Criar slogan: exemplos e os 4 elementos para passar sua mensagem

Criar slogan: exemplos e os 4 elementos para passar sua mensagem

O que faz uma marca ser forte no mercado? Não estamos falando necessariamente de capital, mas sim da imagem. O poder de alcance e reconhecimento do grande público depende da capacidade de comunicação das empresas.

Essencial para que uma marca se torne conhecida aos consumidores, o slogan faz parte desses elementos e deve ser considerado como parte do planejamento de uma marca.

O que é um slogan e como criar o seu

Velho conhecido da publicidade, o slogan é uma pequena frase que tem como objetivo tornar a marca de uma empresa ou produto reconhecida através da rápida memorização do público.

Você já deve ter visto e ouvido vários por aí, no rádio, na TV, em revistas e jornais. Para os brasileiros, então, o que não faltam são exemplos. Mas o que o “Bombril, 1001 utilidades”, “Skol, a cerveja que desce redondo” e “Itaú, Feito para você” têm em comum?

Além de breves, são extremamente impactantes, possuem uma capacidade de fixação impressionante na nossa memória e são altamente persuasivos.

Não existe fórmula mágica, mas para te ajudar na tarefa, temos 4 elementos básicos para criar um slogan criativo e impactante. Confira!

1º elemento: Exclusivo

Não, não adianta copiar! Um slogan deve ser único, afinal, ele faz parte da marca registrada da sua empresa sendo apresentado, em alguns casos, junto ao logotipo, como no caso da “Nike – Just do it” e “Johnnie Walker – Keep Walking”.

A essência da marca é representada nesses elementos, e todos slogans conhecidos e que são facilmente identificáveis foram planejados de acordo com os valores da empresa e pensados para transmitir uma mensagem direta.

2º elemento: Viciante

Uma das principais características de um slogan é a sua capacidade de ser viciante. Aquela frase que “gruda” na cabeça de tanto ser repetida ao público em diferentes canais. Para isso, é possível utilizar jogos de palavras, jingles e até mesmo uma dose de humor para criar empatia e conexão com o público.

“Abra a boca, é Royal” marca de gelatina Royal e “Atchim? Respirin” do medicamento antigripal são exemplos de slogans que não fogem à memória e utilizam esses recursos para se tornarem viciantes.

3º elemento: Objetivo

O slogan precisa ser direto ao ponto para que o texto cause impacto e caiba em poucas palavras, ditas em um comercial ou impressas em uma embalagem. Essa questão deve entrar em pauta ao criar um slogan, e o ritmo e rima podem ser estratégias utilizadas com bom senso para um resultado impactante e positivo.

4º elemento: Marca implícita

Um dos grandes desafios para criar um slogan perfeito é conseguir fazer com que as qualidades da marca estejam presentes e ainda descrevê-las em poucas palavras. É um exercício que exige criatividade e um conhecimento aprofundado sobre a história e posicionamento da marca, que inclui o público-alvo e as estratégias de comunicação.

Contratar especialistas para criar o slogan da sua empresa é uma boa decisão. Preparamos um artigo com 4 passos para contratar uma agência de comunicação e te ajudar nessa tarefa.

Logotipo vs. Isotipo: conheça e saiba as diferenças na identidade visual

Logotipo vs. Isotipo: conheça e saiba as diferenças na identidade visual

No momento de criar uma identidade visual para sua empresa – ou seja, criar uma representação visual de sua marca – é muito importante considerar quais serão os elementos gráficos e ilustrativos que darão a “cara” da companhia, sempre devidamente alinhados com o público-alvo.

Sua marca pode ser representada com um logotipo ou um isotipo, entre outras opções de simbologia e versões. Mas você, por acaso, sabe as diferenças entre logotipo e isotipo? Neste artigo, vamos explicar os diferenciais de cada um, também trazendo exemplos já conceituados no mercado.

Por fim, falaremos também sobre algumas dicas e itens para avaliação ao fazer a identidade visual de sua empresa. Conheça esses dois elementos agora!

O que é logotipo?

O primeiro ponto que devemos tratar aqui é que a conhecida “logomarca” é uma expressão errada. Ela é redundante já que “logo” já significa marca, especificamente marca em palavras. Logotipo é o nome generalista que utilizamos para falar das representações gráficas de marcas.

Mais especificamente, logotipo é a combinação das expressões palavra + letra. Isso significa que um logotipo é uma marca inteira composta apenas por lettering, geralmente o nome da própria empresa. Essas letras podem ser estilizadas ou seguirem uma tipografia comum.

Exemplos de logotipos são as marcas Zara, Canon, Google, Disney e Sony. Pode ser o caso de uma marca existir em versões logotipo e isotipo, sendo um imagotipo. Falaremos disso mais à frente.

E o isotipo?

Uma marca com um isotipo é representada com apenas um símbolo ou imagem. Trabalhar com esse tipo de marca é um pouco mais complicado, afinal o nome da empresa e todos seus valores e significados devem estar expressos em um símbolo de leitura fácil e reprodução simples. Um exemplo é a Apple, cuja marca é apenas o desenho de uma maçã mordida.

Outros exemplos de marcas em isotipo são Renault, Shell e Mitsubishi. Apesar de serem símbolos bem conhecidos, essas marcas também podem utilizar o texto para facilitar sua apresentação e leitura, principalmente aos públicos e mercados mais distantes.

O que é um imagotipo?

Já o imagotipo é a soma do símbolo e imagem ao texto. Um exemplo bem fácil de entender o imagotipo é a marca Nike. Ela é composta pelo texto “Nike” e pelo símbolo de check. Tanto o texto como o símbolo, mesmo separados, funcionam como marca.

Nem sempre o manual de identidade visual da empresa vai permitir a utilização separada de símbolos e lettering. Outros exemplos são Lacoste (com o símbolo do crocodilo), Toyota, Carrefour, Puma, etc.

Logotipo vs. isotipo: qual vai funcionar para sua marca?

Os dois têm utilidade, cabe pesar o que é importante para o seu negócio. Quando já se tem algum reconhecimento sobre a marca e um bom trabalho de branding, o isotipo é melhor utilizado. Já o logotipo é mais fácil de ser executado e lembrado, sendo interessante para quem ainda vai lançar sua marca. Vale observar também como são as marcas e logos dos concorrentes, que provavelmente já têm alguma aderência entre o público-alvo.

Se tiver dúvidas sobre escolher entre logotipo ou isotipo, consulte um designer para alinhar todas as necessidades de sua marca e projeto. Aproveite para conferir as 5 etapas necessárias para criar seu logo.

Como garantir a segurança alimentar através das embalagens?

Como garantir a segurança alimentar através das embalagens?

Quem está no ramo de alimentação tem preocupações muito específicas quanto às embalagens para seus produtos. Bebidas e alimentos que serão comercializados, mesmo que artesanalmente, precisam atender às regulamentações de segurança alimentar, o que passa diretamente pelas embalagens.

É comum que produtores e empreendedores dessa área tenham dúvidas sobre embalagens para alimentos desde quando concebe uma ideia de produto. Como a segurança alimentar deve estar sempre em mente, preparamos este artigo para apontar os principais pontos de atenção para garantir esse objetivo com as embalagens personalizadas para suas bebidas, doces, industrializados, cafés e tudo mais.

Afinal, uma embalagem tem funções reais além de ser apenas uma apresentação bonita (que não é menos importante).

O que é segurança alimentar?

Este conceito tem origem contemporânea, a Primeira Guerra Mundial, período em que os alimentos passaram a ser produzidos em maior escala e também entregues dentro de embalagens mais duradouras. Muitas doenças explodiram relacionadas a alimentação, mais especificamente ao estado de conservação e proteção dos produtos, a exemplo do botulismo, salmonelose, viroses e afins.

Felizmente estes casos estão controlados, o que não diminui a necessidade de investir cada vez mais na segurança de alimentos e bebidas de todo tipo. A segurança alimentar é uma das preocupações da Anvisa, a agência de vigilância sanitária. Este é o órgão que orienta as regulamentações e obrigatoriedades para rótulos e embalagens de alimentos.

Cabe ao empreendedor buscar todos os cuidados específicos ao seu produto, encaminhando e alinhando essas informações junto a empresa que fará o design de embalagens.

Saiba agora como garantir a segurança alimentar através das embalagens adequadas.

Informação Nutricional

É um elemento obrigatório para todo tipo de alimento ou bebida industrializado. É um quadro, também chamado por tabela nutricional, que lista calorias, vitaminas, gorduras, sais e outros elementos presentes no produto. Estas informações devem ser listadas como uma forma de aviso para pessoas que estão preocupadas com influências na saúde a partir, por exemplo, da quantidade de gorduras, de sódio, etc.

Faça a diagramação da embalagem deixando a tabela legível e em local apropriado. Outro elemento obrigatório e diretamente relacionado é a lista de ingredientes, igualmente legível.

Indicação de Alergênicos

Essa é uma resolução recente da Anvisa, voltada para atender as demandas dos próprios consumidores sobre anúncios mais claros quanto aos ingredientes alergênicos. Pode reparar que agora as embalagens vem com um aviso extra sobre a presença de ingredientes específicos no produto, a exemplo de ovos, soja, glúten, lactose, castanhas, cacau e outros.

Materiais adequados

Este é o ponto específico à fabricação das embalagens para alimentos. Diferentes produtos pedem diferentes tipos de embalagem, logo os materiais disponíveis estão alinhados a essas necessidades. Algumas opções versáteis são o plástico, seja nas garrafas PET ou nas embalagens em formato de saco, o isopor, o papel e papelão, o vidro e o metal. Cada material exige cuidados específicos quanto a apresentação, conservação, logística, etc.

A embalagem pode ser impressa já com a comunicação e design próprios do produto, como acontece com plásticos e papel, ou então receber um rótulo plástico ou adesivo. Veja alguns exemplos de embalagens para alimentos em nosso portfólio.

5 tipos de embalagens para congelados

5 tipos de embalagens para congelados

O formato de alimentos congelados veio para cumprir com uma necessidade e se mostrou também como uma opção prática para diversos produtos. O ponto de preocupação, pelo menos por parte das empresas do setor, é em entregar alimentos seguros em boas embalagens, seguras e ainda atrativas. As embalagens para congelados estão disponíveis em diversos materiais, acessíveis para as empresas e também para os fabricantes artesanais de marmitas, salgados e afins.

Lembrando sempre que as embalagens têm as funções de proteger o alimento e conservá-lo, os materiais devem estar alinhados aos conceitos de segurança alimentar e também a toda a experiência de compra e consumo por parte do público.

Conheça, nos próximos tópicos, 5 tipos de embalagens para alimentos congelados.

Embalagem com tampa

A embalagem plástica com tampa é uma das opções mais procuradas pelos pequenos empreendedores e quem vende marmitas ou refeições caseiras, justamente por ser mais estruturada e dar um bom suporte a qualquer tipo de produto. O plástico, no caso, está disponível em diferentes composições o que muda sua maleabilidade, transparência e outras questões.

Sempre que for optar por esse tipo de embalagem para congelados, considere também a apresentação que será aplicada através de rótulos adesivos. Atente também para indicar instruções de uso caso a embalagem possa ser levada ao microondas, temperaturas que suporta, etc.

Saco plástico (polietileno)

É uma outra opção de utilização do plástico, disponível em diferentes tamanhos e elementos diferenciais, a exemplo das formas de personalização e impressão, os fechos de tipo zíper, etc. Especificamente, o tipo de plástico polietileno pode ser manipulado em diferentes “flexibilidades”, o que produz diferentes tipos de material para embalagens e outras finalidades.

A embalagem em saco para congelados é muito utilizada para legumes, carnes, frutos do mar, industrializados e outros.

Papel cartão

Esse tipo de embalagem é feito com um tipo de papelão, mais fino em formato de folha. A embalagem cartonada é geralmente utilizada em caixas, como as de refeições congeladas, sendo uma opção fácil de ser personalizada e com maior facilidade de logística e armazenagem.

É importante observar que a umidade do congelador pode danificar as embalagens e suas informações, o que pode não ser interessante para produtos com durabilidade muito longa. Quase sempre essa opção deve ser complementada com uma embalagem plástica, seja como uma película externa ou como um saco de proteção dos alimentos.

Embalagem em alumínio

Esta é a opção de embalagem revestida em alumínio, que existe em diferentes formatos e peças, a exemplo dos sacos plásticos, pratos plásticos, bandejas e afins. É outra opção acessível aos produtores artesanais, principalmente para quem quer entregar refeições congeladas.

Isopor

Talvez seja a opção mais relacionada a proteção térmica de produtos variados, incluindo alimentos. O isopor deve ser utilizado em suas composições recicláveis, ajudando no descarte, e com atenção a resistência e outras funções das embalagens de alimentos. As embalagens em isopor são muito utilizadas para carnes, doces cremosos, frios, alguns industrializados e outros produtos.

Se você quer ver alguns exemplos de embalagens para congelados e outros alimentos, conheça o portfólio da BST! com todos nossos trabalhos de design de embalagens.

Quais os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca?

Quais os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca?

A identidade visual da marca é criada com base no perfil do negócio. Ela traduz a missão e os valores da empresa.

Fundamental para o comunicação da marca e conexão com o consumidor, o design de marca faz parte das estratégias de branding e, os conceitos que a identidade visual transmite ao mercado fortalecem os vínculos com o público-alvo, ou seja, estabelece uma identificação entre a marca e os clientes conquistados e fidelizados.

Alguns fatores evolutivos exigem alterações nessa identidade como ampliação do mercado, lançamento de novos produtos e serviços, concorrência e mudança do perfil do consumidor, por exemplo.

O redesign de marca é uma estratégia para recriar a identidade e adequar a novos públicos, porém mudanças bruscas na identidade visual podem ter um impacto negativo à imagem da empresa, fora os custos que a organização terá para posicioná-la no mercado e no imaginário do público-alvo.

Entenda um pouco mais sobre o que é e como fazer redesign de uma marca.

O que é redesign?

A tradução direta seria o redesenho, seja de produtos, processos e outros elementos já existentes na empresa. Na prática, podemos definir o redesign corporativo como a necessidade de transformação da identidade visual através de seus elementos gráficos e aplicações para apresentação ao mercado no geral.

É fundamental entender o design de forma estratégica e que acompanha a evolução e expansão de uma empresa e sua forma de se comunicar com o mercado em geral. O foco aqui é pensar novas estratégias para criar a conexão entre o produto ou serviço oferecido, sem necessariamente abandonar o histórico e tradição da empresa, já que existem.

Grandes corporações como McDonald’s, Rede Globo, Microsoft, Google, Itaú e Nestlé de tempos em tempos fazem alterações, por vezes imperceptíveis num lance de olhar, mas que refletem mudanças de maior ou menor impacto nos rumos e pretensões dos negócios e podem ser pautados por questões internas como união com outras empresas ou externas como percepção de um novo comportamento do consumidor.

Nesse sentido, podemos diferenciar por dois tipos de redesign:

Redesign Parcial, que leva em consideração mudanças pontuais na identidade visual. Trata-se de uma prática comum no mercado, como a atualização de elementos em logotipos e cores, sem alterá-los completamente. É uma estratégia mais comum para empresas que desejam modernizar sua imagem. Até mesmo as novas tecnologias e tendências influenciam nesse processo.

Redesign Total é aplicado em situações onde a marca reconhece e deseja refletir um novo posicionamento, alterando todos os elementos gráficos e propondo novas cores. Geralmente, a reformulação completa da identidade visual surge quando existe uma mudança na gestão de marca da empresa.

Qual a diferença entre redesign e rebranding?

Construir uma nova identidade para uma marca ou modernizar a imagem de forma pontual, não é uma tarefa simples e deve ser executada com base em um planejamento que atenda às necessidades da empresa e como será a receptividade do mercado.

Em alguns casos, a mudança do posicionamento se faz necessária como em momentos de crises da imagem, expansão dos negócios, novas estruturas organizacionais, queda em vendas e etc. Com a era digital, a experiência do consumidor com a marca através das redes sociais tem influenciado cada vez mais na decisão de reestruturação e reformulação da imagem.

A mudança de postura é reflexo de uma nova cultura interna e o rebranding é uma estratégia de marketing e relacionamento em busca do diferencial competitivo, reconhecendo os pontos fortes e fracos da empresa, analisando o comportamento e adequando a comunicação do mercado. Neste último ponto, a comunicação visual e todos os seus elementos fazem parte dessa nova postura.

Ou seja, o redesign, ao trabalhar novas interpretações e propostas para a identidade visual, faz parte das ações da renovação de gestão de marca, sem depender, necessariamente de uma mudança de posicionamento para ser realizado.

Porque fazer redesign de uma marca?

Muito além da questão estética, o redesign influencia na percepção do consumidor e na decisão de compra. Antes de decidir pela mudança de identidade visual, independente de qual alteração seja realizada, é preciso se fazer alguns questionamentos.

“A cara da minha marca é ultrapassada?”, “O perfil do meu cliente mudou?”, “Quais canais de comunicação eu utilizo para falar com meu público?”, “Os produtos dos meus concorrentes chamam mais atenção que os meus”. Se a resposta for SIM para todos esses casos, existem indícios mais que suficientes para repensar, dentre outros pontos, a identidade visual da sua empresa.

Além dessa avaliação interna, vale à pena consultar diretamente o mercado, fazer pesquisa direta com consumidores para entender como eles enxergam o seu produto ou serviço e qual a influência da marca.
Para o lançamento de uma nova linha de produtos ou reformulação dos já existentes, é necessário repensar formatos e aplicações da marca, formatos e tem no redesign um suporte importante para manter a identidade sem deixar de impactar o mercado com a novidade.

Marcas de pequeno e médio porte possuem mais vantagens para apresentar uma nova identidade visual, já que essa mudança acontece de forma mais rápida, diferente de grandes corporações com maior abrangência e um processo de rebranding complexo.

Dicas para fazer redesign da sua marca

Então, por onde começar? identificado os motivos e a solução para repensar o design da sua marca, em busca do fortalecimento e reconhecimento no mercado, é importante observar alguns pontos que vão interferir diretamente no resultado final de todas as aplicações da identidade visual.

1. Evite mudanças bruscas

O redesign da marca deve ser feito após um estudo aprofundado sobre o impacto que a reformulação terá sobre os negócios. Mudanças bruscas na identidade visual podem levar o mercado a pensar que se trata de uma nova empresa.

O elo entre a marca e o público-alvo pode quebrar, com o risco de o cliente passar a considerar outras marcas. Portanto, um dos cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca é evitar as mudanças bruscas.

A transformação da identidade visual precisa estar em sintonia com a imagem que a marca deseja transmitir ao mercado, porém, essa imagem deve ser verdadeira. Não é possível transmitir credibilidade, inovação ou outros conceitos, somente com a identidade visual.

2. Reformule e recicle

A identidade visual de sua empresa não precisa ser eterna. O redesign pode revitalizá-la, sim, e deve ser feito para acompanhar a evolução da própria marca. Mas as mudanças não devem ser radicais, caso contrário, o mercado terá dificuldade para relacionar a nova identidade visual a sua marca.

Ao avaliar os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca, especialistas em identidade visual procuram fazer uma reformulação perceptível, mas não drástica, para não deixar os clientes em dúvida se estão realmente levando para casa a marca original. Ao invés de alterar a cor, característica de algumas marcas, são alteradas as tonalidades e detalhes do logotipo.

Pequenos detalhes, ao contrário do que parece, fazem muita diferença, sem romper totalmente com a identidade visual construída ao longo do tempo. Vemos esse exemplo em marcas como a Adidas, que alterou seu logotipo com formas curvas para barras de ângulos retos, dando uma cara mais “agressiva” à marca esportiva, mas o nome e a tipografia em branco ainda continuam presente.

3. Não se baseie em tendências

Um dos cuidados a tomar na hora de fazer o redesign de uma marca é não seguir tendências. Nada de ir atrás de “modinha” quando o assunto é a identidade visual da empresa.

A marca carrega a história, a missão e os valores da empresa, portanto, não deve ser volátil, mudar o tempo todo, seguindo tendências passageiras. Pense em marcas que estão há décadas, no mercado.

As transformações da identidade visual dessas companhias, na maioria dos casos, foram bem sutis, acompanharam a evolução da própria marca. O consumidor não fica em dúvida sobre a marca que está adquirindo porque as alterações da identidade visual não a descaracterizaram.

Nesse ponto, também vale ressaltar a importância em não copiar a concorrência. Inspirações são sempre bem vindas, mas não devem se confundir com plágio. É muito negativo para imagem da marca, além de ser crime, utilizar elementos, cores, imagens e tipografia de outras empresas. Além do mais, essa atitude vai na contramão da diferenciação de mercado. Criatividade e inovação também fazem parte desse processo e podem ser mais fáceis quando existe a ajuda de um profissional.

4. Procure ajuda profissional

Tanto a construção da identidade visual como o redesign da marca devem ser realizados por especialistas no assunto. O cuidado aqui está na escolha de profissionais que tenham conhecimento sobre quais alterações são ou não necessárias. Esse é um trabalho que deve ser pensado e formulado por profissionais qualificados e experientes.

O design, como explicamos, traduz a história, missão e valores de uma empresa. Também estabelece uma ligação emocional, credibilidade e confiança com os clientes. O planejamento é essencial ao redesign de uma marca. Como você pode ter percebido até aqui, marca e design são inseparáveis. O design revela os conceitos da marca.

Por isso, antes de pensar na reformulação da identidade visual, é necessário compreender as mudanças da própria marca e o auxílio de profissionais ajuda a compreender quais transformações da marca justificam as alterações na identidade visual e não o contrário. Mas toda modificação deve estar fundamentada no planejamento de marketing estratégico.

Contar com uma agência de design com experiência em redesign pode contribuir significativamente para o projeto de forma mais completa pois contam com profissionais multidisciplinares de diversas áreas da comunicação e marketing.

Como e onde aplicar redesign?

O projeto de redesign inclui também como serão aplicadas as alterações e reformulações em diferentes elementos e peças gráficas. Pode ser necessário criar um novo manual de identidade visual para reestruturações mais complexas ou casos onde apenas os modelos de embalagem terão o formato alterado. Conheça algumas das aplicações do redesign.

Logotipo

Talvez essa seja a mudança mais perceptível, afinal, o redesign de logotipo causa grande impacto no mercado. Alterar o formato e ícones ou mesmo inserir ou retirar o nome da marca do logo refletem uma reinvenção, se feitos de forma total.

O mais comum é que apenas pequenas modificações sejam feitas para não gerar confusão pelos consumidores. Além disso, com a mudança do logo, é necessário alterar todas as outras peças gráficas on e off line da marca, mas esse processo pode ser feito aos poucos. Conheça 4 sinais para avaliar se o seu logotipo precisa de redesign.

Materiais gráficos

Com a alteração do logotipo, é necessário que as peças gráficas sejam alteradas. Elas também podem ser redesenhadas e adequadas pontualmente, o que ajuda a dar uma cara nova para a marca e criar um relacionamento mais próximo com o consumidor.

Sejam itens de papelaria presentes em escritório, materiais promocionais para pdv, brindes ou mesmo cartões de visita, adesivos para vitrines, catálogos de produtos e outros materiais gráficos devem ser repensados para comunicar a imagem da empresa de acordo com seu posicionamento.

Embalagens

Ao escolher colocar um produto no ponto de venda, é importante que a sua embalagem se destaque e, para isso, é necessário que ela esteja alinhada à identidade visual da sua empresa. Essa experiência faz parte da decisão de compra do consumidor e deve ser revista periodicamente.

Ao longo do tempo, é importante que as embalagens também evoluam e o redesign de embalagens pode ser necessário ao longo tempo de existência de uma marca, seja pelo uso de novos materiais para fabricação, alteração de dimensões para adequar ao armazenamento e transporte, lançamento de novas linhas ou mesmo edições comemorativas e ações promocionais.

Redesign de Embalagem: Case de sucesso

Com mais de 100 anos de mercado a marca Café do Centro passou por uma revitalização de logotipo e renovação de embalagens de uma linha especial para cada região do Brasil.

A BST! Design foi a responsável pelo redesign da marca que recebeu prêmio de melhor embalagem, resultado de sua experiência de mais de 15 anos em projetos de design de embalagem. Conheça mais sobre esse case.

Deseja saber mais sobre os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca? Tire suas dúvidas com um especialista da BST Design.

O que são embalagens flexíveis e porque utilizá-las?

O que são embalagens flexíveis e porque utilizá-las?

Inovadora, atraente e funcional são apenas algumas das características essenciais de embalagens para alimentos se destacarem no ponto de venda e seja adquirido pelo consumidor.

Ao escolher o tipo de embalagem ideal, deve-se levar em consideração o material de fabricação, quais as necessidades de armazenamento em prateleiras, acondicionamento para transporte e manipulação do consumidor, além da aplicação da marca e informações técnicas no rótulo.

Nesses pontos, as embalagens flexíveis apresentam grande versatilidade para diversos tipos de produtos. Conheça as vantagens de utilizá-las em seus produtos.

O que são embalagens flexíveis?

Como próprio nome já diz, a definição de embalagem flexível é a sua capacidade de se adaptar ao formato do produto e garantir condições de segurança como proteção de luz e outros agentes externos no transporte, além da otimização de armazenamento.

Até a década de 1960, o plástico celofane era o principal material utilizado para fabricação de embalagens flexíveis e, hoje, a indústria oferece uma diversidade de filmes plásticos que permitem a impressão da identidade visual em rótulos.

O principal método utilizado é a flexografia, uma espécie de carimbo que utiliza uma chapa em relevo emborrachado chamado clichê. Esse tipo de impressão tem como principais características a qualidade, o baixo custo e a alta tiragem, ou seja, a possibilidade de se produzir quantidades maiores.

Quanto a resistência, a união de dois tipos de filmes flexíveis na fabricação fará toda a diferença para o armazenamento e envase do produto, já que um destes estará em contato direto com ele.

Vantagens das embalagens flexíveis

A versatilidade é a principal delas, já que uma infinidade de produtos alimentícios, de higiene, cosméticos, medicamentos e rações podem ser visualizados, carregados, armazenados, abertos e consumidos facilmente.

No caso de embalagens flexíveis para alimentos é a maleabilidade, ou seja, a capacidade de acondicionamento do conteúdo, já que ela se adapta ao estado físico do produto, seja ele líquido ou sólido.

A segurança alimentar é outro ponto fundamental que é coberto, pois esse tipo de embalagem possibilita isolar o produto de umidade, calor, luz, bactérias e outras formas de contaminação. O uso de zíper e válvulas de segurança, por exemplo, contribui para maior segurança ao acessar o conteúdo pelo sistema “abre e fecha” da embalagem e também reduzindo desperdícios.

Pensando no design de embalagem, as possibilidades para criação de layouts inovadores e aplicação da marca, seja impressa diretamente ou com um rótulo adesivo, por exemplo.

Tipos de embalagens flexíveis

• Laminadas – combina camadas de filmes. O plástico externo, por exemplo, tem maior diversidade de cores e metálico interno, em contato com o produto, auxilia na proteção.
• Fosca – outra possibilidade de revestimento externo com acabamento opaco.
• Transparente – pode ser utilizada combinada para armazenar o produto dentro de caixas, latas e etc e possibilita a visualização do conteúdo.
• Metalizada – comum para alimentos que não podem entrar em contato com a luz, garantindo suas características originais e melhor prazo de validade
• Microperfurada – utilizada para manter alimentos frescos por mais tempo, como legumes, hortaliças e pães.

Gostou dessas opções? Para te ajudar na sua escolha, saiba como garantir a segurança alimentar através das embalagens.

O que são embalagens sustentáveis?

O que são embalagens sustentáveis?

Cada vez mais preocupado com a origem e procedência dos produtos, o consumidor tem dado preferência a sustentabilidade na sua decisão de compra.

Tanto a qualidade do produto, os materiais de fabricação, quanto as formas de reuso e impactos do descarte de embalagens são características cada vez mais em foco na hora de levar um produto para casa.

Embalagens sustentáveis representam uma das soluções viáveis para redução do impacto ambiental, refletindo o posicionamento e agregando valor às marcas.

O que são embalagens sustentáveis?

Embalagens são essenciais para o transporte, proteção, preservação, segurança, consumo de produtos e reconhecimento da marca pelo público. Como alternativa aos materiais com maior tempo de degradação, principalmente o plástico, a embalagem sustentável pode ser fabricada com materiais biodegradáveis (orgânicos) ou recicláveis e está relacionada ao ciclo de vida no ambiente.

O principal impacto no ambiente está relacionado ao descarte final após o consumo: estima-se que cerca de 80% são colocadas no lixo. Pensando nesse ciclo, temos como alternativa os materiais recicláveis, fabricadas com materiais que podem ser reutilizados e se tornar embalagens recicladas.

O alumínio e o vidro são exemplos de materiais para embalagens que podem ser reciclados muitas vezes. Entretanto, a logística e os custos dificultam esse processo. Opções como o plástico PLA e Polietileno Verde (Plástico Verde) surgiram para reduzir os impactos.

Existem, ainda, os materiais orgânicos como a fibra de coco, fécula de mandioca, bagaço de cana de açúcar, papel semente, por exemplo, capazes de cumprir todos os requisitos necessários da embalagem e serem facilmente absorvidos pelo meio ambiente.

Porque investir?

Ao lançar um novo produto ou reformular uma marca, a inovação deve caminhar lado a lado com a identidade da empresa. A preocupação global quanto a sustentabilidade e a responsabilidade das ações de cada indivíduo, tem modificado os hábitos de consumo.

Aliada à consciência ambiental, as embalagens sustentáveis podem criar uma nova experiência do consumidor com a marca, independente do nicho de mercado ou tipo de produto.

Trata-se de um posicionamento importante para marcas que desejam engajar a valorização da atitude eco friendly ou amigável ao meio ambiente. O retorno sobre o investimento é palpável à medida que os próprios consumidores reconhecem o posicionamento e responsabilidade da marca.

Não faltam soluções inovadoras para embalagens sustentáveis para alimentos que utilizam materiais biodegradáveis e sustentáveis, além da possibilidade de reuso e aproveitamento para outros fins.

Quais são os principais tipos?

Na hora de decidir entre qual tipo de material utilizar ou o formato ideal para fabricar embalagens sustentáveis, vale a pena investir em algumas opções disponíveis no mercado. Algumas delas são:

• Utilitárias – são todas as embalagens que podem ser reaproveitadas para outros fins, sejam eles decorativos, utensílios domésticos ou transporte de outros produtos.
• Biodegradáveis – fabricadas a partir de materiais de fácil decomposição na natureza como fibras orgânicas.
• Recicláveis – bem conhecidas do consumidor, o material de fabricação permite a reutilização no processo de reciclagem, dando origem a uma nova embalagem.

Outro ponto importante quando o assunto é embalagens para alimentos é a proteção das condições de higiene dos produtos. Saiba como garantir a segurança alimentar através das embalagens.

Conheça a importância e as funções da embalagem de produto

Conheça a importância e as funções da embalagem de produto

A embalagem de um produto serve a diversos propósitos, que variam de acordo com o produto em si. Não se pode usar a mesma embalagem para um apetrecho eletrônico e para um alimento, por exemplo, nem em questão de material, design ou informações obrigatórias conforme regulamentações.

Por isso, toda embalagem deve ser bem pensada e desenhada de forma que seja funcional e de qualidade de acordo com o produto específico. Mas a importância e as funções da embalagem de produto vão além da simples conservação e/ou do transporte dos produtos. Ela também é essencial para as estratégias de comunicação e marketing da empresa, sendo uma apresentação do negócio principalmente para quem faz um primeiro contato.

Entenda mais sobre todas as funções da embalagem de produto a seguir!

Por que as embalagens são importantes?

As primeiras coisas que vêm à mente quando falamos sobre embalagens é a proteção, conservação e transporte que dependem dela. Afinal, ninguém quer comprar coisas já quebradas, danificadas ou extraviadas. São papéis básicos e fundamentais, mas não são os únicos.

As embalagens são tão importantes para empresas de todo segmento, que são consideradas parte vital da atividade econômica de um país. Suas características garantem que o consumidor esteja adquirindo um produto seguro para sua saúde, e que seja educado sobre isso antes de comprá-lo. Isso é garantido por regulamentações da Anvisa, do Inmetro e outros tantos órgãos nacionais e estrangeiros.

Portanto, é claro que, ao longo dos anos, as embalagens foram ganhando cada vez mais importância dentro do esquema geral de compra e venda de bens. Pouquíssimos produtos podem ser comercializados sem embalagem, e há regras para as informações contidas nelas, sempre prezando o melhor para o cliente. Além de tudo, as embalagens também são um canal de comunicação direto.  Ela pode servir para atrair o cliente e até mesmo para ensiná-lo sobre o uso do produto, como você verá mais à frente.

Com um bom design gráfico, a comunicação visual fica muito mais favorecida e de fácil compreensão junto ao público-alvo. O design de embalagem, inclusive, é um instrumento para trabalhar o branding (que também será apresentado em seguida). Antes de tudo isso, vamos conhecer as funções das embalagens?

As funções da embalagem de produto

– Proteção

Ao falar sobre a importância e as funções da embalagem de produto, é claro que todas precisam proteger seu conteúdo com eficácia. Cada produto exige um tipo de material e confecção para obter o máximo de proteção e conservação possível.

Esse fator é muito importante principalmente quando falamos de embalagens para alimentos, que obviamente não podem chegar ao consumidor já estragados. Além disso, não são todos tipos de materiais disponíveis para design de embalagens que podem ser utilizados nessa situação. Nesse aspecto, é essencial seguir as normas da Anvisa para cumprir também com os próximos dois pontos de função das embalagens.

Já produtos frágeis ou químicos como artesanatos, peças de vidro, eletrônicos, cosméticos e produtos de limpeza, entre outros, precisam do mesmo cuidado quanto ao material da embalagem pensando em proteção, apresentação e possíveis vazamentos ou outros riscos.

Provavelmente você já comprou algum item embalado em uma caixa, coberta por um filme plástico e, o próprio produto, envolto com uma proteção em plástico ou papelão – acontece muito com brinquedos, perfumes e eletrônicos. Guarde este exemplo pois retornaremos a ele logo mais.

– Transporte

Toda empresa deve estar atenta à eficiência da embalagem durante os transportes do produto, questão básica ainda pela logística e o armazenamento. Além de chegar até a loja, o produto também precisará ser exposto e transportado pelo cliente de maneira prática.

É pensando nisso que alguns produtos são elaborados já com alças, a exemplo dos pacotes de papel higiênico ou de bebidas, ou com formatos anatômicos e/ou ergonômicos. Ninguém gosta de ter mais trabalho só carregando o que compra, e o armazenamento em casa é outro problemas.

Se seus produtos e correspondentes embalagens não facilitam o transporte, nem na hora da distribuição e nem para os clientes, é provável que seu lucro esteja comprometido.

– Comunicação

A comunicação estabelecida com a embalagem é importantíssima para a fixação da marca. A embalagem precisará informar características e uso do produto, mas também estabelecer um contato que passe os valores da empresa. Como citado, o design de embalagens é uma das pontas para trabalhar branding, a gestão da marca.

Apostar na comunicação visual da sua marca é essencial para atrair clientes e trabalhar significados, valores e benefícios da solução. Com a identidade visual, que inclui o logotipo, a tipografia e as cores próprias da marca, é possível aplicar diferentes elementos de diagramação e design nas embalagens personalizadas de seus produtos.

A conexão com uma marca e seu produto é pessoal, feita diretamente no ponto de venda, e que segue sendo feita com o consumidor depois que ele decide depositar confiança no produto. É uma ponte de identificação e, muitas vezes, a razão da decisão de compra.

E além disso, ter a sua identidade visual nas embalagens é um meio de fortalecer a presença e a lembrança da marca. Ocupar a lista de referências (positivas, claro) na mente dos consumidores pode render mais vendas e um relacionamento duradouro, até mesmo criando promotores de seus produtos.

Retomando o exemplo das embalagens com proteção, compostas por diversas camadas, vale pensar em uma caixa da boneca Barbie. A embalagem mais externa, que faz contato direto com o público, traz as marcas da boneca e do fabricante, instruções básicas, artes e ainda os selos obrigatórios para o ramo de brinquedos infantis.

Esse é um ótimo exemplo de como uma embalagem deve combinar os três elementos e funções apresentados aqui, afinal elas ainda são compactas o suficiente para melhorar o transporte, armazenamento e exposição.

Além das funções técnicas

Trabalhar apenas com esses elementos é uma grande perda de oportunidades, afinal não consideramos fatores como a criatividade, a relação com o público-alvo, a identificação com a própria empresa e, talvez o mais importante, os materiais disponíveis.

As embalagens também podem e devem ser usadas para aumentar a visibilidade do produto, comunicar-se com o consumidor, aumentar a credibilidade da empresa e, como consequência por tudo isso, aumentar as vendas. Embalagens mal projetadas não convencerão o público, e se elas não estabelecerem uma boa comunicação, podem fazer com que um cliente que seria fidelizado acabe perdendo o interesse. Fique atento e considere os pontos levantados aqui.

Para exemplificar melhor como o design de embalagens pode utilizar diferentes elementos para construir boas embalagens, confira agora uma breve lista de especificidades quanto aos materiais desejados.

– Embalagem de plástico

O plástico é uma opção versátil por estar disponível em diferentes composições, formatos e outras características. Esse material, em certas condições, é estéril e por isso muito recomendado para alimentos. Também cobre com muitas outras necessidades, a exemplo das proteções estruturadas e rolos em filme.

Um problema desse material é a crescente preocupação com o ambiente, a utilização de recursos e a redução da produção de lixo. Utilizar o plástico pode não ser a melhor opção para empresas que acreditam e vendem a sustentabilidade e a consciência sobre o planeta. Ao mesmo tempo, indústrias estudam e testam novas formas de produzir e descartar esse material.

Outro ponto de consideração nas embalagens de plástico são as opções de personalização e gravação variadas, o que facilita o desenho e distribuição de elementos da identidade visual de uma marca.

Resumidamente, este material é confiável mas deve ser bem estudado no momento do design de embalagens.

– Embalagem de papelão

Outro material muito utilizado, porém com menores possibilidades do que o plástico. O papelão, o papel e o kraft são opções possíveis para diferentes produtos, considerando a produção de sacolas e caixas. Como esses materiais são vendidos em diferentes gramaturas, esse é um fator que deve ser avaliado dentro das três funções apontadas anteriormente.

Um benefício da embalagem de papelão é a quantidade ilimitada de recortes e formatos em que pode ser apresentada. Também permite a impressão, essencial para aplicação da marca e outras informações. E, um último fator de avaliação, é a possibilidade de recolher e reciclar o material descartado.

Vale avaliar, na construção desse tipo de embalagem, sua relação com o público-alvo e com a própria mensagem da empresa.

– Embalagem de vidro

Mais uma possibilidade, porém reservada aos alimentos (conservas, temperos e bebidas), alguns cosméticos e outros produtos mais seletos. Isso, em boa parte, relacionado ao custo e ao peso, além da fragilidade e toda logística por trás das embalagens de vidro.

Para personalizar o formato de uma embalagem em vidro os custos são ainda mais altos, o que limit boa parte das marcas a investir apenas em adesivos e rótulos no design de embalagens.

Um ponto positivo é que esse tipo de embalagem, muitas vezes, pode ser reutilizado pelo próprio cliente ou então reciclado na coleta seletiva. Quando existe a primeira possibilidade, é ainda mais importante investir na presença da sua marca e identidade visual ali.

– Embalagem de metal

Esse material é viável também nas conservas e bebidas, entre outros produtos. Tem uma ótima característica de conservação e armazenamento, por não permitir a entrada de luminosidade ou ar nas latas. O metal permite gravação e impressão sobre sua superfície.

As latas de metal, inclusive, podem ser fabricadas como edições especiais, comemorativas ou para coleção, como acontece com panetones, biscoitos, perfumes, relógios, canetas e outras tantas possibilidades.

Quando inovar no design de embalagens

É essencial se destacar nas prateleiras, afinal a concorrência não é pouca. Somado a isso, as embalagens têm uma grande participação na proposta de valor de um produto, ou seja, uma oferta de benefícios que diferenciam essa solução e não outra da concorrência. Acredite, muitas pessoas (e provavelmente você também), aceitam comprar um produto mais caro só pelo diferencial da embalagem, que pode estar no design ou nas utilidades e funcionalidades relacionadas.

Destacamos agora dois pontos em que sua marca pode se destacar e inovar a partir do design de embalagens. Confira e avalie as possibilidades para seu negócio:

– Com embalagem de presente

É o exemplo já citado aqui. A embalagem de presente de um produto pode ser uma edição especial, mais elaborada como acontece com algumas marcas de chocolate durante a Páscoa e datas comemorativas, ou então um tipo de sacola ou caixa próprios da sua empresa ou loja, personalizadas com a identidade visual da marca e também elementos de comemoração, como as ilustrações e textos.

Produtos especiais, já embalados com características de presente, têm muito mais valor agregado para o público, que quase sempre opta por opções práticas e rápidas quando estão em meio a datas comemorativas como a Páscoa, Dia das Mães, Dia das Crianças, Natal e outras mais.

Exemplos de embalagens criativas para presentear são as caixas, sacolas em tecido ou papel e as latas citadas acima.

– Em embalagem de café

O café é um produto nobre, mas muito acessível e querido pelo público. Produtores de café (atenção se este é o seu caso) constantemente procuram melhorias e diferenciais para suas embalagens personalizadas, sem perder a conservação do produto e suas principais características: sabor e aroma.

Essas embalagens podem ser produzidas em papel ou plástico, desde que contem com uma vedação adequada. A concorrência nas prateleiras é grande, por isso o design deve ser bem aplicado para atrair os olhares do público, além de apresentar todas informações obrigatórias para regulamentação de alimentos. É importante apresentar também selos relacionados a origem dos grãos e principais características do produto.

Como fazer design de embalagem?

Você já está um passo na frente desse processo, afinal já aprendeu aqui os materiais para embalagens personalizadas e as funções que essas devem cumprir. Sabe também o que é a identidade visual de uma marca e que ela deve ser aplicada para trabalhar branding e lembrança da marca, além da fidelização de clientes.

Como o processo de desenhar uma embalagem é mais do que apenas criativo, pois também é necessário considerar a produção, gravação e recorte desejados para a peça final.

Felizmente, um profissional de design gráfico concentra todos esses conhecimentos e necessidades do processo de criação de embalagens personalizadas. Um designer trabalha justamente para conhecer a fundo o mercado e o produto que você quer apresentar, assim a embalagem fica muito mais atrativa e próxima do público correto.

A BST! Design tem mais de 15 anos de experiência nessa área, atendendo clientes dos mais variados mercados para produção de embalagens, identidades visuais e outros projetos gráficos. Conheça nosso portfólio aqui e encontre inspirações para seu design de embalagem.

Design thinking no design de embalagens: como usar essa ideia?

Design thinking no design de embalagens: como usar essa ideia?

Quem trabalha com desenvolvimento de projetos e estratégias, já deve ter se deparado com o conceito de design thinking. Um trabalho, por exemplo, de identidade visual e comunicação é um projeto que envolve tanto a empresa quanto uma equipe de profissionais de diferentes especialidades para entregar as necessidades do negócio. Se esta necessidade é por um design de embalagem, o projeto pode muito bem utilizar o design thinking.

Neste artigo, vamos apresentar essa metodologia e algumas ideias de aplicação nos trabalhos voltados para comunicação visual e desenvolvimento de embalagens. Como você vai conferir nos próximos tópicos, existem etapas e conceitos que marcam o design thinking e o diferenciam de outros métodos.

Continue lendo para entender a relação entre estes dois elementos.

O que é design thinking?

Uma ideia muito ligada à inovação, o design thinking se volta para o processo de trabalho criativo de designers e outros profissionais, para encontrar características comuns ao desenvolvimento dos projetos. Assim, o design thinking pode ser definido como uma abordagem criativa focada no ser humano, que se baseia na multidisciplinaridade, colaboração e registro mais realização de pensamentos e processos, sempre com o objetivo de propor alternativas que levam a soluções inovadoras.

No design thinking, os processos são sempre ágeis e resumidos, o que exige pesquisa, atuação rápida, testagem e correção. Dentro de três etapas, descritas mais à frente, qualquer projeto pode ser desenvolvido e lançado. Justamente por isso, o design thinking é utilizado para necessidades variadas de uma empresa, desde tecnologias e softwares até o design de produtos, projetos de decoração e afins.

A metodologia do design thinking pode ser aplicada aos projetos de designers gráficos, partindo da utilização das cinco etapas. Vamos explicar essa utilização em mais detalhes, agora.

Necessidades do design de embalagens

Uma embalagem, dependendo é claro do produto que ela entrega, tem que cumprir com algumas necessidades e funções básicas. Proteção, logística, apresentação, diferencial competitivo, informação e divulgação são alguns dos pontos levantados que indicam para a importância de começar um design de embalagens.

Inovar e ser original é interessante, considerando, em primeiro lugar, também a funcionalidade do produto. A embalagem é parte do produto, logo deve ser de qualidade para agregar valor e experiência para o consumidor. Todos estes elementos são considerados e facilmente acionados em um projeto com design thinking.

Utilizando o design thinking

Resumidamente, o design thinking é uma metodologia utilizada para a resolução de um problema partindo da experimentação e da abordagem prática, mão na massa. Para desenvolver um projeto dentro dessa ideia, são cinco etapas:

Imersão

É a etapa de pesquisa e levantamento de informações relevantes para o projeto. Pode envolver o contato direto com as pessoas que identificam o problema ou necessidade, fazendo uma imersão em seu mercado, dia a dia, etc. Corresponde, por exemplo, ao briefing necessário para começar um projeto de identidade visual e design.

Análise e Síntese

O próximo passo é a interpretação do briefing, em que as informações coletadas devem ser organizadas para fácil visualização e leitura. Elementos visuais ajudam a resumir melhor os problemas, necessidades e desejos relacionados ao projeto.

Ideação

Através da colaboração e de brainstorms, partindo da análise e resumo do problema, são levantadas todas as ideias possíveis para ajudar no projeto. A criatividade e inovação são incentivadas, considerando todos os elementos que serão envolvidos para a resolução do problema – no caso, o design das embalagens.

Prototipação

As ideias são tiradas do papel através dos protótipos. Nas embalagens, podem ser produzidos e impressos exemplos que já serão montados de acordo com o produto, processo que ajuda na visualização da peça final e também dá uma noção mais aproximada sobre o que será aprovado e entregue.

Validação e Implementação

É o teste das ideias e protótipos, considerando sua adequação à estratégia, ao ambiente e ao público de contato. Daqui saem os possíveis ajustes ou melhorias para a embalagem, voltando dentro das etapas do design. Testar, validar e então implementar o produto é importante para ter sucesso nos objetivos, além de corresponder a uma economia para a empresa.

Este é apenas um resumo da relação do design de embalagens com o design thinking. Para se aprofundar neste tema, baixe nosso e-book de 10 dicas de Design de Embalagem para seu produto e conheça outros elementos importantes nesta estratégia.

Branding: dicas para uma boa apresentação e design de embalagens

Branding: dicas para uma boa apresentação e design de embalagens

Já abordamos aqui no blog da BST! sobre o que é branding e seu papel na comunicação estratégica e integrada de um negócio. Quando chegamos no design de embalagens, o branding ainda é uma constante, sendo um elemento essencial para fazer a boa apresentação dos seus produtos e empresa.

Ao identificar a necessidade de criar embalagens personalizadas ou então renovar o design das peças existentes, é importante começar um planejamento tendo como base todos os conceitos e definições de gestão da marca. Como as embalagens fazem parte do seu produto, não faz sentido entregar uma peça sem nenhuma ligação ou relação com sua empresa, concorda?

Para fazer uma boa apresentação da sua empresa e produtos, confira estas dicas para agregar branding ao design de embalagens.

Identidade Visual

É repetitivo falar sobre a importância de aplicar a identidade visual do negócio ou produto nas embalagens, mas é necessário. Identidade visual, como o próprio nome já indica, é a apresentação que identifica sua empresa em todos os canais, sendo uma representação visual simples, legível e que venha facilmente à memória.

Com o logotipo, combinando nome, cores e elementos gráficos, já temos um elemento essencial no branding. Branding é relacionamento, significado, divulgação e lembranças da marca. Logo, a identidade deve ser repetida em todos os meios possíveis – principalmente nas embalagens personalizadas. Mesmo sem um formato original, isso pode ser trabalhado com adesivos e fitas, papel de embrulho, sacolas personalizadas e outros materiais gráficos.

Um pouco de storytelling

Sua embalagem pode contar uma história. O storytelling, um recurso de conteúdo para contar histórias de origem, problemas ou ideias, caminha lado a lado ao branding. Você já deve ter visto algum produto que traz um box de texto em sua embalagem, falando sobre origem dos materiais/ingredientes – muito utilizado no mercado de alimentos.

Cosméticos, roupas e outros tantos produtos também estão adotando essas narrativas para incrementar a marca. Este é um elemento de branding que estimula um vínculo maior entre público e empresa, encaminhando para um relacionamento e apelando também para valores, propósito, posicionamento e afins.

Conexões

O branding é trabalhado em todos os canais. Sua embalagem pode explorar isso trazendo elementos para fazer a conexão com outros canais de comunicação. Inclua elementos como seu site, SAC e perfis de redes sociais na diagramação do design de embalagens, assim o consumidor pode fazer um “link” para outros dos seus canais e continuar o relacionamento por eles.

Canal de divulgação

Suas embalagens estão em contato direto com o público e também com parceiros. Por que não utilizar esse meio como um veículo de divulgação? A empresa pode utilizar este canal para divulgar ações promocionais, eventos, datas comemorativas, etc. Para situações como essas apontadas, as embalagens são feitas em menor quantidade, adequando ao período e praça de distribuição.

Opções variadas

Para trabalhar a gestão da marca, é interessante encontrar, no design de embalagens, algumas opções de peças variadas, de acordo com linhas de produtos, promoções ou versões para presente, para delivery, entrega via correio, etc. Para cada uma dessas necessidades específicas, a empresa pode elaborar uma embalagem diferenciada, sem dispensar a personalização.

Além da presença da marca, essa ideia trabalha agregando valor e um cuidado a mais com o produto e o público. O design e o branding, para resumir, devem sempre caminhar juntos dentro da comunicação da marca.

Aproveite e veja um exemplo prático de branding e identidade visual no nosso case com o evento GovTech Brasil 2018.