Design gráfico e web design: quais são as diferenças?

Design gráfico e web design: quais são as diferenças?

Você com certeza já se deparou com diversas funções atribuídas ao design. Nessa área, os dois grandes nichos para atuação são o de design gráfico e o web design. Ambos trabalhos são realizados por designers.

Mas, se os profissionais responsáveis pelas duas áreas são designers, o que diferencia o gráfico do web? Para chegar a essa resposta, é interessante entender que cada uma dessas áreas surge em momentos diferentes e atende a necessidades específicas.

Entenda melhor quais são as diferenças entre design gráfico e web design nos próximos tópicos.

O que é design gráfico?

Esse nicho pode ser considerado um dos primeiros conceitos de design, remetendo ao início do século XX. Já nesse momento, ilustradores, fotógrafos e tipógrafos eram contratados para criar peças visuais (gráficas) para fins comerciais.

O design gráfico, a partir dessa necessidade inicial, ficou relacionado ao uso de desenhos. Mas ele não se limita a isso!

Esse profissional estuda para compor peças gráficas (diagramar) a partir de itens de texto e de imagens, e com isso pode criar identidades visuais, embalagens, revistas, murais, itens de papelaria como o cartão de visitas, banners, adesivos, catálogos e outros tantos materiais impressos.

Hoje esse conceito já está mais difuso, mesclando com a ideia do web design. Basta conferir a grade de um curso superior em Design Gráfico: o profissional é habilitado para offline/impresso e também para o online/digital.

O que é web design?

Como o nome sugere, é o design aplicado à concepção de páginas web e outras peças digitais. Esse nicho é muito mais recente, explodindo junto com a popularização dos computadores e a acessibilidade à internet nos anos 2000.

O profissional de design com foco em web design, além de ter as noções básicas de design gráfico, precisa ter conhecimento sobre a comunicação na mídia digital, considerando a arquitetura da informação, a usabilidade (User Experience) e a navegabilidade dentro de sites, aplicativos, jogos, etc. Ele pode saber sobre programação ou delegar a alguém especializado na área.

Cabe a este nicho de design a criação de gifs, vídeos animados, peças para anúncios digitais, sites, infográficos interativos, interfaces de aplicativos, etc.

Diferenças entre design gráfico e web design

A principal diferença, como você provavelmente já identificou, é a aplicação de cada um dos nichos: um é voltado para materiais impressos e outro para os meios digitais.

Mas deu também para perceber que os dois conceitos se mesclaram, de forma que um designer gráfico também pode fazer web, e vice-versa. O que não muda é que ambos profissionais são necessários na estratégia de comunicação de uma empresa.

O que pode ser feito em caso de dúvidas sobre qual designer contratar é uma lista de demandas da empresa. Precisa de embalagens e etiquetas ou a prioridade é fazer gifs para as redes sociais? Faz anúncios de forma física ou somente online? E, claro, uma checagem no portfólio dos profissionais também ajuda nessa hora.

Os dois profissionais estão habilitados a criar logotipos, parte da identidade visual. E se quiser saber a importância de um logo para sua empresa? Veja mais no nosso texto “O que é logotipo e por que sua empresa precisa dele”.

Agência vs profissional de design: quem contratar?

Agência vs profissional de design: quem contratar?

O design está presente no dia a dia dos empreendimentos de todos os tipos e de diversas maneiras, oferecendo soluções para criar uma identidade visual para sua empresa, fazer um novo cartão de visitas pessoal, reformular a embalagem de um produto.

Algumas pessoas cometem o erro de copiar modelos prontos na internet ou pedir ao sobrinho para fazer “uma arte”. No entanto, quando surgem essas necessidades, a ajuda de profissionais é essencial para prevenir que o amadorismo e o plágio não façam parte do seu projeto e prejudiquem a imagem do seu negócio.

Nesse sentido, agência de design ou designer freelancers podem garantir a segurança na entrega e a qualidade do serviço de design. Mas existem alguns aspectos que devem ser avaliados na hora de escolher quem contratar.

Descubra como funciona o trabalho de cada um e avalie qual será o melhor para o seu projeto de design.

Investimento e custo benefício

O preço é um dos principais fatores avaliados por clientes na hora de contratar um profissional de design. Mas, antes de avaliar o investimento, é preciso entender o valor de uma criação de design para uma empresa.

A força de uma marca vai depender de como ela é vista no mercado. A estrutura de profissionais em uma agência de design garante o planejamento e execução de um projeto de forma estratégica e multidisciplinar em um mesmo ambiente, levando em consideração fatores como o posicionamento de mercado e construção de um conceito.

Por outro lado, o designer freelancer, concentra-se, geralmente, apenas na execução de um projeto gráfico e o atendimento pode não ser focado às suas necessidades.

Nesse sentido, deve-se avaliar o custo benefício não apenas pelo orçamento disponível, mas também pela complexidade e objetivos do projeto.

Experiência e portfólio

A experiência profissional é outro ponto a ser avaliado por quem tem dúvida em escolher entre uma agência de design ou um freelancer de design. O que acontece, em alguns casos, é que existem pessoas que se autodenominam “profissional de design”, mas tem o conhecimento restrito a operar programas de edição de imagem.

O portfólio de projetos de design é uma forma de confirmar a experiência do profissional ou agência. Ele contém uma seleção dos principais trabalhos realizados e é possível visualizar resultados obtidos em trabalhos para outros clientes.

Qualidade do projeto e prazo de entrega

Ao contratar profissionais de design, este é o foco principal durante todo o processo de criação, desde o briefing até a entrega final. Além do valor estético, a qualidade do projeto está ligada diretamente o planejamento, relacionando cronograma, expectativas e comparações com a concorrência.

Para garantir a eficiência no prazo de entrega, muitas vezes, alguns “profissionais” acabam optando por caminhos que prejudicam a originalidade e a qualidade final. A estrutura de uma agência de design dispõe de mais pessoas e, com isso, maior repertório criativo e capacidade de atendimento e entrega, ainda que lide com diferentes clientes, se comparada a um profissional liberal.

Por isso, durante a escolha entre uma agência ou freelancer, é preciso avaliar a capacidade de lidar com esses aspectos, pensando sempre na personalização do serviço, para garantir que os objetivos da sua ação de comunicação sejam alcançados, atingindo o público alvo e conquistando a confiança no mercado.

Em busca de uma agência de design para o seu projeto? Nós podemos te ajudar! Conheça o portfólio da BST Design e agende uma conversa.

5 ideias de modelo de cartão de visita

5 ideias de modelo de cartão de visita

Causar uma boa impressão desde o primeiro momento e ser lembrado: esses são os principais objetivos para quem deseja conquistar a atenção e demonstrar profissionalismo através de um cartão de visitas.

Nesse sentido, a criatividade se torna um dos pontos principais. São diversas possibilidade de aplicação em alto ou baixo relevo, gramaturas de papel e cortes diferenciados que podem ser escolhidos para criação de um modelo de cartão de visita e combinadas entre si.

Para te ajudar nessa escolha, separamos 5 ideias criativas de modelo de cartão de visita. Confira!

Cartão de visita com aplicações

O acabamento de um cartão de visita deve ser tão bem pensado como a forma com que é disposto o layout das informações.

Sobre a impressão, é possível realizar aplicações em camadas de verniz total, que protegem o papel e criam um visual de brilho. Já o verniz localizado confere destaque a detalhes como o nome da empresa e/ou seu logotipo, por exemplo, ou a alguma frase que descreva seu serviço

Existe ainda laminação brilho que confere ao cartão brilho em ambas as faces e tem custo um pouco inferior ao verniz e a laminação fosca que confere aspecto aveludado ao impresso. Este tipo de aplicação garante ao cartão resistência contra marcas de dobras.

Cartão de visita com corte especial

Os cortes especiais são outra maneira de criar diferencial para um modelo de cartão de visita. Desde arredondar as extremidades até criar formatos inovadores com pontilhados para destaque, furos e cartões pop up em formato 3D.

O custo pode ser mais alto pela complexidade do processo de fabricação de um cartão de visita com corte especial, pela necessidade de uma faca de corte específica para dar forma ao ao design planejado

Cartão de visita lúdico

Outra forma de criar um modelo de cartão de visita é transformá-lo em um objeto lúdico. A internet está repleta de referências de imagens com cartões criativos com formatos que interagem com a profissão ou tipo de empresa.

Para fotógrafos e profissionais de audiovisual, cartões em formato de polaroids e telas de câmeras impressos em PVC, por exemplo.

É possível ainda, criar cartões de visita com QR code lidos por câmeras de celulares e que direcionam para um site, transformando-os em objetos interativos.

Cartão de visita sustentável

Para que o cartão de visita seja durável, a escolha do papel também deve ser pensada para que ele tenha rigidez, sendo a gramatura indicada a partir de 200g/m² e o material mais utilizado o papel couchê. E que tal inovar também no tipo de papel?

Os cartões de visita ecológicos ou sustentáveis podem ser impressos em folhas de papel reciclado ou papel plantável (papel semente), que é fabricado com sementes que podem ser plantadas e germinar, uma ideia para floriculturas e profissionais de paisagismo e jardinagem, por exemplo.

Cartão de visita com relevo

A aplicação de relevo também pode transformar um modelo de cartão de visita em algo exclusivo. O alto relevo e baixo relevo criam uma textura sensível ao toque que pode ser explorado na tipografia do cartão de visitas.

Outra forma é utilizar a aplicação em hot stamping, possibilitando a criação de aplicações em baixo relevo com fitas metalizadas destacando a tipografia ou detalhes do logotipo da empresa.

Muitas possibilidades de modelo de cartão de visita, não é mesmo? Para facilitar na escolha, você pode contar com a ajuda de um profissional. Descubra quem contratar: agência de design ou freelancer?

4 materiais gráficos para microempreendedor individual

4 materiais gráficos para microempreendedor individual

Ser um microempreendedor individual tem suas dificuldades iniciais e ao longo do crescimento da empresa, sendo a conquista de clientes e a questão da divulgação alguns dos desafios mais comuns, principalmente ao começar a empreitada.

Uma boa opção são os materiais gráficos para microempreendedor, que devem ser construídos por designers para aproveitar o máximo que eles podem oferecer. Esses materiais são peças de divulgação e apresentação, impressos em quantidades variadas, com o objetivo de serem distribuídos a públicos estratégicos.

Esse tipo de peça exige a aplicação da identidade visual para aumentar sua eficácia na divulgação e na fixação da marca.

Conheça agora 4 opções de materiais gráficos para microempreendedores.

Cartão de visita

Indispensável para qualquer profissional, principalmente os que trabalham como MEI. É o cartão de visita que apresenta a sua marca para possíveis clientes, fornecedores, parceiros ou investidores.

Além de usar a identidade visual, é importante aplicar ali informações básicas de contato como e-mail, telefones, site, endereço, etc. Se o MEI trabalha com atendimento ou ponto de venda, também pode ser interessante colocar os horários de funcionamento no cartão.

Entre os materiais gráficos para microempreendedor, este é o que exige um maior cuidado quanto à impressão, escolhendo um bom material e uma boa gráfica. A revisão é outro ponto essencial, já que cartões com erros de digitação, gramática ou com informações incorretas pode prejudicar muito a imagem da sua empresa.

Catálogo

Essa peça não precisa ser feita em grandes quantidades, afinal é um material para divulgação entre os clientes e no ponto de venda, se existir. Pode ser um portfólio de serviços já prestados, um catálogo de produtos para encomenda ou uma espécie de cardápio, para aqueles que trabalham com serviços culinários.

É interessante fazer esse material com espaços para atualização, para não deixar seu trabalho com cara de datado. E lembrando sempre de incluir a identidade visual do microempreendedor ali.

Materiais de divulgação

Aqui estariam inclusos as peças de divulgação em geral, como banners, folders e flyers. Esses materiais são importantes para a sedimentação de uma marca. Caso não haja verba no momento do lançamento de um produto, por exemplo, eles devem estar no radar do empreendedor para que sejam desenvolvidos assim que possível.

Esse tipo de material gráfico exige, além da identidade visual que você já sabe, um cuidado com a diagramação das informações e fotos da peça. Fazer uma boa impressão desses materiais também ajuda bastante a marca a ter uma imagem mais confiável e profissional.

Mídia Kit

O mídia kit é interessante para microempreendedores que trabalham com comunicação, artes, eventos e outras áreas relacionadas. O mídia kit é um documento, como uma espécie de pasta e que também pode ser digital, onde a marca se apresenta para possíveis anunciantes, parceiros ou investidores.

Pode ser feito também por quem desenvolve ou trabalha com serviços online, apresentando o alcance dos seus sites e definindo espaços a venda para anúncios. É através do mídia kit que empreendedores parceiros podem combinar a melhor forma de dividir conteúdos de divulgação.

Agora que você conheceu os materiais gráficos para microempreendedor, já percebeu como a identidade visual é importante para seu negócio, não?

Baixe o nosso e-book Manual de Identidade Visual: saiba tudo o que ele faz pela sua marca para se aprofundar no tema.

O que é design de produto?

O que é design de produto?

Com certeza você já encontrou os mais diversos tipos de design por aí. O design de produto é mais um, sendo o tipo específico de aplicação do design na elaboração e criação de soluções em forma de produtos, como o próprio nome sugere.

Também conhecido por design industrial, o design de produto é a atividade que faz a criação e desenvolvimento de bens de consumo, os objetos como utensílios, eletrodomésticos, mobiliário, máquinas e outros.

Seu trabalho não se esgota na criação de produtos, como você vai poder conferir ao longo do texto.

Conheça, nos próximos tópicos, outras características do design de produto.

Quem é o profissional de design de produto?

Esse é um curso de nível superior regular, de quatro anos, oferecido por universidades públicas e privadas. O profissional formado é o designer de produto.

Mas se engana quem pensa que o designer de produto se preocupa só com estética e aparência, ele também trabalha com noções de geometria espacial, matemática no geral, ergonomia, fabricação 2D e 3D, comportamento do consumidor, materiais e embalagens, e por aí vai.

O que o design de produto faz?

Pense na caneta BIC Cristal. Por mais simples que o produto seja, ele é referência de bom uso do design em sua elaboração. Isso porque o design de produto se preocupa com a funcionalidade, a apresentação e também a comodidade para o público.

O designer especializado nessa área pode trabalhar em equipe desde o projeto de um novo produto, passando pelos seus protótipos, até a fabricação e testes iniciais da solução, incluindo a identidade visual e a possível embalagem para apresentação e conservação da peça.

Justamente por isso, cabe a esse profissional o conhecimento dos tipos de materiais e dos métodos de produção para diferentes demandas.

Até hoje conhecemos e consumimos produtos justamente pelo trabalho de design por trás deles. Conheça alguns exemplos agora.

Referências em design de produto

O design de produto como conhecemos hoje surge a partir da Revolução Industrial, no século 18. Desde esse momento da história, empresas que oferecem bens de consumo se preocupam com o design também como forma de se diferenciar da concorrência e conquistar nichos de mercado.

Um exemplo de design de produto que foi bem aceito e é até hoje consumido é o das batedeiras KitchenAid, desenhadas em 1937 por Egmont Arens – grande referência do design industrial. Outro design de produto inesquecível é o do Fusca.

Mais recentes, servem de exemplo os produtos da Apple, desde os computadores Mac até os iPhones, passando pelos players de música iPod – que acabaram caindo em desuso. Sir Jonathan Ive, responsável por boa parte do design de produto da Apple, alinhou inclusive o conceito para o design das lojas da empresa.

Já um exemplo nacional foi o trabalho do designer industrial Nelson Ivan Petzold, pioneiro no país. Junto ao parceiro José Carlos Bornancini, desenvolveu projetos marcantes como os talheres infantis Princesa Colher, Príncipe Garfo e Cão Faquinha.

Uma inovação de Petzold que está presente em muitos ambientes são as garrafas térmicas Magic Pump, criadas justamente para evitar que o café pingasse quando a garrafa não estivesse em uso.

Sabendo o que é design de produto, conheça as diferenças em relação ao design de embalagens.

Por que fazer embalagens personalizadas para alimentos?

Por que fazer embalagens personalizadas para alimentos?

Criar embalagens personalizadas para alimentos é, além de uma questão logística e de conservação do produto, uma estratégia de divulgação e atração. O processo de criação de uma embalagem exige pesquisa, criação de uma identidade visual, testes e outros passos.

Além do design, as embalagens de alimentos devem ser funcionais e informativas, respeitando recomendações da Anvisa e outros órgãos para fazer uma embalagem segura e com a correta disposição de informações como ingredientes, tabela nutricional, avisos de alergênicos, etc.

Esse processo não pode ser ignorado, até porque embalagens bem feitas são ponto diferencial em um produto e ajudam a aumentar suas vendas.

Entenda agora os principais motivos para fazer embalagens personalizadas para alimentos.

Apresentação do produto

Imagine que, disposta no ponto de venda em meio a outras opções, uma embalagem é também um cartão de visitas, sendo responsável pela primeira impressão sobre o produto. Ela é uma representação da marca e também do próprio produto – uma vez que uma empresa pode ter várias linhas, cada qual com sua identidade visual.

Por esse motivo, as embalagens devem ser atrativas e funcionais. Ainda nesse tópico de apresentação de um produto, deve se considerar a capacidade de proteção e conservação que a embalagem oferece, passando pelo seu transporte e armazenamento.

Fazer uma embalagem errada acarreta em desperdício do produto e de dinheiro, levando até à rejeição por parte dos clientes.

Destaque da concorrência

Como apresentado no tópico anterior, a embalagem é a primeira impressão que o cliente terá sobre seu produto e sua empresa. Esse detalhe é importante para criar uma embalagem que se destaque, já que na maioria dos pontos de venda o seu produto estará lado a lado com os seus concorrentes.

Embalagens personalizadas para alimentos podem utilizar diferentes elementos de design para fazer esse destaque: cores, padrões gráficos, ilustrações, textos e a própria identidade visual, com um logotipo instigante e representativo do produto.

Apesar da ideia central ser “chamar a atenção”, a apresentação da embalagem deve ser agradável, sem abusar de uma grande combinação de cores e tons vibrantes, observando também a disposição de avisos obrigatórios.

Fidelização de clientes

Uma embalagem atrativa, visualmente e funcionalmente, ajuda a manter a lembrança da marca entre os clientes. Essa etapa de relacionamento em que o cliente já tem uma preferência de produto ou de fabricante é alcançada através da fidelização.

Uma forma de fidelizar os clientes através da personalização é criar uma variedade de embalagens com informações diferentes, quase como colecionáveis – a exemplo dos alimentos que trazem diferentes receitas em seus rótulos.

Apostar em materiais de qualidade e reutilizáveis também aumenta o carinho do público pelo produto.

Valor agregado

Entregar uma boa embalagem ajuda a aumentar o valor percebido pelos clientes. Isso significa a noção de valor que um comprador enxerga em um produto diferenciado, exclusivo, mais atrativo ou até mesmo de maior qualidade. Na visão do cliente, esses são fatores que justificam um preço de venda mais alto.

Uma embalagem mais segura e durável, por exemplo, tem mais valor do que uma descartável. Diretamente, há a possibilidade que a empresa aumente o valor final de seus produtos.

As embalagens personalizadas para alimentos devem ser estudadas quanto a seu material e design, pontos que afetam todos os itens levantados neste texto.

E para que seu produto se destaque no ponto de venda, conheça também 4 itens do design de embalagem.

Diagramação: 4 pontos de destaque em materiais gráficos

Diagramação: 4 pontos de destaque em materiais gráficos

Materiais gráficos aparecem em diferentes formatos nas estratégias de comunicação: revistas, murais, folheteria, peças de divulgação como banners e adesivos, etc. Todos tem um ponto em comum: a diagramação.

Diagramar começa com a elaboração de um layout ou grid especificando como as informações estarão dispostas no material impresso, separando blocos de texto e especificando proporções de imagens e outros elementos.

Essa organização das informações em uma página deve seguir uma hierarquia: o que é mais importante tem um maior destaque, em tamanho, arte ou uso de cores. Devemos seguir uma hierarquia visual, ou um sentido de leitura, que vai nos dar a sequência de importância desejada na leitura.

É necessário planejar bem a diagramação de materiais gráficos já que eles são um investimento da empresa em comunicação.

Conheça 4 pontos para priorizar nos materiais gráficos.

Texto

Mesmo que cada tipo de material gráfico tenha uma função diferente, eles raramente dispensam a presença do texto. O segredo na diagramação dessas peças é, como comentado, a hierarquização de informações.

O texto será disposto conforme sua função: é um título? Deve estar maior e em uma posição de destaque. São informações complementares? Use uma tipografia de fácil leitura e ainda discreta. Também considere subtítulos, legendas e outros formatos de texto.

Tipografia, aliás, é o tipo de fonte usada para um texto (ex.: Arial, Calibri, Times New Roman, etc). Dependendo da finalidade da peça, o designer ou diagramador pode brincar com a combinação de diferentes fontes e cores.

Pense sempre na melhor forma de atrair a atenção de um leitor e também garantir a legibilidade do material.

Ilustrações

Na forma de desenhos (manuais ou digitais), as ilustrações são muito usadas em revistas, murais de comunicação interna, banners e peças como cartão de visita e papel de carta.

Nem sempre terão tanta relevância quanto o texto, mas ajudam na atração do olhar e a prender a atenção do leitor. Podem ser informativas e complementares ao texto, como acontece no uso de infográficos e transmitem o estilo da marca..

Fotos

Atrativas e autoexplicativas, as fotos não só “puxam” o olhar como também instigam – basta pensar em como um folheto de pizzaria é muito mais interessante e convidativo ao usar belas imagens de seus produtos.

Fotos também são muito usadas em materiais gráficos institucionais, como as revistas e os banners de comunicação interna. É importante garantir a qualidade das imagens e aplicá-las em boas proporções, assim tudo fica mais nítido e a leitura flui melhor.

Quando conveniente, faça legendas para as fotos. Ou então, solte a criatividade: combine fotos e ilustrações em colagens, cuidando para entregar um material legível e agradável.

Box e outros elementos

Box ou caixa, como você deve imaginar, são blocos de textos a parte, delimitados por uma moldura. Não necessariamente tem formato quadrado ou retangular, e ainda podem ser usados para apresentar gráficos e outros dados.

Olho, na diagramação, é um texto destacado dentro de “aspas”, em fonte ou cor diferenciada. Quase sempre é uma citação de alguma opinião. Eles têm a função de dar um respiro entre grandes blocos de texto.

Um fio é uma linha que separa informações que, por algum motivo, poderiam se misturar e confundir a leitura.

Estes e outros elementos são interessantes não só para a leitura, mas também na questão do design por dar um espaço para aplicação de cor.

Lembre sempre de confiar esse trabalho a um designer ou profissional de comunicação qualificado, pois todos esses pontos devem ter bom gosto e acrescentar algo ao material – não adianta jogar de tudo em uma peça!

Como comentado aqui, a diagramação é de extrema importância para os veículo de comunicação interna. Saiba como trabalhar com eles em sua estratégia.

5 tipos de mockup para comunicação de identidade visual

5 tipos de mockup para comunicação de identidade visual

Quando falamos em mockup é importante lembrar que existem dois tipos principais: o mockup físico, que é a representação de um produto, construído em menor escala, para sugerir como ficará o resultado final, e o mockup digital. Um mockup digital é uma representação em imagem, normalmente produzida em um software de criação e edição, de algum produto ou material de comunicação.

O mockup na identidade visual tem a função de oferecer uma pré visualização das peças antes de sua produção.

Alguns tipos de mockup já podem ser elaborados para apresentação no Manual de Identidade Visual, servindo como padrão para os materiais gráficos essenciais.

Conheça agora 5 tipos de mockup para identidade visual e como você pode incluí-los em sua estratégia.

Cartão de visitas

O cartão de visitas é um material gráfico indispensável para qualquer empresa ou profissional. Eles são elaborados pelo designer, sempre aplicando a identidade visual, e representados no manual da marca em uma imagem simples (só suas duas faces) ou mais produzida, com suas duas faces aplicadas em uma foto específica para mockup.

Fazer a representação do cartão de visitas é uma etapa importante para observação e correção de possíveis erros, prevenindo gastos por erros na impressão e desperdício de material, já que podem ser encomendados em grandes quantidades.

O mockup de um cartão de visitas deve deixar bem especificado qual será o material e a proporção da peça, suas cores e se terá recortes ou aplicação de verniz.

Embalagens

É possível criar tipos de mockup de diferentes embalagens, considerando a rotulagem, o material e o formato final do produto. Fazer essa representação visual digitalmente pode ser complexo, mas é um ponto necessário e que nem se compara aos gastos da produção de uma peça.

Também deve considerar o material final e a aplicação de informações obrigatórias, o que acontece com os alimentos, por exemplo. Além do mockup, é possível fazer um protótipo da embalagem, uma versão “rascunho” para teste de cores, legibilidade, funcionalidade e outros pontos. Para uma embalagem, geralmente se faz um mockup digital ainda na fase de estudo e aprovação. Quando aprovado o conceito da embalagem, se desenvolve o seu protótipo, que normalmente é produzido com os materiais mais parecidos com os que serão usados na produção final. O mockup digital é, em geral, desenvolvido pelo designer que, estando o mockup aprovado pelo cliente, envolve a produção para desenvolver o protótipo.

Brindes

Se a empresa vai trabalhar com brindes para distribuição interna ou para clientes, seu design também pode ser previsto a partir de um mockup. O manual pode trazer representações de aplicação da identidade em bolsas, camisetas, chaveiros, canetas, calendários, adesivos, etc.

Papelaria

Itens de papelaria, também referidos como folheteria, são os materiais de uso interno e externo como envelopes, papel timbrado, etiquetas, folders, cadernos e até catálogos de uma companhia.

Algumas empresas não tem necessidade de produzir todos esses materiais gráficos, principalmente aquelas menores ou mais centradas no digital, mas eles são interessantes pela personalização e pelo profissionalismo passado.

Os mockups, nesse caso, servem para visualização da aplicação da marca e também como guia para as gráficas sobre como o produto deve ser entregue.

Site e peças digitais

O mockup também pode ser feito como representação ou visualização de meios digitais antes de seu lançamento definitivo, a exemplo de páginas de sites, blogs, peças de anúncios, posts em redes sociais, aplicativos e outros tantos mais.

Especificamente nessa situação, considerando o design de sites ou aplicativos, o mockup pode ser posterior ao wireframe: um rascunho dos itens dispostos na página sem grande fidelidade as imagens. Nesse caso, considerando o que deve ser definido no manual de marca, o mockup é mais eficaz.

Sabendo como fazer uso do mockup para identidade visual, não deixe de se aprofundar sobre a aplicação da marca em brindes corporativos.

O que é mockup?

O que é mockup?

A grande maioria das estratégias de comunicação, sejam internas ou externas, vão precisar de peças de design. Para entregar esses materiais, entra a figura do designer, que pode aplicar a identidade visual e outros itens em peças gráficas ou digitais.

O que acontece, muitas vezes, é que os demais profissionais de comunicação não conseguem visualizar o que será feito ou projetado no design. Felizmente, existem formas virtuais que facilitam essa pré visualização.

O próprio designer deve se atentar a essa necessidade de conhecer um projeto antes de sua execução. Para isso, é necessário entender o que é mockup.

Entenda agora qual é a função do mockup e sua importância nas estratégias de comunicação.

O que é mockup?

Um mockup é a representação digital de uma peça de papelaria, um produto ou outro item, normalmente em tamanho natural ou em escala maior. Muitas vezes, mockups de aplicação de uma marca já estão inseridos no Manual de Identidade Visual.

Os mockups são produzidos no Photoshop ou outro programa de edição de imagens, sempre com o objetivo de apresentar a “cara” final de um material: cartão de visitas, embalagens, uniforme, material de papelaria ou site.

Essas representações digitais normalmente servem de guia para que o designer ou outro representante da comunicação consigam aprovação para encomendar ou lançar uma peça. Também servem de referência para gráficas ou fábricas que produzirão o item.

Mockup também se refere a uma representação física, também chamada de protótipo. Podem ser construídos cenários, imóveis em menor escala e produtos em maior escala para facilitar na criação de peças de comunicação (principalmente com a fotografia) e a visualização dos clientes.

Ao fazer uma representação de um site ou aplicativo, o mockup também pode ser utilizado, mas é posterior a outro “rascunho”: o wireframe. Confira no próximo tópico as diferenças (ou semelhanças) entre mockup, wireframe e outros termos.

Diferença entre mockup, maquete, wireframe e protótipo

O mockup, quando físico, é a mesma coisa que a maquete. Porém, maquete é um termo mais comumente usado na arquitetura.

Fazer a maquete de um projeto arquitetônico, por exemplo, exige um cuidado especial com as escalas, os materiais usados e em fazer as representações mais fiéis possíveis. A resistência é outro ponto importante, já que, provavelmente, esta maquete passará um bom tempo em exposição.

Já um wireframe é o rascunho inicial de um site ou outra plataforma digital. Ele tem baixa fidelidade ao design, disponibilizando um esqueleto (ou grid) da página final, sem o uso de fotos ou imagens manipuladas.

Os protótipos são mais avançados, conseguem simular o produto final e até algumas de suas funcionalidades, servindo para os primeiros testes.

Quando criar um mockup?

Elaborar um mockup é super importante para evitar gastos e erros de produção em materiais gráficos. Eles são necessários antes da encomenda ou execução das peças, recebendo a aprovação do responsável pela estratégia de comunicação.

Os mockups podem ser definidos desde o Manual de Identidade ou serem criados conforme a necessidade da marca, atendendo diferentes setores de uma empresa.

Agora que você sabe o que é mockup, conheça 5 tipos para serem incluídos no projeto de identidade visual.

Rótulos de alimentos: 4 itens do design de embalagens para aplicar

Rótulos de alimentos: 4 itens do design de embalagens para aplicar

Embalagens de alimentos precisam garantir que seu produto seja atrativo na prateleiras. E como fazer ele se destacar dentre as tantas opções disponíveis?

É preciso despertar emoções! O design de embalagens dedica-se a encontrar soluções criativas e que traduzam os valores da marca e conquistem o desejo do consumidor, além de garantir a qualidade dos alimentos, desde a sua fabricação até a entrega final ao clientes.

Todos os elementos gráficos são desenvolvidos buscando um resultado de impacto, criando uma embalagem que, além de durável e resistente, se destaque em um ponto de venda como exclusiva e atraente.

Quer saber como tornar seu produto mais atrativo? Descubra como aplicar o design de embalagens para criar rótulos de alimentos a seguir.

Identidade visual

Numa identidade visual para alimentos podemos ter 2 tipos de logotipos.

Existe o logotipo da empresa, fabricante ou distribuidora do produto, e o logotipo de produto. O logotipo da empresa nem sempre está presente na embalagem mas, se estiver, quando os dois logotipos precisam estar, ele deve vir menor e junto aos dados do fabricante.

O logotipo de produto é o elemento principal da comunicação visual de uma embalagem. Deve ter um destaque e deve ser capaz de transmitir os atributos do produto, e ‘conversar bem’ com seu público alvo.

Ex.: Existe o logotipo da empresa Unilever e logotipo do produto Dove, que é um produto da Unilever.

Há o caso em que o logotipo da empresa e o do produto são o mesmo.

Ex.: Existe a Coca Cola Company e os produtos Coca Cola. O mesmo logo é usado nos dois casos.

Aqui vamos falar do Logotipo de Produto.

O logotipo de produto é a forma gráfica que representa o nome de um produto ou linha de produtos. Ele deve, de imediato, marcar presença, traduzir os atributos do produto, e principalmente seduzir.

É o elemento central da comunicação visual de uma embalagem, expressa a sua marca e faz com que ela seja lembrada, pelas cores, tipografia e demais elementos visuais. Ele precisa estar em destaque no rótulo de alimentos para criar a identificação dos clientes.

O logotipo e elementos gráficos que compõem a comunicação visual de uma embalagem formam a identidade visual de um produto.

Ter uma identidade visual exclusiva, desenvolvida especialmente para sua marca, garante também que seu produto se destaque da concorrência pela criatividade e inovação.

A qualidade de um produto é valorizada ou depreciada conforme sua comunicação visual é apresentada a seu público.

Cores

Responsáveis por despertar emoções nos consumidores, as cores são outro elemento do design de embalagens aplicado na criação de rótulos para alimentos.

As cores estão entre os principais fatores de decisão de compra de um produto por 85% dos consumidores. Quando aplicadas de maneira correta, elas criam uma conexão emocional com o consumidor, inclusive de sabor, como explica a psicologia das cores.

Utilizar cores quentes como o vermelho e o laranja causam senso de urgência, estimulam o apetite. O verde e o branco traduzem frescor, higiene e alimentos com ingredientes naturais. O preto, roxo e azul, por serem cores que transmitem seriedade, podem ser aplicados em detalhes na composição de rótulo. Se forem bem aplicados podem, também, sugerir requinte.

Selos de certificação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável por regulamentar a rotulagem de alimentos e exige itens obrigatórios como a lista de ingredientes, tabela nutricional e selos sobre alergênicos, por exemplo.

Para ter rótulos de alimentos de destaque, podem ser incluídos selos de certificação que atestam a qualidade produto. Um exemplo são os selos de qualidade do café, que garantem a pureza, intensidade, sustentabilidade, fornecidos por entidades nacionais e internacionais. Outro exemplo são os selos de certificação para alimentos orgânicos, que atestam, por exemplo, o modo de produção e o não uso de agrotóxicos.

Além dos selos de certificação, outros elementos visuais como fotos e sugestões de receitas agregam valor ao design da sua embalagem de alimentos.

Formato e instruções

Os rótulos de alimentos podem ser desenvolvidos em diversos tipos de materiais como plásticos, adesivos, papel com recortes especiais e aplicados a embalagem ou serem impressos diretamente nela.

Independente do formato, é fundamental que os rótulos contenham instruções de como o consumidor deve abrir a embalagem (girar a tampa para esquerda ou direita, cortar o lacre, se são embalagens em zíper que podem ser reutilizadas) e armazenamento (temperatura, exposição ao sol e umidade). Além disso, é interessante indicar as formas e tempo de preparo.

Quanto mais claras e instrutivas forem as informações para o consumidor, maiores são as chances dele decidir pelo seu produto. Afinal, além de sabor e qualidade, a praticidade e conveniência também são essenciais quando o assunto é alimentação.

Viu como é fundamental aplicar itens do design de embalagens na criação de rótulos para alimentos atrativos? Nós da BST! Design criamos design de embalagens exclusivos e personalizados. Acesse o nosso portfólio e conheça os cases de sucesso.