados para comunicação visual e desenvolvimento de embalagens. Como você vai conferir nos próximos tópicos, existem etapas e conceitos que marcam o design thinking e o diferenciam de outros métodos.

Continue lendo para entender a relação entre estes dois elementos.

O que é design thinking?

Uma ideia muito ligada à inovação, o design thinking se volta para o processo de trabalho criativo de designers e outros profissionais, para encontrar características comuns ao desenvolvimento dos projetos. Assim, o design thinking pode ser definido como uma abordagem criativa focada no ser humano, que se baseia na multidisciplinaridade, colaboração e registro mais realização de pensamentos e processos, sempre com o objetivo de propor alternativas que levam a soluções inovadoras.

No design thinking, os processos são sempre ágeis e resumidos, o que exige pesquisa, atuação rápida, testagem e correção. Dentro de três etapas, descritas mais à frente, qualquer projeto pode ser desenvolvido e lançado. Justamente por isso, o design thinking é utilizado para necessidades variadas de uma empresa, desde tecnologias e softwares até o design de produtos, projetos de decoração e afins.

A metodologia do design thinking pode ser aplicada aos projetos de designers gráficos, partindo da utilização das cinco etapas. Vamos explicar essa utilização em mais detalhes, agora.

Necessidades do design de embalagens

Uma embalagem, dependendo é claro do produto que ela entrega, tem que cumprir com algumas necessidades e funções básicas. Proteção, logística, apresentação, diferencial competitivo, informação e divulgação são alguns dos pontos levantados que indicam para a importância de começar um design de embalagens.

Inovar e ser original é interessante, considerando, em primeiro lugar, também a funcionalidade do produto. A embalagem é parte do produto, logo deve ser de qualidade para agregar valor e experiência para o consumidor. Todos estes elementos são considerados e facilmente acionados em um projeto com design thinking.

Utilizando o design thinking

Resumidamente, o design thinking é uma metodologia utilizada para a resolução de um problema partindo da experimentação e da abordagem prática, mão na massa. Para desenvolver um projeto dentro dessa ideia, são cinco etapas:

Imersão

É a etapa de pesquisa e levantamento de informações relevantes para o projeto. Pode envolver o contato direto com as pessoas que identificam o problema ou necessidade, fazendo uma imersão em seu mercado, dia a dia, etc. Corresponde, por exemplo, ao briefing necessário para começar um projeto de identidade visual e design.

Análise e Síntese

O próximo passo é a interpretação do briefing, em que as informações coletadas devem ser organizadas para fácil visualização e leitura. Elementos visuais ajudam a resumir melhor os problemas, necessidades e desejos relacionados ao projeto.

Ideação

Através da colaboração e de brainstorms, partindo da análise e resumo do problema, são levantadas todas as ideias possíveis para ajudar no projeto. A criatividade e inovação são incentivadas, considerando todos os elementos que serão envolvidos para a resolução do problema – no caso, o design das embalagens.

Prototipação

As ideias são tiradas do papel através dos protótipos. Nas embalagens, podem ser produzidos e impressos exemplos que já serão montados de acordo com o produto, processo que ajuda na visualização da peça final e também dá uma noção mais aproximada sobre o que será aprovado e entregue.

Validação e Implementação

É o teste das ideias e protótipos, considerando sua adequação à estratégia, ao ambiente e ao público de contato. Daqui saem os possíveis ajustes ou melhorias para a embalagem, voltando dentro das etapas do design. Testar, validar e então implementar o produto é importante para ter sucesso nos objetivos, além de corresponder a uma economia para a empresa.

Este é apenas um resumo da relação do design de embalagens com o design thinking. Para se aprofundar neste tema, baixe nosso e-book de 10 dicas de Design de Embalagem para seu produto e conheça outros elementos importantes nesta estratégia.

Branding: dicas para uma boa apresentação e design de embalagens

Branding: dicas para uma boa apresentação e design de embalagens

Já abordamos aqui no blog da BST! sobre o que é branding e seu papel na comunicação estratégica e integrada de um negócio. Quando chegamos no design de embalagens, o branding ainda é uma constante, sendo um elemento essencial para fazer a boa apresentação dos seus produtos e empresa.

Ao identificar a necessidade de criar embalagens personalizadas ou então renovar o design das peças existentes, é importante começar um planejamento tendo como base todos os conceitos e definições de gestão da marca. Como as embalagens fazem parte do seu produto, não faz sentido entregar uma peça sem nenhuma ligação ou relação com sua empresa, concorda?

Para fazer uma boa apresentação da sua empresa e produtos, confira estas dicas para agregar branding ao design de embalagens.

Identidade Visual

É repetitivo falar sobre a importância de aplicar a identidade visual do negócio ou produto nas embalagens, mas é necessário. Identidade visual, como o próprio nome já indica, é a apresentação que identifica sua empresa em todos os canais, sendo uma representação visual simples, legível e que venha facilmente à memória.

Com o logotipo, combinando nome, cores e elementos gráficos, já temos um elemento essencial no branding. Branding é relacionamento, significado, divulgação e lembranças da marca. Logo, a identidade deve ser repetida em todos os meios possíveis – principalmente nas embalagens personalizadas. Mesmo sem um formato original, isso pode ser trabalhado com adesivos e fitas, papel de embrulho, sacolas personalizadas e outros materiais gráficos.

Um pouco de storytelling

Sua embalagem pode contar uma história. O storytelling, um recurso de conteúdo para contar histórias de origem, problemas ou ideias, caminha lado a lado ao branding. Você já deve ter visto algum produto que traz um box de texto em sua embalagem, falando sobre origem dos materiais/ingredientes – muito utilizado no mercado de alimentos.

Cosméticos, roupas e outros tantos produtos também estão adotando essas narrativas para incrementar a marca. Este é um elemento de branding que estimula um vínculo maior entre público e empresa, encaminhando para um relacionamento e apelando também para valores, propósito, posicionamento e afins.

Conexões

O branding é trabalhado em todos os canais. Sua embalagem pode explorar isso trazendo elementos para fazer a conexão com outros canais de comunicação. Inclua elementos como seu site, SAC e perfis de redes sociais na diagramação do design de embalagens, assim o consumidor pode fazer um “link” para outros dos seus canais e continuar o relacionamento por eles.

Canal de divulgação

Suas embalagens estão em contato direto com o público e também com parceiros. Por que não utilizar esse meio como um veículo de divulgação? A empresa pode utilizar este canal para divulgar ações promocionais, eventos, datas comemorativas, etc. Para situações como essas apontadas, as embalagens são feitas em menor quantidade, adequando ao período e praça de distribuição.

Opções variadas

Para trabalhar a gestão da marca, é interessante encontrar, no design de embalagens, algumas opções de peças variadas, de acordo com linhas de produtos, promoções ou versões para presente, para delivery, entrega via correio, etc. Para cada uma dessas necessidades específicas, a empresa pode elaborar uma embalagem diferenciada, sem dispensar a personalização.

Além da presença da marca, essa ideia trabalha agregando valor e um cuidado a mais com o produto e o público. O design e o branding, para resumir, devem sempre caminhar juntos dentro da comunicação da marca.

Aproveite e veja um exemplo prático de branding e identidade visual no nosso case com o evento GovTech Brasil 2018.

Quais os melhores materiais promocionais para divulgar minha marca?

Quais os melhores materiais promocionais para divulgar minha marca?

Apesar de estarmos nos tempos da internet, no qual o digital vem ganhando cada vez mais espaço, é importante investir nos melhores materiais promocionais para a divulgação da sua marca. Principalmente quando sua empresa ainda é pequena e você está entrando no mercado, afinal o marketing promocional não é uma exclusividade de grandes empresas.

Esse tipo de material é fundamental para conquistar atenção e demonstrar o posicionamento da sua marca através da identidade visual. Todos os elementos gráficos, com cores, formas e logotipo impressos em materiais gráficos servem para criar identificação com a marca. Parte das estratégia de marketing de relacionamento, os materiais promocionais têm um excelente custo-benefício para investimento.

Para criação de materiais promocionais de qualidade, é importante verificar qual será o objetivo daquela peça gráfica, brinde ou material para PDV. Isso significa alinhar o planejamento, criação e confecção aos objetivos com o público, seja para o lançamento ou promoção de um produto, relacionamento com clientes fidelizados ou mesmo divulgação da marca no mercado.

Flyers, folders, banners e até mesmo brindes são atrativos e ajudam seus clientes em potencial a lembrar da sua empresa. A verdade é que quem não é visto não é lembrado, então porque não trabalhar com a ideia do digital e do físico para atrair ainda mais pessoas interessadas no seu produto ou serviço?

Por que investir em materiais promocionais?

O aumento de vendas é apenas um dos resultados para uma empresa investir em materiais promocionais. Quando pensamos em visibilidade e reconhecimento de marca, essa é uma estratégia que funciona para diversos segmentos de público.

Pense só: para ter uma empresa mais conhecida, é necessário que as pessoas tenham contato com a sua marca. Neste caso, é preciso contar com estratégias que alcancem essas pessoas, tenham um custo acessível e, ao mesmo tempo, deem um retorno positivo.

Para que isso seja possível, é necessário contar com a qualidade de materiais e a escolha daqueles que se comuniquem sua marca e diretamente com clientes, funcionários, participantes de um evento corporativo ou fornecedores e parceiros institucionais. Além, claro, de transmitir a missão, visão e valores da empresa a seus diferentes públicos.

Pensando em te ajudar nessa tarefa, separamos algumas algumas sugestões de materiais promocionais para divulgar sua marca:

Flyers

O flyer é um exemplo de panfleto. Pode ser impresso em alta quantidade e ser entregue nas ruas, em eventos ou até mesmo deixado na recepção da empresa, de forma a atrair quem chega e se interessa em conhecer mais.

A ideia é trazer mais informações sobre seu negócio, mas ao mesmo tempo cuidar para não exagerar no texto. Nesse tipo de material, menos é mais! Foque numa imagem e uma breve descrição que desperte o interesse das pessoas. O tamanho mais comum é o padrão A5 (148x210mm).

É uma divulgação prática, com ótimo custo-benefício e bastante interessante para falar sobre novidades, eventos e promoções. Leva o seu contato direto para a mão do cliente.

Catálogo de Produtos e Portfólio

Os catálogos podem ser utilizados como um portfólio, de forma a mostrar os trabalhos já realizados ou produtos que já foram feitos por sua empresa. Também serve para divulgar os serviços que você faz ou os produtos que está vendendo.

Pode servir como uma forma do seu cliente encomendar um produto – interessante para quem ainda não possui uma sede física da empresa – ou para que ele conheça outras opções que sua empresa oferece.

O ideal é que seja colorido e chamativo, trazendo imagens e texto de forma equilibrada.

Folders

O folder é um material semelhante ao panfleto, com a diferença de que conta com mais espaço e pode ser dobrado, quase que como um pequeno livro com no máximo duas ou três páginas. As pizzarias utilizaram (e ainda utilizam) esse formato com muito peso em sua divulgação, apresentando todos seus produtos e informações ali.

Nesse espaço é possível divulgar mais sobre um serviço ou produto da empresa, com vários detalhes e fotos, listas e elementos. O objetivo do folder é informar e falar mais sobre sua empresa para quem já está interessado em se tornar seu cliente ou mesmo divulgar a programação de um evento.

Outra diferença importante entre o folder e o flyer é que o último deve ter uma comunicação resumida e direta do produto, empresa ou serviço. Muito útil no lançamento de um novo produto. O folder mostra sua linha de produtos, mas principalmente fala da empresa e seus valores institucionais.

Banners

Os banners são materiais mais atrativos, que visam chamar a atenção e permitir a leitura a média ou longa distância. Isso ocorre devido a seu tamanho, já que são expostos no próprio ponto de venda e podem estar pendurados na parede ou presos a um cavalete.

A ideia é realmente chamar o público, instigar a curiosidade para algo. O material pode então ser utilizado na divulgação de promoções, de um novo produto e até mesmo para indicar às pessoas o local em que está ocorrendo determinado evento.

Geralmente tem pouco texto, sempre em um tamanho adequado para leitura, e mais imagens.

Brindes Personalizados

Os brindes são uma estratégia interessante para fazer com que o próprio cliente sempre lembre de você como uma primeira opção. Envolvem pequenos objetos, como chaveiros, marcadores de página, bloquinhos de anotações, garrafas, copos, itens colecionáveis e decorativos.

A ideia é que sua marca esteja exposta nesse material e que a pessoa se lembre de você sempre que o pegar em mãos, e que ela se sinta especial, presenteada. Os brindes promocionais despertam interesse do público que é levado, muitas vezes, à visitar um espaço ou adquirir produtos.

Outro ponto importante é pensar em brindes utilitários que possam acompanhar quem os receba em atividades do cotidiano, como sacolas personalizadas, garrafa de água, pen drive e carregador portátil.

Brindes personalizados podem ser entregues tanto na abertura de um negócio, como forma de atrair novos clientes ou também como lembrança de agradecimento.

Adesivos

Versatilidade e impacto são características marcantes desse tipo de material gráfico. Os adesivos para chão podem ser utilizados como elementos decorativos e sinalização em empresas, supermercados e lojas. Além de tornar o espaço mais confortável e atraente, ajudam a destacar pontos estratégicos, promover o logotipo e chamar atenção de vitrines, por exemplo.

Também utilizados para fechamento de embalagens, correspondências e identificação em crachás de eventos e visitantes, as etiquetas adesivas podem ser facilmente personalizadas através de impressão em papel ou vinil adesivo.

Embalagens Promocionais

Sem dúvida, as embalagens personalizadas são um dos principais itens que despertam o desejo e ao mesmo tempo cumprem a função de divulgar uma marca da sua empresa. O primeiro impacto pode ser extremamente positivo e, por isso, utilizar embalagens promocionais ajuda a tornar um produto exclusivo e desejado.

Como forma de personalização de embalagens, é possível criar texturas, utilizar materiais diferenciados como couro, tecidos e metais para aplicações e outras maneiras de deixá-las “a cara” da marca.

Embalagens promocionais também podem ser utilizadas como brindes, dependendo da funcionalidade, e reutilizadas como itens decorativos e utilitários. Em alguns casos, como no lançamento de uma nova linha de produtos, é necessário redesenhar as embalagens já utilizadas pela sua marca.

Press Kit

Este tipo de material de comunicação corporativa também tem seu lugar quando o assunto é marketing promocional. Os press kits são materiais sobre a empresa ou produto, destinados à veículos de imprensa e formadores de opinião com o objetivo de conquistar espaço em diferentes tipos de mídia, como rádio, TV, jornais e revistas, redes sociais, sites, blogs e outros.

Esse tipo de material pode ter formatos digital ou impresso e conter, além do release, materiais gráficos para press kit, brindes em geral e amostras grátis de produtos personalizados com a marca da empresa.

Outros materiais para PDV

Além dos itens promocionais que você conferiu até aqui, os materiais para ponto de venda também podem (e devem!) ser utilizados como aliados do marketing promocional. Os materiais de PDV têm como função principal garantir que a experiência de clientes em lojas de roupas, supermercados, cafés, lanchonetes e outros negócios seja a melhor possível.

Para isso, além de sinalizar cada ponto, esse tipo de material deve ser coerente com a identidade visual, desde a fachada até as embalagens de produtos. Isso é possível graças ao design no PDV, que orienta o planejamento e a fabricação de todos esses tipos de materiais.

Displays

Comumente utilizados para acomodar produtos próximos ao caixa, o formato display no PDV funciona como um atrativo personalizado para conquistar a atenção do cliente. Tanto os materiais para fabricação (metal, acrílico, papelão) quando os formatos podem ser explorados de diversas maneiras. É importante sempre deixar a marca em evidência e fazer um melhor aproveitamento do espaço.

Testeiras

Principal material para sinalização de gôndolas e prateleiras em geral, as testeiras podem ser utilizadas também com o objetivo promocional, destacando novidades, preços e vantagens de produtos, além da marca em questão, afinal, estarão em geral na altura dos olhos do consumidor. As testeiras podem ser fabricadas em material flexível, podem ser fixadas com braços laterais e, por isso, são facilmente adaptadas.

Stopper

Muito comuns em lojas e supermercados, o stopper é uma ferramenta publicitária poderosa utilizada também para sinalização de prateleiras, instalado na altura dos olhos na perpendicular, causando a impressão que está “saltando para fora”.

O stopper funciona como um pop up que chama a atenção das pessoas para o produto, sinalizando sua presença na prateleira. Por isso, suas dimensões podem variar entre 20 a 40 centímetros de altura X 15 de largura. Também podem ser instalados em cima de telas de computadores.

Wobbler

O wobbler, apesar do nome complicado, nada mais é do que uma circunferência presa a prateleiras e gôndolas por uma haste de plástico e, assim como o stopper, tem como objetivo chamar a atenção do consumidor. Além de anunciar promoções e outras vantagens para a aquisição de produtos, o wobbler pode ser utilizado para anunciar novidades sobre a sua marca. As dimensões do wobbler estão em torno de 200 x 200 mm, para não afetar a circulação nos espaços onde está instalado.

Tags

Originalmente utilizadas como marcadores de preços, tamanhos e informações sobre produtos, essa espécie de etiqueta também pode assumir o formato de tag promocional e conter informações contando a história da marca, origem do produto ou mesmo personalizadas para lançamentos de produtos diferenciados.

As tags olfativas personalizadas com diferentes aromas, por exemplo, podem ser utilizadas para promover uma experiência de sentidos nos clientes. Os chaveiros tag são um outro formato que pode ser oferecido como brinde e que se torna um acessório, sendo fabricado em materiais emborrachados ou em metais.

Porta Take One

Como o próprio nome sugere, o “pegue um” pode ser utilizado em balcões, mesas e outras áreas de fácil acesso dos consumidores para retirada de folhetos e flyers com mais informações sobre produtos e eventos, por exemplo.

Totens

A área disponível para personalização deste tipo de material é vantajoso, pois permite maior liberdade de criação e funcionalidades diferentes. O totem dobrável auto montável, de papelão ou PVC por exemplo, podem assumir o formato de pessoas em tamanho real ou modelo menores, para utilização em balcões. Pela sua praticidade, são para reforçar a marca no PDV e gerar impacto.

Em sua versão tecnológica, os totens de chão com telas touchscreen podem ser utilizados para interação de clientes no interior da loja, consulta de informações sobre produtos ou para cadastro em promoções e ofertas

Postais

Receber um cartão postal provoca uma sensação nostálgica e de carinho em quem recebe. Que tal oferecê-los como brindes a quem visita a sua loja ou adquire um produto?

Fabricados em papel couchê ou mesmo papel reciclado, esse tipo de material promocional contribui para uma lembrança pessoal e ao mesmo para tornar sua marca reconhecida, podendo ser personalizado com fotos, mensagens motivadoras e outros elementos.

Materiais promocionais para eventos

Abertos ou realizados internamente, ações de trade marketing, conferências, palestras, congressos, seminários, treinamentos ou lançamentos. Seja qual for público ou finalidade, os materiais promocionais para eventos tem papel fundamental para visibilidade nos acontecimentos caracterizados por ter dia e hora marcada para acontecer.

Em dúvidas de qual escolher? Conheça algumas sugestões, a seguir:

Agendas

Mesmo que seja cada vez mais comum utilizar a agenda do celular, as agendas de papel ainda tem seu lugar cativo para algumas pessoas. Além de úteis, podem ter diversos formatos e são uma ótima opção para quem deseja alcançar um público que não abre mão de anotar seu compromissos no papel. São diversos os tipos de encadernação, em espiral ou costurada, capas de couro, tecido ou PVC, e personalização da marca em impressão nas páginas ou na capa, em baixo relevo, etc.

Pastas

De papelão com fechamento em elástico ou em plástico com fechamento por zíper, as pastas são itens personalizáveis que podem ser utilizados para promover a sua marca no evento. Junto às sacolas personalizadas com a identidade do evento, se tornam verdadeiros souvenirs, além da utilidade posterior para os participantes.

Balcão promocional

Comuns em ações de marketing, os balcões promocionais são utilizados para atendimento e interação com o público. Sua personalização de forma criativa garante a atração do público para provar ou experimentar um produto em lançamento, preencher um cadastro ou mesmo tirar dúvidas sobre o evento. A estrutura vai depender do tamanho do evento e dimensões do espaço onde será realizado. De qualquer forma, é essencial que esse material esteja alinhado a todos os outros disponíveis.

Crachá

O crachá vai além da identificação de participantes e produção, também serve como importante instrumento de network e identificação do evento. Deve seguir a identidade visual e, em alguns casos, pode conter logo dos patrocinadores e QR code para acesso ao site do evento/marca. O ideal é que seja o material seja flexível e impermeável, com espaço suficiente para etiquetas de identificação.

Backdrop

Também conhecido como Painel Pantográfico ou Display Pop Up, o backdrop é utilizado como painel para fotos dos participantes e de cobertura da imprensa em feiras, lançamentos, congressos e outros. Pode ser tanto em formato impresso ou em painéis de LED, sendo essencial que a marca esteja em destaque e visível nas fotos tiradas, sendo imprescindível evitar reflexos neste caso.

Conclusão

Divulgar uma marca pode não ser uma tarefa fácil, mas com auxílio de materiais promocionais de qualidade alinhados às estratégias de marketing, o retorno sobre o investimento será recompensado.

Como você viu até aqui, a identidade visual dá forma a sua marca e a ausência dela pode prejudicar o reconhecimento do público e a credibilidade no mercado.

Quer saber como criar a identidade visual da sua empresa e o que fazer para tornar sua marca mais forte? Baixe o ebook Manual da Identidade Visual e aprenda agora mesmo.

Materiais para promover a Cultura Organizacional

Materiais para promover a Cultura Organizacional

Uma empresa sem cultura organizacional pode até funcionar, e esse é o cenário mais comum, mas o alinhamento de equipes, conceitos e objetivos fica falho, o que gera problemas variados. Promover a cultura organizacional é relativamente simples. O primeiro passo, com certeza, é alinhar o que forma a cultura, entre políticas, hierarquia, regras, valores, propósito, etc.

O exemplo deve partir de cima, de forma que o fundador e as diretorias sempre valorizem e respondam de acordo com as definições da cultura. É possível, periodicamente, reavaliar esses pontos e atualizar o que for condizente com novos ares da empresa. Também é interessante promover eventos internos para apresentar a cultura e todas as mudanças que ela sofrer.

Complementando essas ações, é interessante investir em materiais gráficos ou digitais para fazer uma comunicação mais direta com os funcionários. Conheça agora algumas opções de materiais para promover a cultura organizacional.

Mural

Ou jornal mural, é uma peça gráfica com ótimo custo-benefício. O mural tem a vantagem de ser aplicável em diversos ambientes, desde escritórios até o chão de fábrica. Pelo limite de espaço, as informações devem ser sucintas e objetivas, sempre contando com uma boa diagramação e distribuição de textos e imagens de qualidade. É importante que as peças sejam bonitas, convidando o leitor a chegar mais perto e consumir, de fato, o conteúdo do mural.

Esse material pode seguir uma certa periodicidade, dependendo da percepção sobre o público e a rotatividade de notícias. Como uma peça impressa, é importante oferecer um abrigo sobre onde ele será afixado ou investir em proteções acrílicas.

Newsletter

É o canal de contato mais rápido e barato quando o público tem acesso ao e-mail. A newsletter segue uma periodicidade e entrega para o colaborador informações relevantes e até mesmo links para outras páginas, entre notícias, postagens de intranet, possíveis benefícios, uma programação cultural, entre outros.

Deve ser bem diagramada e ainda adequada para visualizar em desktop e em smartphone.

Banners

São materiais gráficos maiores e mais caros, por isso não competem diretamente com o mural, por exemplo. O banner geralmente é feito para campanhas ou eventos mais pontuais, ou ainda para ações que duram mais tempo ou estão previstas para acontecer novamente.

Geralmente impresso em vinil, é importante ter atenção ao design e às informações aplicadas na peça. Os banners, inclusive, são peças de decoração e materiais para treinamentos e campanhas de endomarketing.

Papelaria

Aqui estão inclusos materiais como blocos de anotação, canetas, pastas, agendas, calendários e outras tantas peças gráficas personalizadas. Apesar de não serem os meios mais adequado de comunicação, são elementos sutis para trabalhar a identidade da empresa. Além de logotipo, é interessante incluir slogan ou outra mensagem sempre que houver espaço. Itens de papelaria também podem complementar campanhas, reuniões e treinamentos.

Revista

Uma revista corporativa não é um projeto barato, mas é muito interessante e atrativo considerando todo o significado por trás do item. Como, aqui, se somam custos com produção, diagramação e impressão, é possível apostar nessa mídia apenas em ocasiões especiais, como aniversários da empresa, mudanças na cultura, novas políticas, etc.

O material deve trazer conteúdos relevantes, afinal o investimento é alto e o público precisa receber algo além junto da revista: informação. Edições comemorativas da revista podem, inclusive, ser distribuídas para públicos como os parceiros, investidores, clientes estratégicos e afins.

Promover a cultura organizacional, muitas vezes, vai precisar da combinação de comunicação interna e endomarketing. Saiba como integrar essas estratégias em nosso artigo.

4 tipos de acabamentos gráficos para seu material impresso

4 tipos de acabamentos gráficos para seu material impresso

Os materiais gráficos são todas aquelas peças encomendadas e produzidas por designers gráficos, pensando em impressão e montagem dos materiais para exposição a públicos diversos. Assim, estamos falando desde cartões de visita, passando por convites de casamento até expositores de ponto de venda como displays e banners.

Para melhorar a aparência e até mesmo a relação da peça com o público-alvo, o material impresso pode receber acabamentos gráficos variados. Tais acabamentos são aplicados ainda na gráfica, ponto de atenção para que você sempre encontre fornecedores profissionais e experientes, conforme sua demanda.

Conheça agora 4 tipos de acabamentos gráficos para peças impressas e seus diferenciais.

Laminação

Essa técnica é aplicada em peças de papéis com maior gramatura, ou seja, mais grossos. Consiste na aplicação de um filme plástico sobre as faces do material, podendo ser brilhante ou fosca. O principal diferencial da cobertura fosca é dar um toque aveludado ao impresso, mais opaco do que a brilhante.

Um grande benefício desse acabamento é a proteção sobre a impressão, garantindo maior durabilidade do material e uma finalização mais bonita sobre as imagens e cores utilizadas. Já um ponto negativo é que, após aplicado, o filme plástico não pode ser retirado sem rasgar a folha de papel ou arrancar a informação impressa.

Verniz

É similar a laminação com brilho, porém tem suas especificidades. Ele também protege o impresso e dá um acabamento brilhante, mas é aplicado através de uma tinta, sem necessidade do filme plástico. Justamente por isso é possível solicitar o “verniz localizado”, aplicado somente sobre algum item do material gráfico.

A tinta do verniz garante um resultado mais bonito mas não tão durável, e por vezes esse acabamento é feito manualmente, o que pode encarecer sua produção. É compatível com papéis em diferentes gramaturas, ajudando a enobrecer materiais gráficos variados.

Relevo

Além do efeito visual, esse acabamento usa o sentido tátil para diferenciar os materiais gráficos. O relevo – muito usado em convites, cartas e envelopes – é aplicado sobre desenhos ou fontes específicas, conforme solicitado pelo cliente.

Existem o baixo relevo (fundo) e o alto relevo (saltado), que podem ser obtidos usando uma tinta especial (relevo americano) ou pressionando a folha com um molde (relevo seco).

Esse acabamento só é aplicável em papel com mais de 180g, garantindo a qualidade e durabilidade da técnica.

Hot stamping

Assim como o verniz localizado, essa técnica de acabamento é aplicada em áreas específicas de um impresso. Como o nome indica, essa é uma “estampa quente”, pressionando um molde junto a uma fita metálica que é colada ao material, por isso encontramos o hot stamp principalmente em dourado ou prateado.

Outro diferencial é que o hot stamping, além do papel, pode ser aplicado em tecidos, couro, plásticos, vidros, etc. A cor metálica também enobrece os materiais gráficos, indicado para agregar valor às peças.

Existem outros acabamentos possíveis para materiais gráficos são o refile (corte), as bordas arredondadas e os vincos e dobras, esses referentes ao formato desejado para a peça. Sabendo os tipos de acabamento gráfico, conheça também os tipos de papel para impressão.

Conheça 5 tipos de papel para impressão

Conheça 5 tipos de papel para impressão

Materiais gráficos impressos em papel têm múltiplas funções dentro de uma empresa e suas estratégias de comunicação. Desde o básico como o cartão de visita até as peças mais elaboradas para brindes e ações de ponto de venda, é essencial que os materiais usados sejam adequados para a impressão e acabamentos desejados.

Os papéis se diferenciam pela gramatura (grossura e resistência da folha), materiais, brilho e porosidade. Os tipos de papel são característicos por esses fatores, sendo conhecido, muitas vezes, pelo nome do fabricante que o popularizou.

É importante conhecer o papel desejado para seu material gráfico, pois esse é um elemento limitador em relação aos métodos de impressão e acabamento artístico. Muitas vezes isso é feito pelo próprio designer que elabora as peças para a empresa. Nos próximos tópicos, conheça 5 tipos de papel para impressão.

Papel Offset

É similar ao sulfite, porém com melhor qualidade. Vem em folhas brancas que variam em gramatura, entre 56 e 240g (90 e 120g são os mais comuns). É fosco em ambos os lados. Não tem nenhum tipo de revestimento e por isso absorve melhor a tinta da impressão, normalmente feita em impressora comum a jato ou laser.

Por essa combinação de características, é amplamente utilizado em papel timbrado, envelopes, selos, blocos de notas, cartazes, folders, panfletos, miolo de livros e agendas, etc.

Papel Couché

É um papel liso pelo seu acabamento, podendo ser brilhante ou fosco. É naturalmente mais grosso, sendo bem resistente e duradouro, entre 90 e 350g. Suas características físicas dão melhor aparência às informações impressas.

A folha brilhante reflete um pouco de luz, o que pode desagradar por dificultar a leitura ou visualização da impressão.

Papel Reciclato

É o papel reciclado, feito com restos do sulfite e do offset. O processo de reciclagem torna essa folha de papel levemente áspera, além de conferir o tom marrom característico desse tipo de papel. É resistente e um pouco mais caro do que o offset comum.

Também é encontrado nas espessuras de 90 e 120g. É muito procurado justamente para projetos ecológicos e sustentáveis, aceitando impressão comum e acabamentos como o hot stamp.

Papel fotográfico

Este tipo de papel é próprio para a impressão de fotos, garantindo o brilho e a superfície adequados para preservar as imagens. Os tipos de papel fotográfico diferem pela capacidade de absorção de tinta que garantem a qualidade da imagem impressa, sem muita variação em gramatura.

O próprio brilho desse papel é fator diferencial, pois ainda existem as opções glossy e matte, com mais e menos brilho respectivamente.

Papel Kraft

De aparência similar ao reciclato, tem tom marrom característico da madeira por não passar pelo processo de branqueamento. Por sua resistência, é usado até mesmo para a criação de embalagens, caixas e sacolas. Pode ser tingido e aceita bem impressão e outros processos de acabamento, como refile, laminação e verniz.

O tipo de papel em um material gráfico é essencial para garantir a qualidade, utilidade e beleza da peça. O design é a segunda parte dessa equação, utilizando elementos gráficos para atrair o público desejado. Aproveite para conhecer o portfólio da BST e saber como trabalhamos com diferentes materiais para sua comunicação visual.

Embalagem de presente para empresas: como fazer?

Embalagem de presente para empresas: como fazer?

Empresas que trabalham com vendas diretas ao público precisam de embalagens próprias para fixar sua marca através da identidade visual e da presença para os clientes. Para esse objetivo, a embalagem de presente cumpre com as necessidades da empresa e do cliente.

Além de ter uma utilidade para o cliente que irá presentear outra pessoa, a empresa também tem a oportunidade de agradar e divulgar sua marca junto ao presente. A embalagem de presente para uma empresa pode ser uma linha temática para seus produtos ou simplesmente um pacote especial, em caixa ou sacola, para guardar os produtos.

Para qualquer objetivo e em qualquer formato, a embalagem de presente personalizada por uma empresa é uma boa opção, principalmente nas épocas festivas e durante o calendário de promoções. Saiba como fazer essas embalagens agora, considerando os seguintes passos:

Pensando no público

Seu empreendimento é uma loja de roupas para toda a família ou só para mulheres? É uma floricultura? Uma doceria? Quem é seu público? Essas questões precisam ser avaliadas para planejar e acertar na embalagem de presente para sua empresa.

Isso porque alguns empreendimentos produzem a própria embalagem para seus produtos, o que pode ser pensado como uma linha especial e temática para presentes ou coleções, enquanto outras só poderão inovar com embalagens para transporte como sacolas, bolsas, papel de embrulho e caixas.

A faixa de idade e de renda dos clientes é um dado interessante que ajuda na escolha de materiais para essas embalagens especiais, dando uma base também para que a empresa saiba se tais itens devem ser cobrados à parte ou entregues como um brinde extra.

Escolhendo o material

Aqui, a ideia é usar todas as informações levantadas com a pesquisa anterior e passar para a parte “prática” da embalagem especial, pensando em tamanho, qualidade, utilidades e design. Tudo isso começa com a escolha de materiais certos.

As embalagens para presente podem ser em papel ou papelão, como os estampados para embrulhos, as sacolas e as caixas, em plástico, também em sacolas e pacotes, e até em madeira ou outros materiais mais nobres, o que vai ser mais caro mas pode ser um bom negócio dependendo da empresa e seu público.

E aqui vale destacar que a embalagem para presente não se limita só às empresas do comércio. Sacolas e outros formatos podem ser usados também para as ações de comunicação interna e endomarketing.

Aplicando a arte

O momento final é o da criatividade! A embalagem de presente deve ser bonita e atrativa, incluindo a identidade visual da sua empresa de alguma forma, mesmo que mais sutil.

Pense em cores, ilustrações, formatos, recortes e ainda no acabamento desejado para o material. Também é possível fabricar apenas tags (etiquetas), adesivos ou carimbos para personalizar cada embalagem de forma exclusiva. Isso vai de acordo com a proposta de cada empresa, ok?

A embalagem para presente é um canal de contato com seus clientes, item que vai divulgar sua marca e trabalhar a fidelização de clientes. Conheça o nosso portfólio de embalagens para se inspirar.

Você sabe o que é vitrinismo?

Você sabe o que é vitrinismo?

Passeando em um centro comercial é muito fácil se atrair por vitrines bem feitas, com um design interessante, não é mesmo? Elas são um instrumento importante para conquistar visitas e se destacar da concorrência, pontos que ajudam a explicar o que é vitrinismo e para que ele serve.

Especialistas em comércio apontam que o cliente leva 2,5 segundos, a partir da observação da vitrine, para decidir se querem ou não entrar na loja e fechar negócio. Logo, quanto mais atrativa e convidativa estiver a vitrine, maiores as chances dele se interessar e procurar os vendedores.

Aprenda agora o que é vitrinismo e como ele pode ajudar um comércio a vender mais.

Visual merchandising: o que é isso?

O vitrinismo, também referido como visual merchandising (VM), é uma das estratégias de merchandising (exposição da mercadoria no ponto de venda). Ele não se refere somente às vitrines e também é utilizado para criar uma melhor ambientação na loja inteira. Isso inclui araras, expositores e prateleiras, além do mobiliário e outras decorações do ponto de venda.

Vitrines são pontos de informação, uma referência visual sobre o que a loja vende e também seus diferenciais. Trabalhar com uma boa construção nas fachadas é tão importante, considerando a atração e tomada de decisão dos clientes, que existem especialistas em vitrinismo. Esse profissional é o visual merchandiser.

Mesmo os pequenos negócios podem se beneficiar do vitrinismo. É importante sempre lembrar que, como qualquer outra estratégia de comunicação e marketing, vitrines e toda a decoração da loja devem conversar com a identidade visual da marca.

Com um pouco de pesquisa e estudo, o próprio empreendedor pode elaborar a apresentação do seu ponto de venda. Confira algumas dicas de visual merchandising para colocar em prática.

Dicas de vitrinismo para sua loja

Na rua ou nos shoppings, todo tipo de loja encontra muita concorrência. Isso cria uma verdadeira competição pela atenção de quem está passeando ou efetivamente procurando algo para comprar. A fachada de uma loja, incluindo sua vitrine, é o maior ponto de destaque de um comércio: é com ela que os visitantes terão a famosa primeira impressão, e então analisarão diferenciais para decidir se entrarão ou não na loja.

É indispensável começar a construção da fachada com o nome da loja, usando a marca construída na identidade visual. Banners e placas podem acrescentar as comunicações necessárias quando não existe vitrine. Quando elas estiverem presentes, o ideal é dedicar, de tempos em tempos, uma atenção especial ao visual merchandising. Considere sempre:

Planejamento: estude e se organize para montar a vitrine conforme mudanças de coleções, de estações, datas comemorativas, promoções, etc. Essa pesquisa ajuda a selecionar o que será apresentado e quando, pensando também no público desejado.
Prioridades: profissionais de VM reforçam que vitrine não é estoque. Não é nada interessante encher a fachada de informações, por isso a importância de priorizar o que realmente deve ser exibido e é atrativo.
Iluminação: essencial não só na vitrine como no ponto todo. Deve valorizar os produtos e a ambientação, além de ser uma ferramenta que cria um “clima” na loja e guia os clientes a itens e pontos estratégicos para a compra.
Mobiliário: na vitrine e na loja, móveis como cadeiras, cortinas, prateleiras, espelhos e outros, devem conversar com a comunicação visual da marca.
Adesivos e outras peças: materiais gráficos podem ser usados na fachada para sinalizar novidades e também para compor com o design da loja.

Agora que você aprendeu o que é vitrinismo e conferiu algumas dicas para fazer, aproveite para conhecer algumas formas para usar adesivos em sua comunicação visual.