Identidade visual: novas estratégias para aplicar em diferentes materiais gráficos

Identidade visual: novas estratégias para aplicar em diferentes materiais gráficos

O “start” para a criação de uma marca sempre será com a identidade visual. Você precisa definir a cara do seu negócio para levá-lo ao mercado e iniciar as vendas!

E, sem dúvidas, é muito importante que a marca siga um padrão em seus materiais para gerar a identificação do público.

Isto se dá na placa da fachada, cartão de visitas, site, redes sociais, flyer, folder… enfim, todos os materiais que forem criados sobre a empresa, desde o off-line até o on-line.

Também é importante que a comunicação com o público siga este mesmo padrão.

Uma boa comunicação com todos os materiais alinhados é ideal para o reconhecimento da sua marca e fortalecimento no mercado.

Para ajudar você a alavancar seu negócio, separamos algumas estratégias de aplicação da identidade visual nos mais diversos materiais.

Confira!

Padronização do material

 

Algo que você deve ter sempre em mente é que a comunicação precisa ser padronizada.

Em todos os meios que sua marca aparecer para o público deverá seguir a mesma identidade visual!

Utilize sempre a aplicação correta do logo, as cores que representam seu negócio e a tipografia correta. É preciso que o consumidor se lembre da sua marca e com toda a comunicação padronizada isto facilitará (e muito)!

Identidade visual no on-line

 

A padronização da marca também é de extrema importância no ambiente on-line, mantenha suas redes sociais sempre alinhas com o site ou e-commerce.

É importante trazer a essência da sua marca para estas plataformas e ter a comunicação alinhada entre elas. Opte sempre por divulgar a mesma mensagem, com as adaptações necessárias para cada plataforma, em todas as redes sociais.

Nada mais confuso que uma marca divulgar a campanha de aniversário no site, promoção de Dia das Mães no Facebook e campanha institucional no Instagram.

Tudo isto ao mesmo tempo!

Trabalhe tudo de maneira uniforme e a chance do seu cliente memorizar sua marca e seu produto será muito maior!

Identidade visual no ponto físico

 

Ter uma fachada que represente a sua empresa também é grande valia.

Mesmo que você não receba clientes no ponto físico é importante mostrar ao público onde você está localizado, que existe uma empresa por trás daquela loja ou e-commerce.

Além disto, os fornecedores também acharão com mais facilidade a sua empresa.

Lembre-se da padronização na fachada também, é importante manter a mesma identidade visual dos demais materiais.

Identidade no tom da comunicação

A sua marca precisa conversar com o consumidor e esta conversa também precisa ser de forma alinhada.

Mesmo que seja necessário a adaptação da comunicação para uma data comemorativa ou campanha específica, mantenha sempre a mesma linha de comunicação, demonstrando a essência da marca também pelas palavras.

Identidade visual nas peças publicitárias

E, sem dúvidas, algo que precisa estar sempre em consonância são as peças publicitárias.

Assim como nas diferentes plataformas da internet, as peças publicitárias também precisarão de adaptação na comunicação.

Mas é de extrema importância que todas estejam alinhadas, trabalhe sempre a mesma campanha nas diferentes peças publicitárias.

Importância do Manual da Marca

Você percebe como tudo precisa estar alinhado para facilitar a comunicação com seu público e gerar lembrança de marca?

A padronização é a palavra chave para a identidade visual!

E por isto o Manual da Marca é de extrema importância, seguindo os padrões do manual será impossível não ter a comunicação sempre alinhada.

Aproveite para saber mais sobre Manual da Marca, confira o material que já está em nosso blog, clicando neste título  O que é e qual a importância da marca para o seu negócio.

Ficou com dúvidas? Entre em contato, nós podemos contribuir com o sucesso do seu negócio!

Boa leitura e até o próximo post!

Como fica o delivery no Brasil em meio à crise que estamos vivendo?

Como fica o delivery no Brasil em meio à crise que estamos vivendo?

Estamos vivendo um momento completamente diferente dos planos que havíamos traçados para 2020.

Diante de um cenário de pandemia, que assombra o Brasil há mais de 90 dias, se fez necessário traçar um plano emergencial para enfrentar tudo isto.

As empresas dos mais variados segmentos precisaram se adaptar para continuar vendendo e as mudanças, que não são poucas, ficaram nítidas em nosso dia a dia.

Desde a política até a saúde, todos os segmentos precisaram se adaptar, se reinventar e até mesmo mudar a forma de trabalho.

E se tem um segmento que sofreu fortemente com as medidas de isolamento e distanciamento social foi a alimentação, como bares, pubs, lanchonetes e restaurantes. Muitas delas tiveram que adotar a estratégia do delivery.

Continue acompanhando nosso conteúdo que vamos te contar o que você precisa saber sobre delivery!

O que mudou

Neste momento de cautela, o consumidor está evitando sair de casa, mas continua consumindo diversos produtos e fazer com que este produto chegue até o cliente, muitas vezes sem taxas de entrega e com diversas promoções, é uma ótima opção.

Em muitas cidades o delivery já era “rei”, dominando o setor alimentício e levando diariamente comida até a casa ou trabalho do consumidor. Até porque receber algo no conforto da nossa casa/trabalho é ótimo, não é mesmo?

Mas em algumas cidades esta realidade ainda era um pouco distante, porém cresceu disparadamente nos últimos dias.

Seja por meio de aplicativo para pedidos, como o iFood, ou pedidos por ligação e WhatsApp, o importante foi buscar uma solução para o momento e continuar entregando experiência gastronômica ao cliente e, claro, continuar realizando as vendas.

E o mais interessante é que o crescimento da demanda por delivery não se deu apenas para restaurantes, mas também cresceu fortemente para farmácias, lojas e supermercados.

Mas é preciso ficar atento

 

O delivery está “salvando” milhares de negócios que poderiam fechar se continuassem sem receber clientes e, consequentemente, realizar vendas.

Mas ao iniciar o serviço de entregas, e até mesmo para aqueles estabelecimentos que já trabalhavam desta forma, é necessário ficar de olho na forte demanda e a empresa precisa estar preparada para atender todos os clientes da melhor forma possível.

Já pensou uma noite repleta de pedidos e por um azar (ou falta de planejamento) as embalagens acabam? Isto não pode acontecer!

Por isso é de extrema importância ter um estoque de embalagens de acordo com o número de pedidos, além de uma quantidade extra para o caso de aumento nos pedidos.

E qual a melhor embalagem de delivery para o meu produto?

Um detalhe importante no serviço de delivery é que não basta uma comida gostosa chegando até a casa do cliente, é necessário pensar num todo para uma experiência completa, mesmo o consumo sendo no sofá de casa e em frente à televisão.

É importante ficar atento em qual a melhor embalagem para o seu produto e como ele ficará conservado da melhor forma.

Também é importante ter uma embalagem personalizada, seja toda ela ou um selo no lacre, por exemplo.

A embalagem precisa ter a “cara” do estabelecimento, afinal é a sua marca que estará entrando na casa do cliente. E quando a experiência é positiva, ela acaba se repetindo por diversas vezes!

Saiba mais

Para ajudar você com a melhor decisão para as embalagens de delivery, nós já temos em nosso blog uma postagem sobre o assunto, você pode conferir e se inspirar, acesse: EMBALAGENS PARA DELIVERY: 5 DICAS PARA ACERTAR NA ESCOLHA

Lembrando que se quiser produzir embalagens para delivery personalizadas ou qualquer outro tipo de embalagem para alimentos, nosso time de designers é especialista neste assunto!

Boa leitura e até a próxima!

Visual Merchandising: Entenda de uma vez por todas o que é e quais as suas vantagens

Visual Merchandising: Entenda de uma vez por todas o que é e quais as suas vantagens

Com o amadurecimento do e-commerce, o varejo físico disputa cada vez mais a preferência do consumidor. Por conta disso, estratégias para engajar e atrair consumidores são levadas em consideração. O visual merchandising é uma delas, ferramenta tradicional e que tende a oferecer resultados satisfatórios às lojas que a utilizam.

A primeira impressão é a que fica, não é mesmo? É por isso que muitas marcas fazem o uso deste conceito para causar uma impressão marcante quando o cliente entra na loja.

Neste post você vai entender o que é o visual merchandising – ou “VM” – e quais as vantagens de aplicá-lo no seu ponto de venda.

 O que é o Visual Merchandising?

O Visual Merchandising é uma ferramenta do marketing que consiste em chamar a atenção do consumidor por meio do apelo visual, criando uma identidade própria da loja ou ponto de venda, influenciando, assim a maneira que ela é percebida.

A ferramenta não se resume somente à composição da vitrine de uma loja: toda a estrutura é analisada e planejada com o fim de tornar um ambiente agradável e propício para a compra.

Relacionado: Você sabe o que é vitrinismo?

A ideia é fazer com que ao entrar na loja, o cliente rapidamente perceba, mesmo indiretamente, que aquele ponto de venda segue um conceito bem definido de estética, proporcionando uma experiência diferente de qualquer outro estabelecimento.

O ambiente precisa ter um tom de acolhimento, fazendo com que o cliente sinta que faz parte daquele local. Isso tem um grande impacto na decisão da compra.

Quais são as vantagens do Visual Merchandising?

Saiba quais são os principais benefícios de colocar o visual merchandising em prática no seu negócio.

Visibilidade e reconhecimento da marca

O Visual Merchandising tem um grande poder de fortalecer a imagem da sua empresa no imaginário do seu público.

Quando é sabido que na sua loja o cliente encontrará um ambiente único e acolhedor, isso significa que a sua marca já está em um patamar diferenciado.

Se isso for aproveitado e mantido, o visual merchandising se torna parte essencial para fortalecer a identidade da empresa.

Relacionado: Identidade visual: Entenda o que é e qual a importância dela para seu negócio

Satisfação do cliente

É bem desconfortável quando você não encontra um produto que deseja ou não consegue saber o preço de alguma coisa em um ponto de venda, não é mesmo?

Por isso que frequentar um local onde está tudo bem planejado visualmente para satisfazer o cliente é uma ótima experiência.

Uma loja que trabalha bem a exposição dos produtos e seus respectivos preços e ofertas, por exemplo, chama mais a atenção e ajuda o cliente a encontrar o que ele procura.

Além disso, o visual merchandising também acontece muitas vezes em espaços específicos de um supermercado. Você já experimentou aqueles alimentos de uma área de degustação no supermercado? Essas ações são muito interessantes e fazem parte do visual merchandising.

Estímulo dos sentidos

Ao criar um ambiente confortável, é preciso pensar em como fazer com que os clientes permaneçam nas lojas por mais tempo.

17% da atenção do cliente fica dividida entre visual, tato, olfato, paladar e audição. Sendo assim esses sentidos podem ser estimulados com o uso do VM.

Ambiente climatizado, odores agradáveis, som ambiente e a loja limpa: Esses detalhes tendem a fazer o público querer ficar mais tempo no seu ponto de venda, aumentando ainda mais a chance de compra, além do ticket médio, ou seja, o cliente pode comprar mais do que o planejado.

O uso do Visual Merchandising é imprescindível para quem quer aumentar suas vendas no seu ponto de vendas e ter a identidade da sua marca bem definida.

Curtiu o conteúdo? Deixe pra gente nos comentários!

Para estudar mais sobre o assunto, recomendamos que você leia também este artigo: 5 tipos de merchandising no ponto de venda.

Backdrops: Quais os modelos existentes para você escolher

Backdrops: Quais os modelos existentes para você escolher

Você sabia que existem vários tipos e tamanhos de backdrops?

Pois bem, muitas vezes quando pedimos um orçamento de backdrops para colocar nossa marca, nem sabemos que existem essas diferenças entre eles, e que isso pode influenciar no preço final do projeto.

Pensando nisso é que resolvemos trazer este post para explicar detalhadamente os tipos e tamanhos de backdrops existentes.

Acompanhe até o final!

Quais são os tipos e tamanhos de Backdrops existentes?

Em primeiro lugar, precisamos entender que existem os modelos fixos e portáteis. Veja quais são:

BACKDROPS FIXOS

MDF

O MDF é o mesmo material usado na construção de estandes. Grampeia-se uma lona no MDF de modo que cubra toda a estrutura.

Como o material usado é pesado e tem uma boa estabilidade, esse formato permite a montagem de peças maiores, de até 50 metros de largura e até 8 metros de altura.

Geralmente, é usado nos fundos de palco, nos estandes médios e grandes.

Esse trabalho de montagem precisa ser feito por profissionais especializados.

BOX TRUSS

Também conhecido como treliça, o box truss usa uma estrutura padrão com uma lona amarrada a essa estrutura.

A aparência do box truss é mais simples que o MDF e o custo é mais barato também.

BACKDROPS PORTÁTEIS

PAINEL PANTOGRÁFICO

O painel pantográfico possui uma estrutura de alumínio que se abre facilmente e, após montada, as placas de personalização se fixam como imãs.

É muito simples de ser transportado. Todo o conjunto cabe dentro de uma maleta com rodinhas que cabe no porta malas de um carro.

PAINEL PANTOGRÁFICO DE TECIDO

Essa pode ser considerada uma evolução do modelo anterior, onde o tecido é preso na estrutura, reduzindo o tempo que se leva para montar e o peso total do material.

Cada vez mais esse modelo tem tomado o lugar do painel pantográfico tradicional.

SISTEMA TUBULAR E TECIDO

Apesar de você precisar de um pouco mais de tempo para montar, o sistema tubular é mais resistente e o tecido acaba ficando mais esticado. Também permite painéis maiores.

TRIPÉ

Este é um formato adaptado. Usa-se dois tripés onde é possível prender banners bem largos de até 200 cm de altura.

É uma ótima opção se você procura algo mais em conta comparado às outras opções.

ESTRUTURA AJUSTÁVEL

Esta é uma opção que se baseia na ideia do tripé, porém oferece uma base mais firme e com um melhor visual, permitindo tamanhos variados de backdrops.

Neste modelo pode ser usado tecido ou lona.

ROLL UP     

Por aumentar muito o tempo de duração dos banners, o roll up acaba sendo muito popular. Ele é um modelo enorme, chegando a 2×2 metros.

Vale ressaltar que ele é mais difícil de se transportar e montar, então fique atento nesse sentido.

Esses são os modelos de backdrops existentes. O que você achou? Bastante informação, né?

Agora, se você não quer ter dor de cabeça com todos estes detalhes mas quer ter a certeza do serviço bem feito, a sugestão é contratar uma agência de design e comunicação que trabalha com profissionalismo.

Ficamos à disposição para conversar sobre este assunto!

Separamos também esse post para você:

Backdrop: o que é e quando usar?

Um forte abraço e até o próximo post!

Quais são os benefícios da aplicação do design thinking no seu negócio?

Quais são os benefícios da aplicação do design thinking no seu negócio?

O Design Thinking é uma metodologia usada para a solução de problemas complexos em busca de inovação.

Ele parte do entendimento profundo das necessidades e dores do cliente, colocando-o no centro de todo o processo.

Envolve colaboradores de diversos setores da empresa e isso gera insights poderosos para entender de forma simples e criativa qual é a melhor solução para aquele problema.

Temos um post mais detalhado falando especificamente sobre o que é design thinking e como usar.

A grande verdade é que muitas empresas estão utilizando o design thinking por ser uma metodologia simples, ágil e de alto impacto.

Pensando nisso, resolvemos escrever este post com 5 benefícios do design thinking para o seu negócio.

Acompanhe!

1 – Faz com que você se aproxime e entenda ainda mais o seu cliente

No início do processo de design thinking, são realizadas entrevistas presenciais para que haja mais aproximação e um maior entendimento da necessidade do cliente.

Também será possível fazer formulários e pesquisas de satisfação, mas nada comparado aos insights que você pode ter conversando cara a cara com o seu cliente.

 

2 – Envolve a participação da equipe

Para que a metodologia do design thinking funcione de maneira efetiva, é preciso que colaboradores de diversos setores da empresa participem.

Neste caso, o clima da empresa fica mais agradável, uma vez que os colaboradores têm a sensação de pertencimento, auxiliando a encontrar soluções criativas para os problemas.

Sem contar que durante o processo é proibido julgamentos e todas as contribuições devem ser consideradas, independentemente de onde venham.

3 – Diminui os ruídos de comunicação

Um dos grandes problemas enfrentados pela empresa é a comunicação interna.

A boa notícia é que com a implementação do design thinking, que conta com a participação de colaboradores de diversos setores, a comunicação passa a fluir de maneira eficiente.

Isso porque para que o design thinking gere resultados satisfatórios, é preciso que a empresa disponha de uma comunicação clara a respeito dos desafios enfrentados e como encontrar uma solução.

4 – Tem um bom custo-benefício

Como o design thinking é simples de ser implementado, ele custa muito pouco!

Por isso ele é interessante para todo tipo de empresa, mas em especial para as pequenas que, muitas vezes, têm pouco capital para investir.

Entretanto, o grande desafio é convencer os profissionais da sua empresa a mudarem sua rotina de trabalho com a implementação do design thinking, pois ele transforma completamente o modo que as pessoas estão acostumadas a trabalhar.

Neste caso, algumas pessoas levam um tempo até se adaptarem.

Mas, em contrapartida, é possível ver bons resultados dessa mudança em pouco tempo.

5 – O design thinking permite que você corra menos riscos

Muitas vezes achamos que temos a ideia genial, mas, quando colocada em prática, não traz o resultado esperado.

Entretanto, no design thinking, as ideias só são implementadas após serem testadas.

Após a seleção das alternativas que geram valor ao cliente, é desenvolvido um protótipo que torna as ideias tangíveis, reduzindo riscos de investimentos errados e evitando retrabalhos.

Percebe como o design thinking pode ser útil na sua empresa?

Se você ficou com alguma dúvida, não deixe de entrar em contato conosco. Vamos bater um papo sem compromisso.

Ah! E você sabia que também é possível usar o design thinking nas embalagens?

Veja mais sobre esse assunto neste post que separamos para você.

Um forte abraço e até o próximo!

Etiquetas personalizadas: Como utilizar na sua estratégia de marketing?

Etiquetas personalizadas: Como utilizar na sua estratégia de marketing?

Etiquetas personalizadas são essenciais para alavancar o seu negócio, sendo uma das estratégias mais utilizadas no marketing.

Isso porque com as etiquetas e demais estratégias de marketing, conseguimos aumentar a divulgação de um produto ou serviço, promover uma marca, gerar autoridade e atrair novos clientes, além de identificar nossos produtos.

Nesse sentido, as vantagens competitivas das empresas não se limitam só ao desenvolvimento do produto, mas também na apresentação, embalagem, rótulo e, é claro, a personalização de etiquetas e adesivos.

Vale ressaltar que a embalagem por si só não garante a atratividade do produto. Por isso, precisamos nos atentar aos outros aspectos também.

Pensando nisso resolvemos trazer este post sobre etiquetas personalizadas para você:

As vantagens de utilizar etiquetas personalizadas

As etiquetas personalizadas, em especial as adesivas, são ótimas para divulgar o seu produto e, além disso, elas podem fornecer informações relevantes.

Em produtos alimentícios, por exemplo, elas podem conter informações sobre a validade do produto, composição, presença de gorduras, lactose, glúten e outras substâncias que podem causar alergias.

As etiquetas adesivas personalizadas precisam ter:

– Uma ótima aderência nas superfícies;

– Boa resistência e alta durabilidade;

– Capacidade de suportar variados tipos de temperatura;

 

Modelos e cores de etiqueta personalizada

Modelos atraentes e uma boa escolha da cor da sua etiqueta podem influenciar no resultado da sua estratégia.

Trouxemos aqui alguns modelos e suas características para te auxiliar na hora da confecção da etiqueta:

Etiquetas foscas

Além de serem ótimas para fundos e não espelharem a luz, são muito boas para o resultado de fotos e filmagens.

 

Etiquetas eletrostáticas

São de fácil aplicação e manuseio. Não mancham e não criam bolha.

 

Etiquetas metalizadas

Chamam a atenção e causam um belo impacto visual.

 

Cores das etiquetas

A escolha da cor é um elemento importante e precisa ser analisada juntamente com a escolha do modelo de etiqueta.

 

Por exemplo, tons pastel não são indicados em etiquetas transparentes, mas sim para aquelas em vinil, por promoverem um maior destaque.

Já para os modelos metalizados, a dica é usar apenas as informações básicas, sem exceder. Assim o resultado pode ser otimizado.

Como fazer etiquetas personalizadas

As etiquetas personalizadas adesivas podem ser feitas em uma gráfica especializada.

Para que o serviço seja realizado, é preciso repassar à gráfica as informações que precisam ser dispostas na etiqueta, além do logotipo e da identidade visual, que deve orientar a escolha das cores.

O número de identificação do produto e o código de barras também devem estar contidos na etiqueta e são de extrema importância.

Com isso, é possível rastrear a mercadoria, verificando se o produto já chegou ao seu devido destino.

Essas são as nossas dicas a respeito das etiquetas personalizadas.

Você sabia que a BST! pode te ajudar na confecção das etiquetas?

Vamos trocar uma ideia, entre em contato conosco!

E se você quiser saber mais sobre etiquetas, leia este artigo.

Um abraço e até o próximo artigo!

Persona: O que é e como criar a sua

Persona: O que é e como criar a sua

Você já sabe o que é uma persona e como criar a sua?

Se você deseja entender melhor o seu cliente, aumentar suas vendas ou lançar um novo produto, deve considerar criar uma persona.

Isso porque é para a persona que todas as suas ações e estratégias devem estar voltadas.

É fundamental também que você não confunda persona com público-alvo. Vamos explicar isso neste artigo também.

Acompanhe conosco:

O que é persona?

Basicamente, persona é um personagem fictício criado através de dados e pesquisas que representam o seu cliente ideal.

Ela é baseada em informações reais sobre o comportamento e características demográficas daqueles que já são ou podem ser seus clientes.

A persona tem nome, idade, motivações, objetivos, sonhos, dores, desafios e preocupações. Além disso, ela possui uma mini biografia.

É importante salientar: não faça a persona baseada em “achismos”.

Ela é criada com base em dados do público que sua empresa quer alcançar.

Com a persona criada você terá uma ideia mais clara de quem são realmente seus potenciais clientes, quais são seus objetivos, seus desejos e suas dores, podendo assim oferecer soluções mais adequadas às suas realidades.

Sem contar que você consegue encontrar um tom de voz ideal para falar com seu público, sabendo até que cores usar na sua identidade visual, quais os traços e imagens mais atraentes, entre outras estratégias mais assertivas.

Mas qual a diferença entre persona e público-alvo?

Apesar de serem conceitos parecidos, persona não é sinônimo de público alvo. Por isso, este ponto merece muita atenção:

Público-alvo

É uma representação mais ampla e geral das pessoas que você quer atingir.

São todos os seus potenciais clientes, sem exceção.

Um exemplo de público-alvo seria:

 

“Mulher, de 35 a 45 anos, classe média, casada, mora no interior de São Paulo. É formada em administração, trabalha em uma empresa de porte médio, mas está em busca de novas oportunidades de trabalho.”

 

 

Persona

Já a persona foca mais no detalhe desse público-alvo.

Ou seja, além de dados geográficos e sociodemográficos, apresenta outros critérios mais específicos.

Um exemplo de persona seria:

“Geovana, mulher de 28 anos, classe média, solteira, brasileira, mora no interior de São Paulo, em Araçatuba. É formada em administração, trabalha em uma empresa da área jurídica, mas busca recolocação profissional. Gosta de cozinhar e tem vontade de se dedicar mais a isso. Nos finais de semana, sempre convida os amigos para sua casa e prepara o lanche para todos. Gosta muito de festas e baladas. Não compra produtos muito caros, mas prefere investir mais dinheiro se o material for de qualidade. Ela é divertida e engraçada e adora estar com seus amigos.”

 

 

Como criar a sua persona?

Uma forma de criar a sua persona seria fazendo perguntas ou uma entrevista com seus atuais clientes. Assim você evita “achismos” e tem informações mais assertivas.

Caso você ainda não tenha clientes, é possível fazer essas entrevistas ou questionários com pessoas que você acredita ser seus potenciais clientes. Essas questões farão você confirmar se as pessoas que você acredita que possam ser seus potenciais clientes de fato são.

Outra forma de coletar informações sem ter clientes é publicando conteúdo do seu nicho em suas redes sociais. Você pode analisar quem interage com você acompanhando o comportamento dessas pessoas: o que eles publicam, como usam as redes sociais, o que curtem, entre outras coisas.

Com essas informações coletadas, você pode começar a estruturar a sua persona.

Vamos sugerir aqui alguns tópicos com as características da persona para você preencher e montar sua:

  • Nome:
  • Idade:
  • Profissão:
  • Empresa que trabalha:
  • Hábitos:
  • Hobbies:
  • Frustrações:
  • Desafios:
  • Crenças:
  • Estilo de vida:
  • Hábitos de compra:
  • Quais mídias que mais utiliza:
  • É influenciado(a) por quem:
  • Quais tipos de tecnologia usa:
  • Onde busca informação:
  • Critérios para decisão da compra:
  • Mini biografia:

Lembrando que você pode ter mais de uma persona, se julgar necessário.

E você, já criou sua persona? Está com alguma dificuldade?

Entre em contato conosco que podemos te ajudar!

Abraço e até o próximo post!

Embalagem para hambúrguer: o que analisar antes de escolher a ideal para minha hamburgueria?

Embalagem para hambúrguer: o que analisar antes de escolher a ideal para minha hamburgueria?

Uma boa embalagem é aquela que consegue transmitir o quão delicioso é o seu conteúdo só de olhar para ela. Logo, você precisa estar atento para escolher a melhor embalagem para hambúrguer.

Seria um erro para quem tem uma hamburgueria pensar somente na receita do lanche e esquecer da embalagem, sendo que ela é a responsável por conservar o produto, manter a integridade, o frescor e temperatura ideal, além de interferir diretamente no sabor do hambúrguer.

Sem contar o momento de degustação do alimento. Uma boa embalagem é aquela projetada para que consigamos pegar o hambúrguer com facilidade na hora da degustação, que evita sujeiras, que mantenha a identidade da hamburgueria, e que mantenha a qualidade do produto.

Pensando nisso, resolvemos trazer este post que irá explicar desde questões relacionadas ao design da embalagem até os melhores materiais a serem utilizados.

Mas antes de iniciar, precisamos deixar claro que uma hamburgueria precisa normalmente de 3 tipos de embalagens:

– Para consumir no local;

– Para levar para viagem;

– Para delivery;

Consideradas as embalagens para estas 3 situações, temos que analisar mais alguns tópicos. São eles:

Identidade visual do negócio

Identidade visual é a construção de elementos gráficos e visuais com o objetivo de comunicar o conceito, os valores e o posicionamento da sua hamburgueria para o público.

Sendo assim, além da necessidade de ficar atento ao material da embalagem, você precisa garantir que o design e a parte gráfica das embalagens estejam mantendo a identidade visual do seu negócio.

Com isso, o seu negócio se torna mais reconhecido e fica na mente dos seus clientes.

Relacionado: Identidade visual: entenda o que é e qual a importância dela para seu negócio

Qualidade do produto

Não adianta a embalagem ser bonita se ela não conservar o hambúrguer e o mesmo ser entregue em más condições, certo?

Por isso, é necessário que você avalie bem os materiais da embalagem, garantindo a manutenção do sabor do produto e a temperatura ideal, além, é claro, de verificar se o material é de fato higiênico para transportar alimentos.

Compromisso com o meio ambiente

Além de fazer a sua parte preservando o nosso planeta, oferecer embalagens sustentáveis pode influenciar ainda mais a percepção de valor que seus clientes terão em relação à sua hamburgueria.

Isso porque os clientes estão considerando cada vez mais fatores sustentáveis no momento de escolher em que estabelecimento farão sua refeição, por isso a necessidade de se atentar a esse ponto.

Dito isto, vamos analisar agora os tipos de embalagens para hambúrguer.

E quais são os tipos de embalagem para hambúrguer?

Caixinhas de papelão

Este modelo está se tornando o mais tradicional e você talvez já conheça. É ideal para serviço de delivery, pois protegem o alimento durante o trajeto, evitando que ele se espalhe e perca seu formato original.

Sacos de papel

Para consumo no local, os sacos de papel podem ser uma boa opção. Isso porque ele facilita a degustação e acaba até substituindo os guardanapos, além de evitar que o hambúrguer seja pego diretamente com a mão, tornando a refeição mais prática e higiênica.

Papel manteiga

Este é aquele material que envolve e protege o lanche, sem deixar que os ingredientes fiquem grudados na embalagem. Redes como Burguer King e Bob’s utilizam o papel manteiga. É possível que você o personalize com sua identidade visual. Além disso, ele também substitui guardanapos e facilita a degustação do alimento.

 

Com estas informações certamente você já sabe o que analisar antes de escolher a melhor embalagem para sua hamburgueria, não é mesmo?

E lembre-se, qualquer dúvida, entre em contato conosco.

Que tal um bate-papo sem compromisso?

Curtiu esse conteúdo e quer saber mais sobre? Então leia também este post blog: Conheça a importância e as funções da embalagem de produto.

Forte abraço e até o próximo post!

Comunicação interna e endomarketing: Quais são as diferenças e como alinhar as duas estratégias?

Comunicação interna e endomarketing: Quais são as diferenças e como alinhar as duas estratégias?

É comum que os termos comunicação interna e endomarketing sejam confundidos e interpretados como sinônimos, mas vamos te mostrar que na prática não é bem assim.

Apesar de as duas estratégias terem o mesmo público alvo (o interno), seus objetivos e suas práticas são distintos.

Identificar essas diferenças e peculiaridades será fundamental para que você tenha resultados eficientes.

Um resumo rápido de comunicação interna e endomarketing seria:

Comunicação interna: processos e estratégias de informação

Endomarketing: incentivo, motivação e engajamento dos colaboradores

Mas vamos explicar de uma forma mais detalhada as diferenças entre cada uma delas a seguir.

Acompanhe:

Comunicação interna

Geralmente feita por profissionais de Relações Públicas, Jornalismo ou Comunicação Social, as estratégias de comunicação interna envolvem todas as formas de diálogo entre a empresa e os colaboradores.

Informações institucionais, metas, resultados, ações da empresa, entre outras atividades, são sempre divulgados de maneira clara para que todos entendam através de diferentes canais e ferramentas:

– Newsletter;

– Jornais e revistas impressos;

– Intranet;

– Murais;

Relacionado: 7 ferramentas para melhorar a sua comunicação interna

Endomarketing

 

O endomarketing já está mais voltado a ações que incentivem o engajamento, interação e motivação entre a empresa e o colaborador, para que ele tenha mais “amor à camisa” e se sinta motivado, tornando-se mais produtivo.

Como o endomarketing está mais voltado à cultura organizacional, exige mais planejamento que a comunicação interna.

Neste caso, o ideal é que a empresa disponha de uma pessoa responsável por pensar, planejar e executar estas ações que têm o objetivo de motivar e engajar a equipe interna da empresa.

 

O que a comunicação interna e o endomarketing têm em comum?

O ponto em comum entre comunicação interna e endomarketing é em buscar a lucratividade da empresa. O endomarketing possui esse objetivo a longo prazo, já a comunicação interna de forma imediata.

Se você quiser saber como combinar a comunicação interna e o endomarketing, preparamos este post para você:

Como combinar comunicação interna e endomarketing.

Um abraço e até o próximo post!

5 tipos de merchandising no ponto de venda para você aplicar no seu negócio

5 tipos de merchandising no ponto de venda para você aplicar no seu negócio

Merchandising no ponto de venda é a união de ações, estratégias, materiais promocionais e técnicas com o objetivo principal de dar maior visibilidade e expor as informações dos produtos e serviços oferecidos pela empresa.

Além disso, o merchandising auxilia na aproximação entre o cliente e o que está sendo ofertado, despertando mais que apenas a vontade de comprar.

Sendo assim, entender o processo de merchandising para ponto de vendas irá abrir um leque de oportunidades para você, além de aumentar as vendas, é claro.

Trouxemos neste post 5 tipos de merchandising para você aplicar agora mesmo no seu ponto de venda.

Confira:

#1 – Marketing Sensorial

Marketing sensorial é a exploração dos 5 sentidos (visão, audição, olfato, tato e paladar) como parte da estratégia de vendas, diferenciação e posicionamento.

Esta estratégia é capaz de trabalhar no consumidor todo o seu potencial mental. Assim, a mensagem do marketing é passada de forma mais clara e natural.

Sentir o cheiro do cafezinho ou apenas testar o áudio do aparelho não basta: o ideal é que todos os sentidos sejam trabalhados em conjunto. Isso faz o consumidor ter experiências únicas.

É claro que nem todas as empresas possuem produtos onde é possível explorar os 5 sentidos, mas é fundamental que você tente extrair o máximo de cada um para que o consumidor crie familiaridade com o seu produto.

– Aromatização;

– Degustação;

– Embalagens diferentes;

– Cores chamativas;

– Entrega de brindes;

– Faixas;

– Adesivos;

– Placas;

– Tipos de sons;

– Produtos exclusivos;

– Embalagens com edições limitadas

Essas são algumas ideias de marketing sensorial que você pode aplicar na sua estratégia.

#2 – Amostras grátis

A distribuição de amostras grátis é uma poderosa estratégia para aproximar o cliente da sua marca de uma maneira não invasiva. Sem contar que ativa no consumidor o gatilho mental da reciprocidade.

Independente do segmento da empresa, o “grátis” sempre irá atrair clientes potenciais. Pesquisas comprovam que os brasileiros preferem que terceiros decidam quais marcas ou produtos eles devem consumir – e isso muitas vezes acontece através de comunicação e estratégias de marketing.

Levando em consideração a reciprocidade, quando fazemos algo para alguém de forma honesta e autêntica, a pessoa que recebe o favor sente como se estivesse em dívida com a gente, tendo que retribuir o favor.

No meio comercial, o consumidor que recebe uma amostra grátis tende a querer comprar seu produto uma vez que consumiu apenas a amostra grátis, pois isto é visto como um “favor” que a marca fez por ele..

Neste caso, a compra é vista como retribuição do favor.

#3 – Vitrinismo

Quando você está caminhando por um shopping ou por uma rua cheia de lojas, você provavelmente se atrai por vitrines bem feitas, não é mesmo?

Pois bem, além de serem uma estratégia de merchandising para pontos de venda, o vitrinismo é uma ótima forma de se destacar da concorrência.

Para que esta estratégia atinja o seu objetivo de atrair o cliente potencial, não basta apenas escolher itens aleatórios para expor na sua vitrine. Cores, iluminação, sons, perfumes e a escolha dos itens influenciam para que a ação seja efetiva.

Para que você entenda um pouco mais sobre este assunto, sugerimos que acesse este nosso post “você sabe o que é vitrinismo?” onde há mais informações.

#4 – Comunicação Visual

Além de materiais tradicionais para o merchandising no ponto de venda, como adesivos, faixas, totens e wobbler, temos a oportunidade de recriar o que já existe e inovar.

Que tal mesclar as tendências da comunicação e do mundo digital para criar materiais que se destaquem?

Hoje em dia o digital está muito presente na comunicação e você pode tirar proveito disso na comunicação visual do seu PDV.

Uma ideia seria fazer o uso de painéis de led, o chamado “digital signage”, para compor a sua comunicação visual interna.

Além de promover o seu produto e divulgar as ofertas, isso pode entreter os consumidores que estão circulando na loja.

# 5 – Aproveite as sazonalidades

E o quinto tipo de merchandising que sugerimos é atrelar sua marca  celebrações e sazonalidade  em que ela está inserida: datas comemorativas (como Natal, Páscoa, Dia das Crianças, Dia dos Pais, Dia das Mães, Dia dos Namorados), festas locais da cidade, tradições, hábitos regionais e outras características que podem ser aproveitadas.

Criar estratégias para este tipo de merchandising pode ser considerada uma ação assertiva, pois acaba mostrando que sua marca faz parte da comunidade em que ela está inserida e cria conexão com o público.

Estes foram os 5 tipos de merchandising para ponto de vendas que preparamos para você. Esperamos que você tenha gostado das dicas e aplique as estratégias o quanto antes.

Você tem dúvidas, contribuições ou ideias de conteúdo? Deixe aqui nos comentários para gente!

E se gostou do tema de hoje, acesse este link Como usar displays no ponto de venda para saber mais sobre ponto de venda.

Abraço e até o próximo!