Quais os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca?

Quais os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca?

A identidade visual da marca é criada com base no perfil do negócio. Ela traduz a missão e os valores da empresa.

Fundamental para o comunicação da marca e conexão com o consumidor, o design de marca faz parte das estratégias de branding e, os conceitos que a identidade visual transmite ao mercado fortalecem os vínculos com o público-alvo, ou seja, estabelece uma identificação entre a marca e os clientes conquistados e fidelizados.

Alguns fatores evolutivos exigem alterações nessa identidade como ampliação do mercado, lançamento de novos produtos e serviços, concorrência e mudança do perfil do consumidor, por exemplo.

O redesign de marca é uma estratégia para recriar a identidade e adequar a novos públicos, porém mudanças bruscas na identidade visual podem ter um impacto negativo à imagem da empresa, fora os custos que a organização terá para posicioná-la no mercado e no imaginário do público-alvo.

Entenda um pouco mais sobre o que é e como fazer redesign de uma marca.

O que é redesign?

A tradução direta seria o redesenho, seja de produtos, processos e outros elementos já existentes na empresa. Na prática, podemos definir o redesign corporativo como a necessidade de transformação da identidade visual através de seus elementos gráficos e aplicações para apresentação ao mercado no geral.

É fundamental entender o design de forma estratégica e que acompanha a evolução e expansão de uma empresa e sua forma de se comunicar com o mercado em geral. O foco aqui é pensar novas estratégias para criar a conexão entre o produto ou serviço oferecido, sem necessariamente abandonar o histórico e tradição da empresa, já que existem.

Grandes corporações como McDonald’s, Rede Globo, Microsoft, Google, Itaú e Nestlé de tempos em tempos fazem alterações, por vezes imperceptíveis num lance de olhar, mas que refletem mudanças de maior ou menor impacto nos rumos e pretensões dos negócios e podem ser pautados por questões internas como união com outras empresas ou externas como percepção de um novo comportamento do consumidor.

Nesse sentido, podemos diferenciar por dois tipos de redesign:

Redesign Parcial, que leva em consideração mudanças pontuais na identidade visual. Trata-se de uma prática comum no mercado, como a atualização de elementos em logotipos e cores, sem alterá-los completamente. É uma estratégia mais comum para empresas que desejam modernizar sua imagem. Até mesmo as novas tecnologias e tendências influenciam nesse processo.

Redesign Total é aplicado em situações onde a marca reconhece e deseja refletir um novo posicionamento, alterando todos os elementos gráficos e propondo novas cores. Geralmente, a reformulação completa da identidade visual surge quando existe uma mudança na gestão de marca da empresa.

Qual a diferença entre redesign e rebranding?

Construir uma nova identidade para uma marca ou modernizar a imagem de forma pontual, não é uma tarefa simples e deve ser executada com base em um planejamento que atenda às necessidades da empresa e como será a receptividade do mercado.

Em alguns casos, a mudança do posicionamento se faz necessária como em momentos de crises da imagem, expansão dos negócios, novas estruturas organizacionais, queda em vendas e etc. Com a era digital, a experiência do consumidor com a marca através das redes sociais tem influenciado cada vez mais na decisão de reestruturação e reformulação da imagem.

A mudança de postura é reflexo de uma nova cultura interna e o rebranding é uma estratégia de marketing e relacionamento em busca do diferencial competitivo, reconhecendo os pontos fortes e fracos da empresa, analisando o comportamento e adequando a comunicação do mercado. Neste último ponto, a comunicação visual e todos os seus elementos fazem parte dessa nova postura.

Ou seja, o redesign, ao trabalhar novas interpretações e propostas para a identidade visual, faz parte das ações da renovação de gestão de marca, sem depender, necessariamente de uma mudança de posicionamento para ser realizado.

Porque fazer redesign de uma marca?

Muito além da questão estética, o redesign influencia na percepção do consumidor e na decisão de compra. Antes de decidir pela mudança de identidade visual, independente de qual alteração seja realizada, é preciso se fazer alguns questionamentos.

“A cara da minha marca é ultrapassada?”, “O perfil do meu cliente mudou?”, “Quais canais de comunicação eu utilizo para falar com meu público?”, “Os produtos dos meus concorrentes chamam mais atenção que os meus”. Se a resposta for SIM para todos esses casos, existem indícios mais que suficientes para repensar, dentre outros pontos, a identidade visual da sua empresa.

Além dessa avaliação interna, vale à pena consultar diretamente o mercado, fazer pesquisa direta com consumidores para entender como eles enxergam o seu produto ou serviço e qual a influência da marca.
Para o lançamento de uma nova linha de produtos ou reformulação dos já existentes, é necessário repensar formatos e aplicações da marca, formatos e tem no redesign um suporte importante para manter a identidade sem deixar de impactar o mercado com a novidade.

Marcas de pequeno e médio porte possuem mais vantagens para apresentar uma nova identidade visual, já que essa mudança acontece de forma mais rápida, diferente de grandes corporações com maior abrangência e um processo de rebranding complexo.

Dicas para fazer redesign da sua marca

Então, por onde começar? identificado os motivos e a solução para repensar o design da sua marca, em busca do fortalecimento e reconhecimento no mercado, é importante observar alguns pontos que vão interferir diretamente no resultado final de todas as aplicações da identidade visual.

1. Evite mudanças bruscas

O redesign da marca deve ser feito após um estudo aprofundado sobre o impacto que a reformulação terá sobre os negócios. Mudanças bruscas na identidade visual podem levar o mercado a pensar que se trata de uma nova empresa.

O elo entre a marca e o público-alvo pode quebrar, com o risco de o cliente passar a considerar outras marcas. Portanto, um dos cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca é evitar as mudanças bruscas.

A transformação da identidade visual precisa estar em sintonia com a imagem que a marca deseja transmitir ao mercado, porém, essa imagem deve ser verdadeira. Não é possível transmitir credibilidade, inovação ou outros conceitos, somente com a identidade visual.

2. Reformule e recicle

A identidade visual de sua empresa não precisa ser eterna. O redesign pode revitalizá-la, sim, e deve ser feito para acompanhar a evolução da própria marca. Mas as mudanças não devem ser radicais, caso contrário, o mercado terá dificuldade para relacionar a nova identidade visual a sua marca.

Ao avaliar os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca, especialistas em identidade visual procuram fazer uma reformulação perceptível, mas não drástica, para não deixar os clientes em dúvida se estão realmente levando para casa a marca original. Ao invés de alterar a cor, característica de algumas marcas, são alteradas as tonalidades e detalhes do logotipo.

Pequenos detalhes, ao contrário do que parece, fazem muita diferença, sem romper totalmente com a identidade visual construída ao longo do tempo. Vemos esse exemplo em marcas como a Adidas, que alterou seu logotipo com formas curvas para barras de ângulos retos, dando uma cara mais “agressiva” à marca esportiva, mas o nome e a tipografia em branco ainda continuam presente.

3. Não se baseie em tendências

Um dos cuidados a tomar na hora de fazer o redesign de uma marca é não seguir tendências. Nada de ir atrás de “modinha” quando o assunto é a identidade visual da empresa.

A marca carrega a história, a missão e os valores da empresa, portanto, não deve ser volátil, mudar o tempo todo, seguindo tendências passageiras. Pense em marcas que estão há décadas, no mercado.

As transformações da identidade visual dessas companhias, na maioria dos casos, foram bem sutis, acompanharam a evolução da própria marca. O consumidor não fica em dúvida sobre a marca que está adquirindo porque as alterações da identidade visual não a descaracterizaram.

Nesse ponto, também vale ressaltar a importância em não copiar a concorrência. Inspirações são sempre bem vindas, mas não devem se confundir com plágio. É muito negativo para imagem da marca, além de ser crime, utilizar elementos, cores, imagens e tipografia de outras empresas. Além do mais, essa atitude vai na contramão da diferenciação de mercado. Criatividade e inovação também fazem parte desse processo e podem ser mais fáceis quando existe a ajuda de um profissional.

4. Procure ajuda profissional

Tanto a construção da identidade visual como o redesign da marca devem ser realizados por especialistas no assunto. O cuidado aqui está na escolha de profissionais que tenham conhecimento sobre quais alterações são ou não necessárias. Esse é um trabalho que deve ser pensado e formulado por profissionais qualificados e experientes.

O design, como explicamos, traduz a história, missão e valores de uma empresa. Também estabelece uma ligação emocional, credibilidade e confiança com os clientes. O planejamento é essencial ao redesign de uma marca. Como você pode ter percebido até aqui, marca e design são inseparáveis. O design revela os conceitos da marca.

Por isso, antes de pensar na reformulação da identidade visual, é necessário compreender as mudanças da própria marca e o auxílio de profissionais ajuda a compreender quais transformações da marca justificam as alterações na identidade visual e não o contrário. Mas toda modificação deve estar fundamentada no planejamento de marketing estratégico.

Contar com uma agência de design com experiência em redesign pode contribuir significativamente para o projeto de forma mais completa pois contam com profissionais multidisciplinares de diversas áreas da comunicação e marketing.

Como e onde aplicar redesign?

O projeto de redesign inclui também como serão aplicadas as alterações e reformulações em diferentes elementos e peças gráficas. Pode ser necessário criar um novo manual de identidade visual para reestruturações mais complexas ou casos onde apenas os modelos de embalagem terão o formato alterado. Conheça algumas das aplicações do redesign.

Logotipo

Talvez essa seja a mudança mais perceptível, afinal, o redesign de logotipo causa grande impacto no mercado. Alterar o formato e ícones ou mesmo inserir ou retirar o nome da marca do logo refletem uma reinvenção, se feitos de forma total.

O mais comum é que apenas pequenas modificações sejam feitas para não gerar confusão pelos consumidores. Além disso, com a mudança do logo, é necessário alterar todas as outras peças gráficas on e off line da marca, mas esse processo pode ser feito aos poucos. Conheça 4 sinais para avaliar se o seu logotipo precisa de redesign.

Materiais gráficos

Com a alteração do logotipo, é necessário que as peças gráficas sejam alteradas. Elas também podem ser redesenhadas e adequadas pontualmente, o que ajuda a dar uma cara nova para a marca e criar um relacionamento mais próximo com o consumidor.

Sejam itens de papelaria presentes em escritório, materiais promocionais para pdv, brindes ou mesmo cartões de visita, adesivos para vitrines, catálogos de produtos e outros materiais gráficos devem ser repensados para comunicar a imagem da empresa de acordo com seu posicionamento.

Embalagens

Ao escolher colocar um produto no ponto de venda, é importante que a sua embalagem se destaque e, para isso, é necessário que ela esteja alinhada à identidade visual da sua empresa. Essa experiência faz parte da decisão de compra do consumidor e deve ser revista periodicamente.

Ao longo do tempo, é importante que as embalagens também evoluam e o redesign de embalagens pode ser necessário ao longo tempo de existência de uma marca, seja pelo uso de novos materiais para fabricação, alteração de dimensões para adequar ao armazenamento e transporte, lançamento de novas linhas ou mesmo edições comemorativas e ações promocionais.

Redesign de Embalagem: Case de sucesso

Com mais de 100 anos de mercado a marca Café do Centro passou por uma revitalização de logotipo e renovação de embalagens de uma linha especial para cada região do Brasil.

A BST! Design foi a responsável pelo redesign da marca que recebeu prêmio de melhor embalagem, resultado de sua experiência de mais de 15 anos em projetos de design de embalagem. Conheça mais sobre esse case.

Deseja saber mais sobre os cuidados a tomar na hora de fazer redesign de uma marca? Tire suas dúvidas com um especialista da BST Design.

Como criar cartão de visitas de sucesso?

Como criar cartão de visitas de sucesso?

Você já parou para pensar na importância do cartão de visitas para você e para a sua empresa?

É hora de conhecer um pouco mais sobre como criar cartão de visitas seguindo premissas que transformarão este instrumento em potencial gerador de contatos importantes e novos negócios para a sua empresa.

Um cartão de visitas deve ser pensado como parte do seu composto promocional, pois o objetivo principal de criar um cartão de visitas é promover a empresa.

É por essa razão que, em todos os detalhes, ele deve elevar a imagem do seu negócio, estar alinhado com o posicionamento da empresa e estimular seu interlocutor a buscar mais informações sobre a sua empresa.

A importância do cartão de visitas

Com as redes sociais, onde encontramos até mesmo os antigos colegas de colégio e, ao mesmo tempo, estamos em contato com grandes profissionais, referências no mercado, o cartão de visitas parece até ultrapassado, muito analógico. Mas, ainda assim, é difícil lembrar de todos que estão ali e ainda pior quando a necessidade é entrar em contato, não é?

O objetivo do cartão de visitas físico fica claro nesse aspecto: deixar seu contato com alguém, de forma rápida e fácil de encontrar ou lembrar. Para atingir essa meta, ele cumpre com diversas funções, sempre reforçando sua importância. Entenda um pouco mais as formas de utilização do cartão de visitas:

Apresentação

Esse ponto é auto explicativo. A peça gráfica trabalha como sua apresentação (ou de sua empresa) para outros profissionais ou clientes. Por isso, é sempre importante ter um cartão de visitas atualizado, contando com dados e informações recentes: nome, telefones, e-mail, site, cargo, etc.

Não esqueça também de aplicar a identidade visual da empresa para fixar a marca e dar um referencial sobre qual é o assunto tratado – importante também para os profissionais que podem confiar na força da empresa para conseguir mais autoridade.

Com isso em mente, é possível apostar no cartão de visitas desde pequenas empresas até as maiores, já conhecidas, passando inclusive profissionais autônomos.

Lembrança

Muito alinhado ao trabalho de apresentação, a função de lembrança é importante para que seus contatos o encontrem facilmente e lembrem de o procurar para fechar negócio.

Caso você ainda não esteja familiarizado com os conceitos de lembrança da marca e de fidelização de clientes, resumidamente: ambos funcionam como uma forma de deixar a sua empresa (ou nome) mais presente para os clientes, funcionários e outros contatos estratégicos.

Para esse objetivo, o cartão de visitas é importante mas não é a única opção. Pense, mais tarde, em estratégias complementares como o uso de promoções, listas de e-mail, brindes, etc.

Networking

Essa função é muito mais focada ao profissional como indivíduo, mas ainda assim com grandes benefícios para uma empresa. Networking é o relacionamento entre profissionais com o objetivo de compartilhar conhecimentos, oportunidades de trabalho e parcerias.

O cartão de visita para os profissionais, principalmente executivos, gestores e vendedores, ajuda com que estes criem mais contatos com pessoas externas à companhia, trazendo oportunidades para a empresa.

Como, autônomo ou freelancer, então, a necessidade de criar um cartão de visita fica ainda mais evidente.

É por todas essas razões que, em todos os detalhes, os cartões de visitas devem elevar a imagem do seu negócio, alinhados com o posicionamento da empresa e estimulando o seu interlocutor a buscar mais informações sobre a sua empresa.

Saiba agora quais são os passos e cuidados para criar um cartão de visita.

Selecione os dados essenciais

O primeiro passo para entender como criar cartão de visitas altamente funcional é saber escolher quais dados devem estar presentes neste material.

O cartão não é um folder e não tem a função de explicar o seu negócio para o cliente, mas deve despertar o interesse pelo seu negócio. O próprio tamanho é limitado, logo as informações devem ser sucintas e bem distribuídas.

Por isso, devem estar presentes no cartão o logotipo, o nome do contato e o nome fantasia da empresa. É suficiente para descrever o negócio. Se possível, acrescente o slogan, de modo a enfatizar o posicionamento. Tudo isso é parte da identidade visual, como você pode entender no próximo tópico.

No mais, o cartão deve entregar ao cliente as formas de entrar em contato com você: e-mail, telefone e Whatsapp.

Em resumo, tudo que o cliente precisa saber é o que sua empresa faz e como entrar em contato.

Alinhe com a identidade visual

A identidade visual de uma empresa é parte da sua comunicação com o mercado, desde os concorrentes até o público final de clientes.

Trata-se de um elemento fundamental para a construção da identidade da sua marca, para construir posicionamento e ser mais facilmente reconhecida em meio a concorrência pelos clientes e consumidores.

Por isso, ela deve estar presente em todos os elementos que tenham, de alguma forma, a finalidade de comunicar a marca da empresa.

A logomarca, as cores e até mesmo as fontes utilizadas no cartão devem estar de acordo com os parâmetros de design presentes em todos os materiais da empresa.

Caso a empresa não tenha logotipo ou qualquer identificação com elementos de design, considere criar o manual da marca com um designer profissional antes do cartão de visitas. Se a necessidade para criar um cartão de visita for urgente, solicite um projeto simples e em menor quantidade, provisório enquanto a empresa define sua identidade.

Pense no layout

Sobre como criar cartão de visitas, falamos de identidade visual e as informações que devem estar presentes.

Tendo esses dois elementos bem elaborados, o passo seguinte é o layout, cuja preocupação deve ser tornar o cartão de visitas apresentável e funcional ao mesmo tempo.

De certa forma, o layout pode ser definido como uma diagramação com as informações e elementos gráficos dentro do espaço de um cartão de visita.

Além de bonito e com as informações bem dispostas, o cartão deve ser de fácil entendimento, principalmente a parte do contato.

Preocupe-se em usar tipos e tamanhos de fonte que sejam facilmente legíveis e tome cuidado para não poluir o cartão visualmente.

Um bom designer vai entender perfeitamente as suas necessidades na hora de elaborar o layout. Adote a premissa de que pouco é muito se feito com bom gosto e funcionalidade.

Quanto aos formatos do cartão, é possível inovar um pouco além do retangular e apostar nos recortes quadrados ou redondos, que ainda vão exigir mais cuidados com o layout e a impressão, próximo ponto de atenção no texto.

O tamanho do cartão de visitas é limitado, independentemente do formato, reforçando a importância de “economizar” nas informações e reforçar a legibilidade.

Imprima com qualidade

Você já sabe quase tudo sobre como criar cartão de visitas arrasadores.

O próximo e decisivo passo para que seu cartão seja um sucesso já não é mais relacionado à criação, mas ao acabamento. De nada adianta seguir os passos anteriores e tratar a impressão das peças sem o devido cuidado.

Algumas coisas devem ser levadas em consideração: a qualidade do papel e a qualidade da impressão em si, além dos possíveis acabamentos e finalizações sobre o material.

Para ter certeza de que terá um cartão eficiente no layout e na qualidade de impressão, procure ajuda profissional. Preocupe-se que o cartão seja feito em material resistente, mas evite aqueles que possam ser cortantes, pois não fica bem danificar a carteira, o bolso e até mesmo as mãos de quem você quer conquistar.

No geral, se popularizaram dois materiais para os cartões: o plástico, em forma de uma folha de tipo acrílico, e o papel em todas as suas variações e tipos: reciclado, couché, papelão, offset, artesanal, etc. Obviamente, o tipo selecionado limita o número de formatos e aplicações possíveis, além de implicar no valor final da encomenda.

Já os acabamentos no design do cartão de visita têm a característica de “embelezar” a peça, deixando a mais atrativa e até mesmo mais apropriada a empresa ou ao profissional. Os acabamentos gráficos também implicam em um custo a mais no projeto dos cartões, mas compensa justamente por diferenciar e inovar em um material já tão conhecido e utilizado.

Para ilustrar e até mesmo ajudar na elaboração e design do seu cartão de visitas, conheça agora alguns tipos de acabamentos gráficos:

• Recorte
• Faca especial
• Laminação fosca
• Laminação com brilho
• Verniz e verniz localizado
• Vinco
• Relevo
• Hot stamping
• Refile
• Bordas arredondadas

Um ponto importante para conhecer nesse processo é que o designer responsável pela criação estará aberto às suas ideias e sempre trabalhará dentro do manual de identidade visual da empresa, dando possíveis sugestões para melhoria e adaptação do cartão final.

Como citado anteriormente, empresas de diversas áreas e os próprios profissionais, através do marketing pessoal, podem se beneficiar dos cartões de visitas. Saiba agora algumas especificidades importantes sobre quem pode solicitar e distribuir esse material.

Cartão de visita para área da saúde

Esse ramo de profissionais, em que englobamos médicos, cirurgiões, nutricionistas, psicólogos e até esteticistas, precisa se atentar não só em fazer sua divulgação com um bom design no cartão de visita, mas também atender às especificidades de Conselhos nacionais e regionais sobre a profissão.

Médicos, dentistas, psicólogos e nutricionistas, por exemplo, devem incluir seu número de registro junto a esses órgãos regulamentadores. Além de ser uma obrigatoriedade para as peças de divulgação, esse registro passa confiança e dá um referencial para os novos pacientes.

Outro diferencial dessa área é o uso de cores e formatos mais sóbrios, passando seriedade e profissionalismo – o que não é uma regra, mas sim um ponto de observação entre cada profissional e seu nicho de público.

Cartão de visita para microempreendedores

Muitas vezes, o microempreendedor é a única frente de contato de uma empresa com seus fornecedores, parceiros e clientes. O profissional precisa ser desenvolto e “colocar a cara” para que a empresa tenha sucesso, o que reforça a importância do cartão de visitas.

Aqui a apresentação deve ser mista, com a identidade da empresa e o nome do proprietário, além dos canais de contato e outros interesses como site e redes sociais.

Uma ideia de modelo para esse cartão é usar uma face para apresentar a identidade da empresa e o verso para incluir os dados do microempreendedor. Ou então, usar o verso para citar os produtos ou serviços oferecidos.

Cartão de visita para freelancers

O freelancer, quase sempre, trabalha sozinho e precisa batalhar para conseguir clientes e fechar novos projetos. Muito desse trabalho acontece no ambiente online, mas quando o profissional tem um bom relacionamento pessoal e participa de reuniões e eventos, o cartão de visita se faz necessário.

Valem as mesmas dicas já apontadas: contatos, marca pessoal, bons materiais e acabamentos. Um benefício nesse caso é a maior possibilidade de personalizar, estilizar e até mesmo brindar com formatos, aplicações e cores. Mesmo que a intenção seja economizar, não dispense um trabalho profissional.

Cartão de visita para executivos

Muito importante! Os cartões de visitas para esses profissionais estará em contatos estratégicos com diretores, assessores e clientes especiais. É essencial aplicar a identidade visual da empresa, com cores, fontes e logotipo, e investir nos acabamentos mais refinados, como o hot stamping e o verniz.

O design minimalista pode ajudar nesse modelo de cartão de visitas. Justamente pela variedade de pessoas, em diferentes níveis, que recebem essa peça, aposte no “menos é mais”.

Cartão de visita para vendedores

Esse modelo de cartão de visita talvez não faça muito sentido para vendedores pontuais, embora ainda tenha função, mas chega a ser indispensável para aqueles que lidam com um público mais seleto ou reduzido e produtos de maior ticket médio, ou seja, valor.

Aqui se encaixam os vendedores de concessionárias, agentes de viagens ou intercâmbios, atacadistas, consultores em tecnologias, empresas de softwares e soluções empresariais, etc. Ao criar um cartão de visitas para vendedores, inclua nome, contatos e a identidade de empresa, sempre atrelando um ao outro e passando maior confiança e lembrança.

No mais, independentemente do tipo de empresa ou área de atuação de uma pessoa, sempre invista profissionalmente no visual, faça o serviço de impressão em uma gráfica profissional e passe para a distribuição.

Boa sorte nos negócios!

Identidade Visual para eventos: o que considerar

Identidade Visual para eventos: o que considerar

Organizar um evento é uma missão que envolve diversas tarefas, desde a ideia inicial, que motiva sua realização, até o balanço final de público e prestação de contas.

Eventos corporativos para integração de equipes e lançamentos de novidades, por exemplo, acontecem todos os dias no mundo dos negócios e necessitam de destaque na divulgação e objetividade na orientação de participantes e convidados.

Para isso, é preciso contar com uma comunicação visual eficiente e a identidade visual deve ser aplicada corretamente para evitar que os objetivos, comerciais ou institucionais, sejam prejudicados.

Saiba o que mais você deve considerar sobre a identidade visual para eventos quando estiver realizando o seu.

Público alvo

De fato, o planejamento de qualquer projeto de comunicação deve ser pensado de acordo com o público ao qual ele é direcionado.

Pensando na comunicação visual para eventos, é o que vai determinar, por exemplo, como será feita ativação da marca aos diferentes tipos de público, em estratégias de trade marketing, para o público externo (consumidores, imprensa, mercado em geral) ou endomarketing para o público interno (colaboradores, parceiros, fornecedores e etc.).

Todos os elementos visuais presentes, desde a cenografia, banners de patrocinadores, materiais gráficos de orientação e divulgação, brindes promocionais e afins são responsáveis por identificar e tornar visível a sua marca.

Logotipo

Devo fazer um novo logotipo para cada evento? Não necessariamente. Mas se for um evento que acontece periodicamente, como uma convenção interna de vendedores ou premiações de funcionários, o logotipo ter uma nova versão adequada ao objetivo do evento.

O ideal é não utilizar o mesmo logotipo da empresa para o evento, com o objetivo de torná-lo único. Isso não significa que a marca não estará lá, pois o planejamento da identidade visual para eventos consiste em justamente utilizar cores, tipografia, formas geométricas e demais elementos para representar a marca.

Padrão visual

Nesse sentido, a padronização visual para eventos é fundamental para que todas as peças de comunicação visual como banners, flyers, brindes personalizados, convites, ingressos, materiais gráficos digitais e impressos em geral tenham a presença da marca, sem necessariamente ter o logotipo.

Além disso, todas as aplicações de logotipos, seja de quem está promovendo, patrocinando ou é parceiro do evento, devem ser realizadas de forma correta, respeitando os padrões de cada peça gráfica, dando destaque e associando as marcas ao evento.

Atente-se, também, às dimensões para aplicação da identidade visual e dos elementos em materiais gráficos, impressos ou digitais, o que vai evitar riscos como distorção de imagens, falta de legibilidade e, principalmente, gastos desnecessários de tempo e dinheiro.

Experiência do público

A identidade visual para eventos também tem o papel de orientar convidados e visitantes durante o evento, através da sinalização de espaços de forma padronizada e em todos os materiais de apoio que eles recebem, desde o banner de boas vindas, a sinalização de salas, auditórios e banheiros aos panfletos com a programação do evento.

A experiência do público, independente do tipo de evento, é o que vai determinar o quão eficiente são as estratégias de comunicação visual.

Por isso,a identidade visual para eventos deve ser marcante e tornar aquele momento único, tanto em sucesso com o público quanto em resultados para a empresa.

Agora que você já sabe o que considerar na hora de criar uma identidade visual para eventos, que tal conhecer 5 materiais gráficos para eventos corporativos?

Agência vs profissional de design: quem contratar?

Agência vs profissional de design: quem contratar?

O design está presente no dia a dia dos empreendimentos de todos os tipos e de diversas maneiras, oferecendo soluções para criar uma identidade visual para sua empresa, fazer um novo cartão de visitas pessoal, reformular a embalagem de um produto.

Algumas pessoas cometem o erro de copiar modelos prontos na internet ou pedir ao sobrinho para fazer “uma arte”. No entanto, quando surgem essas necessidades, a ajuda de profissionais é essencial para prevenir que o amadorismo e o plágio não façam parte do seu projeto e prejudiquem a imagem do seu negócio.

Nesse sentido, agência de design ou designer freelancers podem garantir a segurança na entrega e a qualidade do serviço de design. Mas existem alguns aspectos que devem ser avaliados na hora de escolher quem contratar.

Descubra como funciona o trabalho de cada um e avalie qual será o melhor para o seu projeto de design.

Investimento e custo benefício

O preço é um dos principais fatores avaliados por clientes na hora de contratar um profissional de design. Mas, antes de avaliar o investimento, é preciso entender o valor de uma criação de design para uma empresa.

A força de uma marca vai depender de como ela é vista no mercado. A estrutura de profissionais em uma agência de design garante o planejamento e execução de um projeto de forma estratégica e multidisciplinar em um mesmo ambiente, levando em consideração fatores como o posicionamento de mercado e construção de um conceito.

Por outro lado, o designer freelancer, concentra-se, geralmente, apenas na execução de um projeto gráfico e o atendimento pode não ser focado às suas necessidades.

Nesse sentido, deve-se avaliar o custo benefício não apenas pelo orçamento disponível, mas também pela complexidade e objetivos do projeto.

Experiência e portfólio

A experiência profissional é outro ponto a ser avaliado por quem tem dúvida em escolher entre uma agência de design ou um freelancer de design. O que acontece, em alguns casos, é que existem pessoas que se autodenominam “profissional de design”, mas tem o conhecimento restrito a operar programas de edição de imagem.

O portfólio de projetos de design é uma forma de confirmar a experiência do profissional ou agência. Ele contém uma seleção dos principais trabalhos realizados e é possível visualizar resultados obtidos em trabalhos para outros clientes.

Qualidade do projeto e prazo de entrega

Ao contratar profissionais de design, este é o foco principal durante todo o processo de criação, desde o briefing até a entrega final. Além do valor estético, a qualidade do projeto está ligada diretamente o planejamento, relacionando cronograma, expectativas e comparações com a concorrência.

Para garantir a eficiência no prazo de entrega, muitas vezes, alguns “profissionais” acabam optando por caminhos que prejudicam a originalidade e a qualidade final. A estrutura de uma agência de design dispõe de mais pessoas e, com isso, maior repertório criativo e capacidade de atendimento e entrega, ainda que lide com diferentes clientes, se comparada a um profissional liberal.

Por isso, durante a escolha entre uma agência ou freelancer, é preciso avaliar a capacidade de lidar com esses aspectos, pensando sempre na personalização do serviço, para garantir que os objetivos da sua ação de comunicação sejam alcançados, atingindo o público alvo e conquistando a confiança no mercado.

Em busca de uma agência de design para o seu projeto? Nós podemos te ajudar! Conheça o portfólio da BST Design e agende uma conversa.

5 ideias de modelo de cartão de visita

5 ideias de modelo de cartão de visita

Causar uma boa impressão desde o primeiro momento e ser lembrado: esses são os principais objetivos para quem deseja conquistar a atenção e demonstrar profissionalismo através de um cartão de visitas.

Nesse sentido, a criatividade se torna um dos pontos principais. São diversas possibilidade de aplicação em alto ou baixo relevo, gramaturas de papel e cortes diferenciados que podem ser escolhidos para criação de um modelo de cartão de visita e combinadas entre si.

Para te ajudar nessa escolha, separamos 5 ideias criativas de modelo de cartão de visita. Confira!

Cartão de visita com aplicações

O acabamento de um cartão de visita deve ser tão bem pensado como a forma com que é disposto o layout das informações.

Sobre a impressão, é possível realizar aplicações em camadas de verniz total, que protegem o papel e criam um visual de brilho. Já o verniz localizado confere destaque a detalhes como o nome da empresa e/ou seu logotipo, por exemplo, ou a alguma frase que descreva seu serviço

Existe ainda laminação brilho que confere ao cartão brilho em ambas as faces e tem custo um pouco inferior ao verniz e a laminação fosca que confere aspecto aveludado ao impresso. Este tipo de aplicação garante ao cartão resistência contra marcas de dobras.

Cartão de visita com corte especial

Os cortes especiais são outra maneira de criar diferencial para um modelo de cartão de visita. Desde arredondar as extremidades até criar formatos inovadores com pontilhados para destaque, furos e cartões pop up em formato 3D.

O custo pode ser mais alto pela complexidade do processo de fabricação de um cartão de visita com corte especial, pela necessidade de uma faca de corte específica para dar forma ao ao design planejado

Cartão de visita lúdico

Outra forma de criar um modelo de cartão de visita é transformá-lo em um objeto lúdico. A internet está repleta de referências de imagens com cartões criativos com formatos que interagem com a profissão ou tipo de empresa.

Para fotógrafos e profissionais de audiovisual, cartões em formato de polaroids e telas de câmeras impressos em PVC, por exemplo.

É possível ainda, criar cartões de visita com QR code lidos por câmeras de celulares e que direcionam para um site, transformando-os em objetos interativos.

Cartão de visita sustentável

Para que o cartão de visita seja durável, a escolha do papel também deve ser pensada para que ele tenha rigidez, sendo a gramatura indicada a partir de 200g/m² e o material mais utilizado o papel couchê. E que tal inovar também no tipo de papel?

Os cartões de visita ecológicos ou sustentáveis podem ser impressos em folhas de papel reciclado ou papel plantável (papel semente), que é fabricado com sementes que podem ser plantadas e germinar, uma ideia para floriculturas e profissionais de paisagismo e jardinagem, por exemplo.

Cartão de visita com relevo

A aplicação de relevo também pode transformar um modelo de cartão de visita em algo exclusivo. O alto relevo e baixo relevo criam uma textura sensível ao toque que pode ser explorado na tipografia do cartão de visitas.

Outra forma é utilizar a aplicação em hot stamping, possibilitando a criação de aplicações em baixo relevo com fitas metalizadas destacando a tipografia ou detalhes do logotipo da empresa.

Muitas possibilidades de modelo de cartão de visita, não é mesmo? Para facilitar na escolha, você pode contar com a ajuda de um profissional. Descubra quem contratar: agência de design ou freelancer?

4 materiais gráficos para microempreendedor individual

4 materiais gráficos para microempreendedor individual

Ser um microempreendedor individual tem suas dificuldades iniciais e ao longo do crescimento da empresa, sendo a conquista de clientes e a questão da divulgação alguns dos desafios mais comuns, principalmente ao começar a empreitada.

Uma boa opção são os materiais gráficos para microempreendedor, que devem ser construídos por designers para aproveitar o máximo que eles podem oferecer. Esses materiais são peças de divulgação e apresentação, impressos em quantidades variadas, com o objetivo de serem distribuídos a públicos estratégicos.

Esse tipo de peça exige a aplicação da identidade visual para aumentar sua eficácia na divulgação e na fixação da marca.

Conheça agora 4 opções de materiais gráficos para microempreendedores.

Cartão de visita

Indispensável para qualquer profissional, principalmente os que trabalham como MEI. É o cartão de visita que apresenta a sua marca para possíveis clientes, fornecedores, parceiros ou investidores.

Além de usar a identidade visual, é importante aplicar ali informações básicas de contato como e-mail, telefones, site, endereço, etc. Se o MEI trabalha com atendimento ou ponto de venda, também pode ser interessante colocar os horários de funcionamento no cartão.

Entre os materiais gráficos para microempreendedor, este é o que exige um maior cuidado quanto à impressão, escolhendo um bom material e uma boa gráfica. A revisão é outro ponto essencial, já que cartões com erros de digitação, gramática ou com informações incorretas pode prejudicar muito a imagem da sua empresa.

Catálogo

Essa peça não precisa ser feita em grandes quantidades, afinal é um material para divulgação entre os clientes e no ponto de venda, se existir. Pode ser um portfólio de serviços já prestados, um catálogo de produtos para encomenda ou uma espécie de cardápio, para aqueles que trabalham com serviços culinários.

É interessante fazer esse material com espaços para atualização, para não deixar seu trabalho com cara de datado. E lembrando sempre de incluir a identidade visual do microempreendedor ali.

Materiais de divulgação

Aqui estariam inclusos as peças de divulgação em geral, como banners, folders e flyers. Esses materiais são importantes para a sedimentação de uma marca. Caso não haja verba no momento do lançamento de um produto, por exemplo, eles devem estar no radar do empreendedor para que sejam desenvolvidos assim que possível.

Esse tipo de material gráfico exige, além da identidade visual que você já sabe, um cuidado com a diagramação das informações e fotos da peça. Fazer uma boa impressão desses materiais também ajuda bastante a marca a ter uma imagem mais confiável e profissional.

Mídia Kit

O mídia kit é interessante para microempreendedores que trabalham com comunicação, artes, eventos e outras áreas relacionadas. O mídia kit é um documento, como uma espécie de pasta e que também pode ser digital, onde a marca se apresenta para possíveis anunciantes, parceiros ou investidores.

Pode ser feito também por quem desenvolve ou trabalha com serviços online, apresentando o alcance dos seus sites e definindo espaços a venda para anúncios. É através do mídia kit que empreendedores parceiros podem combinar a melhor forma de dividir conteúdos de divulgação.

Agora que você conheceu os materiais gráficos para microempreendedor, já percebeu como a identidade visual é importante para seu negócio, não?

Baixe o nosso e-book Manual de Identidade Visual: saiba tudo o que ele faz pela sua marca para se aprofundar no tema.

Design de produto vs design de embalagens: entenda as diferenças

Design de produto vs design de embalagens: entenda as diferenças

É comum se questionar qual seria a diferença entre design de produto e design de embalagens ao considerar que ambos fazem a projeção e criação de embalagens para produtos variados.

Não é errado encomendar um projeto de embalagem para um designer de produto, afinal ele também é capacitado para esse trabalho. Um ponto para atenção é que a única característica em comum para os dois tipos de design são as embalagens.

Um designer gráfico, por exemplo, dificilmente estará capacitado para projetar um produto, do início ao fim, para o público final.

Entenda agora quais são as diferenças entre design de produto e design de embalagens, assim fica mais fácil identificar o profissional certo para sua necessidade.

Características do design de produto

Esse tipo de design é centrado na produção de bens de consumo, como eletrodomésticos, móveis, utensílios, etc. O designer de produto é capacitado para trabalhar desde a ideia até a prototipagem de um item, partindo para a fabricação, identidade visual e embalagem (quando for necessária).

O profissional dessa especialidade, para realizar todas essas funções, precisa ter noções de desenho geométrico, fabricação tradicional e digital, cálculo, comportamento do consumidor e outros pontos, sem esquecer da estética.

Resumidamente, esse profissional é parte engenheiro, parte designer. A criatividade é importante, assim como o profundo entendimento do público para entregar a solução ideal para os problemas ou necessidades.

Características do design de embalagens

É muito mais específico, como o próprio nome sugere. Normalmente é trabalhado por profissionais de design gráfico, e também por designers de produto. O design de embalagens é versátil, podendo ser aplicado em diferentes tipos de empresa e de produto.

Fazer o desenho de embalagens personalizadas começa com a consideração das necessidades do produto: se é um alimento, se precisa ser armazenado ou transportado de forma específica, qual é o público-alvo, entre outras questões.

Com essa primeira ideia, o profissional pode passar para a consideração sobre os melhores materiais para a embalagem, formato, diagramação do rótulo, etc. Na realidade, essas especificidades para produzir uma embalagem também cabem ao designer de produto.

O design de embalagem ainda tem a preocupação de incluir a identidade visual do produto ou da empresa no projeto. O profissional por trás das embalagens pode criar o logotipo do produto ou simplesmente reproduzir o que for entregue em um Manual de Identidade Visual.

Qual é o melhor?

Não há resposta certa. Se a ideia é fazer um desenho para embalagem personalizada, os dois profissionais estão aptos, e o que pode ajudar a “desempatar” neste ponto é a avaliação de portfólio com trabalhos anteriores.

Se o objetivo é construir uma solução desde seu projeto, o profissional adequado é o designer de produtos. Isso porque o designer gráfico talvez não tenha todo o repertório necessário para esse trabalho. Aqui também cabe a avaliação de trabalhos anteriores.

Assim você conheceu quais são as características e diferenças entre o design de embalagens e o design de produto. Se você quer se aprofundar no tema, baixe nosso e-book 10 dicas de Design de Embalagem para seu produto.

O que é design thinking e como usar?

O que é design thinking e como usar?

A elaboração de um projeto, seja um produto, um serviço personalizado, uma embalagem ou outro item, passa por etapas indispensáveis: planejamento, construção e distribuição, com eventuais testes. Com o design thinking, esse processo é muito mais aprofundado e seus resultados têm mais sucesso.

Isso porque se tornou muito comum construir produtos sem considerar o público final, que irá comprar e utilizar aquela solução no dia a dia. Esse foi o pensamento da indústria e do comércio por um bom tempo, até a chegada de concorrentes que ofereciam opções mais acessíveis e completas, considerando o desejo dos clientes.

Entenda o que é design thinking e as etapas para aplicá-lo em um projeto.

O que é design thinking?

O design thinking é uma abordagem voltada para compreensão das pessoas e seus problemas, encontrando soluções criativas. Por isso, é aplicado na pesquisa de novos produtos, no design de embalagens, criação de sites ou anúncios, etc.

Esse método é estabelecido sobre quatro características: é centrado no ser humano, é colaborativo, é otimista e também experimental.

Isso significa que o design thinking usa da empatia e do entendimento das necessidades e das motivações das pessoas, considerando múltiplas perspectivas e experiências.

É otimista por acreditar que as soluções podem criar mudanças e é experimental por dar liberdade de errar e aprender na prática, com espaço para feedbacks e testes.

As etapas do design thinking

Desenvolver uma solução com o design thinking passa por 5 etapas. São elas:

Descoberta

É o primeiro passo, a identificação do problema, com o descobrimento das necessidades a serem atendidas. Conta com a pesquisa em diferentes métodos, incluindo reuniões e visitas de campo.

Todos os dados levantados nessa etapa são a base para a próxima fase: a interpretação. Veja a seguir.

Interpretação

Neste passo começam as hipóteses sobre a possível solução, considerando o que foi levantado na imersão. Ainda é necessário considerar as opiniões dos usuários. Aqui cabe, também, o estudo sobre o que já foi sugerido como resposta aos problemas, encontrando o que não funcionou e o que pode ser reaproveitado.

Esta é a fase de aproveitar o conhecimento existente e também conhecer outros pontos de vista.

Ideação

Aqui já são definidas as possíveis soluções, atendendo as hipóteses levantadas no passo anterior. Pode ser feita uma lista de opções, listando também o que é necessário para construir ou implantar o produto final.

Experimentação

Essa etapa é a mais característica do design thinking. Também é chamada por prototipagem, afinal a ideia é construir protótipos para testar as soluções, recebendo feedbacks e avaliações sobre funcionalidade, design, aparência, resistência, etc.

O processo, dependendo dos resultados colhidos na experimentação, pode voltar aos primeiros passos e retomar as ideias descartadas ou criar novas soluções.

Evolução

Também chamada de desenvolvimento, essa etapa é a construção e implementação efetiva da solução. Mesmo com o produto final entregue, ainda é necessário acompanhar a adoção da solução e medir seus resultados.

Nessa etapa também cabe a revisão de todo o processo, apontando o que pode ser melhorado ou superado.

Agora que você sabe o que é design thinking, conheça também o design de produtos.

Por que fazer embalagens personalizadas para alimentos?

Por que fazer embalagens personalizadas para alimentos?

Criar embalagens personalizadas para alimentos é, além de uma questão logística e de conservação do produto, uma estratégia de divulgação e atração. O processo de criação de uma embalagem exige pesquisa, criação de uma identidade visual, testes e outros passos.

Além do design, as embalagens de alimentos devem ser funcionais e informativas, respeitando recomendações da Anvisa e outros órgãos para fazer uma embalagem segura e com a correta disposição de informações como ingredientes, tabela nutricional, avisos de alergênicos, etc.

Esse processo não pode ser ignorado, até porque embalagens bem feitas são ponto diferencial em um produto e ajudam a aumentar suas vendas.

Entenda agora os principais motivos para fazer embalagens personalizadas para alimentos.

Apresentação do produto

Imagine que, disposta no ponto de venda em meio a outras opções, uma embalagem é também um cartão de visitas, sendo responsável pela primeira impressão sobre o produto. Ela é uma representação da marca e também do próprio produto – uma vez que uma empresa pode ter várias linhas, cada qual com sua identidade visual.

Por esse motivo, as embalagens devem ser atrativas e funcionais. Ainda nesse tópico de apresentação de um produto, deve se considerar a capacidade de proteção e conservação que a embalagem oferece, passando pelo seu transporte e armazenamento.

Fazer uma embalagem errada acarreta em desperdício do produto e de dinheiro, levando até à rejeição por parte dos clientes.

Destaque da concorrência

Como apresentado no tópico anterior, a embalagem é a primeira impressão que o cliente terá sobre seu produto e sua empresa. Esse detalhe é importante para criar uma embalagem que se destaque, já que na maioria dos pontos de venda o seu produto estará lado a lado com os seus concorrentes.

Embalagens personalizadas para alimentos podem utilizar diferentes elementos de design para fazer esse destaque: cores, padrões gráficos, ilustrações, textos e a própria identidade visual, com um logotipo instigante e representativo do produto.

Apesar da ideia central ser “chamar a atenção”, a apresentação da embalagem deve ser agradável, sem abusar de uma grande combinação de cores e tons vibrantes, observando também a disposição de avisos obrigatórios.

Fidelização de clientes

Uma embalagem atrativa, visualmente e funcionalmente, ajuda a manter a lembrança da marca entre os clientes. Essa etapa de relacionamento em que o cliente já tem uma preferência de produto ou de fabricante é alcançada através da fidelização.

Uma forma de fidelizar os clientes através da personalização é criar uma variedade de embalagens com informações diferentes, quase como colecionáveis – a exemplo dos alimentos que trazem diferentes receitas em seus rótulos.

Apostar em materiais de qualidade e reutilizáveis também aumenta o carinho do público pelo produto.

Valor agregado

Entregar uma boa embalagem ajuda a aumentar o valor percebido pelos clientes. Isso significa a noção de valor que um comprador enxerga em um produto diferenciado, exclusivo, mais atrativo ou até mesmo de maior qualidade. Na visão do cliente, esses são fatores que justificam um preço de venda mais alto.

Uma embalagem mais segura e durável, por exemplo, tem mais valor do que uma descartável. Diretamente, há a possibilidade que a empresa aumente o valor final de seus produtos.

As embalagens personalizadas para alimentos devem ser estudadas quanto a seu material e design, pontos que afetam todos os itens levantados neste texto.

E para que seu produto se destaque no ponto de venda, conheça também 4 itens do design de embalagem.

Diagramação: 4 pontos de destaque em materiais gráficos

Diagramação: 4 pontos de destaque em materiais gráficos

Materiais gráficos aparecem em diferentes formatos nas estratégias de comunicação: revistas, murais, folheteria, peças de divulgação como banners e adesivos, etc. Todos tem um ponto em comum: a diagramação.

Diagramar começa com a elaboração de um layout ou grid especificando como as informações estarão dispostas no material impresso, separando blocos de texto e especificando proporções de imagens e outros elementos.

Essa organização das informações em uma página deve seguir uma hierarquia: o que é mais importante tem um maior destaque, em tamanho, arte ou uso de cores. Devemos seguir uma hierarquia visual, ou um sentido de leitura, que vai nos dar a sequência de importância desejada na leitura.

É necessário planejar bem a diagramação de materiais gráficos já que eles são um investimento da empresa em comunicação.

Conheça 4 pontos para priorizar nos materiais gráficos.

Texto

Mesmo que cada tipo de material gráfico tenha uma função diferente, eles raramente dispensam a presença do texto. O segredo na diagramação dessas peças é, como comentado, a hierarquização de informações.

O texto será disposto conforme sua função: é um título? Deve estar maior e em uma posição de destaque. São informações complementares? Use uma tipografia de fácil leitura e ainda discreta. Também considere subtítulos, legendas e outros formatos de texto.

Tipografia, aliás, é o tipo de fonte usada para um texto (ex.: Arial, Calibri, Times New Roman, etc). Dependendo da finalidade da peça, o designer ou diagramador pode brincar com a combinação de diferentes fontes e cores.

Pense sempre na melhor forma de atrair a atenção de um leitor e também garantir a legibilidade do material.

Ilustrações

Na forma de desenhos (manuais ou digitais), as ilustrações são muito usadas em revistas, murais de comunicação interna, banners e peças como cartão de visita e papel de carta.

Nem sempre terão tanta relevância quanto o texto, mas ajudam na atração do olhar e a prender a atenção do leitor. Podem ser informativas e complementares ao texto, como acontece no uso de infográficos e transmitem o estilo da marca..

Fotos

Atrativas e autoexplicativas, as fotos não só “puxam” o olhar como também instigam – basta pensar em como um folheto de pizzaria é muito mais interessante e convidativo ao usar belas imagens de seus produtos.

Fotos também são muito usadas em materiais gráficos institucionais, como as revistas e os banners de comunicação interna. É importante garantir a qualidade das imagens e aplicá-las em boas proporções, assim tudo fica mais nítido e a leitura flui melhor.

Quando conveniente, faça legendas para as fotos. Ou então, solte a criatividade: combine fotos e ilustrações em colagens, cuidando para entregar um material legível e agradável.

Box e outros elementos

Box ou caixa, como você deve imaginar, são blocos de textos a parte, delimitados por uma moldura. Não necessariamente tem formato quadrado ou retangular, e ainda podem ser usados para apresentar gráficos e outros dados.

Olho, na diagramação, é um texto destacado dentro de “aspas”, em fonte ou cor diferenciada. Quase sempre é uma citação de alguma opinião. Eles têm a função de dar um respiro entre grandes blocos de texto.

Um fio é uma linha que separa informações que, por algum motivo, poderiam se misturar e confundir a leitura.

Estes e outros elementos são interessantes não só para a leitura, mas também na questão do design por dar um espaço para aplicação de cor.

Lembre sempre de confiar esse trabalho a um designer ou profissional de comunicação qualificado, pois todos esses pontos devem ter bom gosto e acrescentar algo ao material – não adianta jogar de tudo em uma peça!

Como comentado aqui, a diagramação é de extrema importância para os veículo de comunicação interna. Saiba como trabalhar com eles em sua estratégia.